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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 19 de junho de 2010

Matizes do amor e outros matizes

Marizes do amor e outros matizes é um blog do movimento literário Imparcialismo

http://matizesdoamor.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Depois da Industrialização, Na Essência Ainda Somos os Mesmos...

Queimamos sutiã em praça pública
Deixamos ser flagradas sem calcinha,
Dançamos com o Deus do vinho,
Fumamos igual atriz de cinema, as femmes fatales,
Compramos a idéia de mulher livre.
Enlouquecemos ao som de Jimi Hendrix e Jame Joplim,
Dançamos nuas e alucinadas de LSD
Conquistamos o melhor lugar ao Sol,
Somos executivas e Representantes Internacionais
Conquistamos a liberdade sexual
E a Presidência da República.
Fomos hippie nos anos sessenta,
Na ditadura militar fomos o pão e o circo do governo
Que liberou a bunda e a pornochanchada
E calou a voz desse povo.
Somos mulheres imitando homem,
E deles pegamos tudo que não presta,
Sua sexualidade desassociada do amor,
Sua bebedeira em portas de bares,
Sua sujeira na linguagem,
Seus desaforos, sua ostentação e orgulhos machistas.
O que não sabemos imitar do homem
É sua famosa cumplicidade masculina,
Eles melhor compreendem seus pensamentos
E sua sordidez na alma, por isso são solidários um com os outros.
Somos a felicidade do Capitalismo,
Somos a alegria da indústria do modismo.
Lutamos e conquistamos nossa emancipação,
Porém, são os homens que se esbaldam de nossa vitória,
E se afundam ainda mais em suas natureza suja.
Esses são homens submissos ao poder feminino,
Ou são simplesmente se esbaldam de nossa liberdade
Que permite sexo casual.
Nossos filhos tem ainda sobre nós o mesmo olhar
Que temos sobre nossa mãe, que deve ser santa.
Repetimos eternamente:
_Mãe é uma só! Pai pode ser qualquer um...
E assim ficamos presas na idéia que mãe é sublime.
Somos vítimas da Industrialização e do Capitalismo,
Porém, somos mais vítimas de nossa condição sublime...
De ser mãe, de ser a portadora da vida, fazedora de luz.
Depois que desestruturamos a família,
Derrubarmos tabus e conceitos
É difícil olhar para nós mesmos e notarmos
Que ainda temos pensamentos arcaicos,
E que no fundo o homem deseja
A sua menina virgem com flores no cabelo
Em quanto seu instinto de porco
Ainda passa as noites nas cabanas e cabarés,
Sonhando com prostitutas que satisfazem seus caprichos sexuais.
E nos mulheres ainda sonhamos com o príncipe encantado
Montado em seu cavalo branco,
Ainda sonhamos ser mãe e dona de casa.
Estes pensamentos e sentimentos parecem em nós uma atrofiada.
Somos tão modernos..., e não sabemos que nosso corpo físico
É o mesmo ou muito pior que o corpo físico de um homem primata.
Esses corpo não está preparado para a fumaça, a fuligem e a poluição
De nossos carros e de nossos industriais.
Este corpo se nega a aceitar as luzes da cidade que não se apaga.
Estamos fazendo malabarismos teóricos para nós explicarmos,
Para nós justificarmos, quando ainda somos apenas os mesmos.
Estamos apenas perdidos dentro dessa noite secular,
Porque no fundo somos os mesmos no corpo e na alma,
E não dá para negar essa paralisia interior.
O que restou de nós foi o que sempre fomos,
Homens e mulheres, especiais porque são peças
Que se encaixam perfeitamente,
O que restou de nós, é que somos apenas
Uma minúscula parte do universo,
Uma extensão dos rios, florestas, dos animais,
Do vento e das coisas invisíveis.
O que restou de mim é esse homem impotente
De ejaculação precoce e instintos desenfreados,
Diante seu sexo casual e de sua liberdade que me oprime.
Tecnicamente sou apenas alguém
Que não consegue atender a demanda.

Abílio Santana
J.Nunez

Muito pior que o desprezo é a indiferença

De tão miseráveis, não somos nem se quer excluídos.

Acima ou abaixo da linha do equador,
Certamente abaixo da linha da miséria,
Não somos os esquecidos,
Somos os que nunca foram lembrados,
Aqueles em que o grito nem se quer é sufocado,
Porque não temos força para um grito.
Aqueles que nem se quer são explorado,
Porque não temos nada para ser tomado,
Somos esses da miséria inútil.
De tão miseráveis, não somos nem se quer excluídos.
Nosso gemido de dor é abafado,
Por nossa própria fraqueza.
Não incomodamos ninguém
Porque nem se quer existimos
O suficiente para incomodar.
Não temos o luxo de ser classificados
Em qualquer classe social,
Somos aqueles sem estatísticas,
Somos aqueles que nem se quer são desprezados;
Para que fossemos desprezados
Seria preciso antes que fossemos vistos.
Não somos aqueles que é ignorado,
Não nos olham com indiferença,
Simplesmente não somos nem se quer olhados.
Não somos o Jeca Tatu de Monteiro Lobato,
Porque esse é ao menos um classificado,
Somos esses incapazes de explicar a própria dor,
Somos esses que nem se quer foi abandonado a própria sorte,
Porque não temos nem a sorte nem o azar.
Se existimos, se é que existimos,
Não incomodamos o suficiente para sermos vistos,
Não temos voz, não temos grito, não temos lágrimas,
Em nós tudo é tão seco como esse chão.
Não temos o horizonte dos homens que sonham,
Não temos o pesadelo dos homens que sonham,
Somos apenas corpos plantados,
E a nossa dor não tem gemido,
Então olhe nos meus olhos,
Então olhe no meu rosto desfigurado de sofrimentos.
O que se vê em meu corpo não são marcas do tempo,
Porque nem se que somos estagnados,
Estamos muito abaixo disso...
Não nos negaram nada, não nos ofereceram nada,
Porque ainda nem se quer fomos vistos.
Não nos perguntaram nada, porque não temos voz.
Não nos reprimiram de nada, porque nosso grito já é silenciado
Por nossa fome e nossa fraqueza.
Meu Deus, meus Deus
Se tu és o pai de todo homem
Porque nos colocou aqui.
Senhor, não sei dos vossos mistérios...
Homens, não sei nada das vossas maldades.

OCTAVIO GUERRA
J.NUNEZ
O IMPARCIALISMO: POESIA PARA O NOVO CONTEXTO

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Literaturas, blog do Movimento Literário Imparcialismo - J.Nunez

LITERATURAS é um blog, ou seja um espaço para a literatura imparcialista de J.Nunez

Movimento Literário Imparcialismo O propósito desse Movimento é criar o novo contexto para a literatura, para assim formar a literatura para o novo contexto; a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com seus medos, suas aflições, suas dúvidas, seus pensamentos, seus sentimentos, seus conflitos, suas condutas, sendo assim, a Literatura Imparcialista busca a arte objetiva.

O Imparcialismo: Um novo caminho para a literatura

Um novo caminho para a literatura
A poesia globalizada, o multiculturalismo e a imparcialidade nas obras literárias é um novo caminho que se abre para a literatura, os poetas que buscam a poesia que faça uma leitura do homem contemporâneo estão nesse caminho que se abriu com a Era da Informação.
O estudo do novo contexto é a base para a realização desse novo caminho para a literatura. O novo contexto para a literatura não é mais regionalista, e não se prende a uma cultura determinada, a nova poesia é globalizada, multiculturalista, imparcial, assim, apropriada para a nossa Era da informação. Os artistas contemporâneos, não importa que expressão artística utiliza, não podem esperar pelo fim do Modernismo Brasileiro ou mesmo mundial, porque esse é medido pelo avanço tecnológico, pelo progresso da sociedade industrializada e pelo capitalismo que não terá um fim, podemos observar sem esforço que o homem tomou um caminho sem volta rumo a sua autodestruição, Ela anda de mão dada com a destruição do planeta, e até se confundem.
O que os artistas podem fazer é observar essa realidade planetária, social, coletiva e individual e dessa observação do contexto criar o novo caminho para a literatura.
As tendências não são necessariamente mecânica; as tendências podem surgir da observação do contexto.
j.nunez

Poesia Amizade: Com Você eu Aprendi...

Com Você eu Aprendi...

Com você descobri muito mais de mim mesmo,
Com você eu aprendi não só a sorrir,
Mas também a chorar e sofrer por amor.
Com você aprendi que o sacrifício e a lágrima
Fortalecem a alma e madurecem o espírito.
Foi te conhecendo que descobri
O quanto você é melhor do que eu,
O quanto sou exigente com os outros
E o quanto eu cobro de mim mesmo.
Com você aprendi a esquecer o mal
Que outras pessoas me causaram
E a lembrar o bem que elas se dispuserem a fazer por mim.
Com você aprendi a dar um sorriso a quem precisa
E uma palavra de apoio e gratidão nos momentos difíceis.
Com você eu aprendi a pedir a Deus
Coragem nós momento que tive medo,
E agradecer a ele o fruto do meu trabalho.
Com você eu aprendi que os amigos torcem pelo nosso sucesso
E que aquele que chamamos de inimigo,
Cabe ele o papel de nos fazer melhores.
Com você eu aprendi a respeitar as opiniões contrarias,
Porque as nossas verdades são etapas do caminho.
Com você eu aprendi que o tempo, que nem se quer existe,
Escorre e apaga todas as nossas diferenças.
Com você aprendi que o que tenho chamado de minha cruz
E na verdade a vida sendo vivida com todo o seu realismo
Capaz de fazer nos melhores feito pedras polidas.
Com você eu aprendi que o reconhecer meus erros
É o caminho mais curto para a perfeição.
Com você eu aprendi que o Amor
É a única religião na qual todos nos pertencemos
E que morte que chega inevitavelmente,
É de fato a única idéia da qual ninguém discorda.
Com você eu aprendi que o perdão
É um bem que se faz a si mesmo e ao próximo.
Com você eu aprendi que o arrependimento
Vem de nossa alma que almeja a perfeição.
Com você eu aprendi que a vida são dois caminhos,
Um é o que eu mesmo faço,
O outro é aquele que a vida nos leva.
Com você aprendi que no homem e na mulher
A espaço mais que suficiente
Para o adulto e a para a criança em nós.
Com você eu aprendi a confessar meus erros,
A dizer que tenho medo e alcançar uma mão estendida.
Com você eu aprendi uma canção alegre,
Uma lição de vida, o peso das palavras
E uma historia para contar.

Francisco Medeiros
J.Nunez

A Poesia Imparcialista busca a função da palavra, a função da literatura, nesse ponto se difere totalmente do Parnasianismo que buscava a arte pela arte e do Modernismo que não considera poesia o texto que não valoriza a estética e a poética nas palavras, portanto não considera obra de arte a mensagem e a auto-ajuda etc. O Imparcialismo não afirma que esses textos sejam obra de arte, mas que a literatura Imparcialismo busca primeiramente a função da palavra.
O Imparcialismo busca a arte e literatura com função e utilidade, e não a arte pela arte e a estética pela estética.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Manual para fazer filhos

Mendel fazia o coito das flores,
A ciência manipula o genoma
E faz filhos sem penetração libidinosa,
Uma espécie de concepção sem pecados original.
Podemos configurar um filho ao nosso gosto:
Pegando os genes dos seus olhos azuis,
Os cabelos loiros de minha avó,
O dinamismo de um parente meu,
As sobrancelhas de uma tia,
Os pés delicados de minha bisavó,
As pernas longas é finas da tia Clotilde,
Podemos assim romper com a igreja Católica,
Romper com a lei do Karma coletivo,
Esquecer minha impotência sexual,
Quebrar com o ciclo doenças hereditárias
E o que passar despercebido, podemos
Consertar com a terapia genética
Que toca no gene especifico.
Para fazer um filho precisamos do nossomapa genético,
Para assim configurá-lo ao nosso gosto.
Confesso que tenho medo, ainda não somos muito bons
Nesta brincadeira de sermos Deus,
Tenho medo de errar na dose e fazer o Chupa-Cabra,
Ou qualquer coisa assim incompreensível.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Poesia imparcialista

Objetos

Se toda mulher é Capitu modernista,
Se toda mulher é viúva negra,
Ela que não foge a regra,
Chegou linda, toda vestida de preto,
Lançou seu olhar em linha reta
Que fatalmente transpassou me o peito
E se estendeu até o infinito.
Nem se quer pensei em resistir.
Logo vi que ela gostava mesmo
É de homem vaidoso ou metrosexual.
Sou homem para saciar seus desejos,
Elas precisam de meu instinto animal,
Sonho de consumo, sou seu capricho.
Eu vendo sapatos na avenida central.
Ela é presidente de uma multinacional,
E precisa de um homem objeto
Que não incomoda com o sucesso,
De mulher rica, livre e poderosa.

Eu, homem objeto; ela mulher incompleta.

Meia luz ou luz de vela,
Iniciava o ritual da viúva negra.
Quis cortejá-la com palavras vazias,
Ela mandou que calasse a boca,
Depois pediu que vestisse de cowboy
Para que assim parecesse mais viril,
Depois lhe serviu um coquetel
Disse que ele tinha pouca potencia
Para seu desejo de mulher fatal
Não houve cerimônia para o desfecho,
Ela jogou o dinheiro na cama,
Enquanto vestia a sua meia calça preta
Calçava seus sapatos de bico fino,
E dizia: _ você nunca me viu,
Ele respondeu _ Eu não sou desses ...
Ela respondeu _Eu sei que não.
Mas tudo tem um preço, rapaz!
Mesmo que não esteja à venda.

Abílio Santana
J.Nunez


A poesia atual deve buscar novos caminhos, a literatura contemporânea não representa o homem atual. As influências dos poetas Modernistas criou a poesia repetitiva e distante da realidade atual. O Imparcialismo é a nova poesia. Esta poesia é e faz uma leitura do homem contemporâneo, com seus conflitos, suas dúvidas e seus medos.
Esta é a poesia da mulher emancipada, do homem desmoralizado e do aquecimento global.
Esta nova poesia é realizada por quatorse poetas que se denominam os imparcialistas. Estes poetas têm em seu manifesta a seguinte frase: não fazemos críticas, e sim relatos e constatações imparciais.

J.Nunez

Autor e Obra

Não Confunda Autor e obra, Qualidade e Público.

O autor de uma obra literário seja ela do gênero poema, conto, romance etc recebe críticas que são um tanto estranhas para ele autor. Muitas destas críticas surgi da inocência de quem leu a obra e confundiu a obra com o autor.
Outro erro muito comum é quando julgam a qualidade de um escritor a partir de um único texto, antes de tudo é necessário levar em consideração o público para o qual esse escritor direciona sua obra e os seus objetivos quanto escritor.
Aceitamos perfeitamente a música comercial, sabemos distinguir Chico Buarque de qualquer cantor que vai na onda do momento. É preciso aprender distinguir as obras literárias de seu autor e ainda perceber os seus propósitos quanto escritor, afinal vivemos o tempo da obra comercial, da música comercial, da religião comercial, do padre comercial etc.
Outra crítica muito comum parte de pessoas que são capazes de confundir literatura com vida real e muitas vezes busca na obra literária relações com a verdade e com a vida real ao seu modo e seus conceitos sobre o que é real.
A indústria é capaz de produzir para vários públicos com realidades diferentes, estão o escritor também deve ser capaz de realizar obras que sejam assim flexíveis e atenda as mais variadas qualidades de leitores.
É possível notarmos que na música isso já vem ocorrendo.

J.Nunez

As Possibilidades de Ser Eu

Mesmo sendo eu, o mesmo todos os dias, amanheci constituído de uma maneira diferente á outros dias.
Sem heterônimo Pessoano, amanheci trabalhador braçal de feira, e com ânsias de vômito.
Sem heterônimo Pessoano tenho este olhar para além da solidez e da abstração de sentimentos superfícies, tenho este sentimento ditoso e digno, tenho esta baixeza moral como qualquer sifilítico,tenho este olhar escorrido em sentimentos tão meus e tão humanos.
Estou na multidão como qualquer outro que esta na multidão, sou esta sensação impudica nos ares das ruas, nos olhos que se cruzam, e nos corpos que se enroscam com seus espectros de sentimentos e colocam o amor á prova, e deixam os ares poluídos de libido que meus sentidos apurados respiram.
Sem heterônimo Pessoano tenho um olhar para o hermetismo, para o Cristo crucificado acima de minha cama, para os Santos dos altares, e para o pentagrama acima da porta de nosso quarto.
Sem heterônimo Pessoano, este Ser que habita em minha alma, põe-me este sentido de busca e espera, e faz-me altivo e digno, e põe asas na minha alma.
Sem heterônimo Pessoano estes parasitas de minha alma faz-me como todos na multidão: mortos sonolentos que perambulam pelas ruas de qualquer cidade grande, com seus vermes a lhes comerem a alma, e a deixar este cheiro libidinoso nos ares, como se fosse, infernos de Dante Alighieri.
Sem heterônimo Pessoano tenho este amor confundido em meu peito, tenho este desejo lascivo e este olhar de contemplação para a santidade da matrimonio, e para a beleza do casal caridoso.
Sem heterônimo Pessoano tenho um emprego e outros sonhos indiferentes a minha realidade, tenho este poema sem ordem cronológica; feito pelo que sou neste momento, ainda tenho a filosofia vagabunda e vaporosa em meus versos espontâneos.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Movimento Literário Comtemporâneo

Movimento Literário Imparcialista Comtemporâneo

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Movimento Literário Imparcialismo

O propósito desse Movimento é criar o novo contexto para a literatura, para assim formar a literatura para o novo contexto; a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com seus medos, suas aflições, suas dúvidas, seus pensamentos, seus sentimentos, seus conflitos, suas condutas, sendo assim, a Literatura Imparcialista busca a arte objetiva.

http://literaturaimparcialista.blogspost.com

J.Nunez

J.Nuñez: Movimiento Literario Imparcialismo

J.Nuñez, Movimiento Literario Imparcialismo
En la literatura, actualmente ocupada en escribir una literatura que hace la lectura del hombre contemporáneo, esta poesía es llamada El Imparcialismo: Literatura para el nuevo contexto.
Entre las muchas caracteristicas del imparcialismo, destaco que son escritos por cuatorse poetas

J.Nuñez


Poeta graduado en las letras, escribe en varios sitios en la Internet, tiene algunos poemas publicados en libros, participó en algunos eventos culturales en la ciudad de Marília ? SP Brasil, donde vive y trabaja.

En la literatura, actualmente ocupada en escribir una literatura que hace la lectura del hombre contemporáneo, esta poesía es llamada El Imparcialismo: Literatura para el nuevo contexto.
Entre las muchas caracteristicas del imparcialismo, destaco que son escritos por cuatorse poetas o seudónimos, de modo que hace posible la creación de un movimiento literario y la diferenciación de sus diversas tendencias y el estilo literario, otras características notables de la literatura es la métrica imparcialista, de las temas, la el vocabulario actualizado, la participación en el desarrollo de la literatura que hace que la lectura del hombre moderno y su Cronopoema, que es o hacer literario que tiene como base de los acontecimientos del día, la estética de este estilo consiste en un poema, prosa, cuentos, periodismo y crónica.
El imparcialismo no hace crítica, y sin relatos, las lecturas de la realidad y las conclusiones imparciales de la realidad, este concepto de equidad es adecuada a nuestra época de la information.
El imparcialismo es la literatura para esta época de globalización, el multiculturalismo, la democratización del conocimiento, el acceso a noticia, el aquecimiento climático, la era de la información, emancipación de las mujeres, la formación de una generación con mucho conocimiento técnologico y poco de corazón y el alma, las crisis económicas, la degeneración y regeneración del hombre moderno, el tiempo de las preocupaciones individuales y colectivas.
Podemos observar en la literatura imparcialista conceptos de posibilismo social, bucólica urbano, los nuevos patrones en la psicología del hombre moderno, nuevas conductas sociales de la mujer emancipada, los nuevos conflictos internos que surgen en este nuevo hombre cuando el viejo hombre y tradicional sigue siendo una necesita de autoafirmación.
Para ser lector de estos poetas, sólo es necesario conectarse a Internet con el nombre del autor de El poeta J. Núñez el imparcialismo, la poesía, la imparcialidad, la equidad, la poesía para el nuevo contexto y los imparcialistas.

J. Núñez

terça-feira, 15 de junho de 2010

Poesia Pós-Modernismo

Há um grande preconceito quanto falamos de poetas contemporâneos, esse preconceito é resultado da quantidade gigantesca de pessoas que escrevem poesia e essa quantidade está sendo confundida com falta de qualidade.Esse julgamento está totalmente equivocado, porque há muitos poetas de qualidade dessa multidão de poetas, e a qualidade é equivalente a quantidade.
O que ocorre nesse momento é resultado da democratização do conhecimento, do globalismo cultural, do sincretismo, do acesso a informação, do acesso a leitura, do acesso a cultura, do letramento e a alfabetização. Se alguém disser que muito do que se escreve hoje na poesia é uma colagem de tudo que foi escrito antes, que muito do que se escreve hoje não passa de associações de frases feitas que é resultado das leituras de poesia feitas por esses poetas da atualidade, certamente não discordarei. O que eu não posso concordar com é a generalização, essa é capaz de nos cegar, nos impossibilita de ver as novas tendências que podem vir a surgir na poesia.

O acesso as cultura, a informação, ao conhecimento não pode ser confundido com vivencia, com índole, com formação de caráter, com mudanças internas, a democratização da informação e do conhecimento, são fatores externos ao individuo, a realidade é bem oposta ao que se parece, a verdade é que somos carentes de rituais de vida, de vivencia física em sintonia com a vida interior. Não vivemos o conhecimento porque a vida nos pesa muito, e a busca pela estabilidade social é um fator mais muito mais significante que o conhecimento, um exemplo disso são aqueles que desejam levar uma vida mais Zen e são engolidos pela realidade capitalista. A única verdade que eu sei, é que a vida como ela está configurada, as coisas como estão estabelecidas, se parece com um chão que não nos permite parar, se pararmos o vida nos engole, e esse engolir quer dizer que estaremos fora dos benefícios e dos bens de consumo que a sociedade produz, é muito pior que isso, se pararmos, estaremos sem os recursos básicos para a vida, porque tudo é capitalizado.

A poesia Imparcialista busca a leitura dessa realidade, leitura desse homem contemporâneo, e assim realiza algo que seja diferenciado e com outras temáticas distante do que foi escrito até o momento, em alguns casos, a poesia Imparcialista parece se aproximar da poesia que se escrita por poetas anteriores e consagrados, mas essa aproximação é feito com consciência, isso se nota na poesia de Jose Nunes Pereira, COM SEUS SENTIMENTOS CLASSICOS, esses sentimentos que não mudaram por mais moderninhos que parecemos, esse sentimento clássico do qual fala o poeta são as dores do amor, as dores de cotovelo que sentimos muito antes de sermos homens da caverna.


J.Nunez

O IMPARCIALISMO

Multiculturalismo

Saulo Menezes Castro poeta da integração com à natureza, da ciência sem cálculos e da filosofia sem teses e teorias. Poeta do envolvimento e da dança com os átomos, poeta da fusão do homem consigo mesmo, da individualidade, da consciência de existir e da integração com o universo. O homem é apenas uma pequena parte, um único membro desse corpo infinito e universal. Saulo Menezes Castro é um poeta holístico, essa idéia de integração com o universo não é um conceito da filosofia ou da psicomotricidade, na cultura indígena, asiática, africana em outras culturas que não seja essa que é basicamente cristianismo e capitalismo, a holística sempre existiu. Os índios é um exemplo dessa idéia de integração, seus deuses da árvore, seu deuses da chuva, seus deuses dos animais etc, sempre foram vistos pela cultura cristão como tolices, ignorâncias etc. Agora que estamos rumo ao uma catástrofe ambiental, podemos afirmar que a cultura do índio é a nossa salvação mas provável, e não o cristianismo que foi imposto e continua sendo imposto, com a mesmo arrogância do tempo da colonização. Não há mais espaço para as imposições, o caminho para a humanidade, agora com a democratização do conhecimento, é o sincretismo cultural e religioso. A cultura indígena é a salvação da humanidade porque essa cultura vê o homem com um ser integrado a natureza, muito diferente de nossa cultura capitalista cristão que sempre viu o ser humano com a maior e mais perfeita criação de Deus. Os deuses em todas as coisas que vemos em muitas outras culturas,deu a esses povos um respeito a natureza, que não somos nem si quer capazes de compreender. Esses deuses em tudo dessas culturas são os gnomos e os elementais da cultura esotérica. A holística pode salvar o mundo. O sincretismo que muito não gostam nem si quer ouvir falar é o caminho mais provável, agora que vivemos a era da informação, do multiculturalismo e do globalismo, o regionalismo pode ser preservado, porém não é possível represar o conhecimento, porque o conhecimento anda com o homem, e esse homem virtual é um andarilho universal. A gnose moderna de Samael Aun Weor é o maior exemplo de integração do homem com o mundo, do homem com sigo mesmo e com a cultura universal. a individualidade do homem e da natureza é preservada quando vemos o homem com um membro de um corpo universal. Em nossos corpos temos nossas individualidade, não confundimos a mãos com as orelhas, os pés com o nariz, cada membro de nosso corpo tem a sua individualidade preservada pelos instinto e pela nossa consciência de existir. A maneira como estamos organizados é que torna possível nos reconhecemos como seres humanos, e a nossa dependência do o mundo que nos cerca é que nos permite reconhecer que somos seres integrados com a natureza.O multicuturalismo é um fator importantissimo para que possa haver um intendimento entre os povos do mundo, a imposição de alguns símbolos de uma cultura determinada em um espaço onde é freqüentado por indivíduos das mais variadas culturas, é um desrespeito a essa liberdade de conhecer, de se informar, de se integrar a cultura universal. O individuo multiculturalizado amplia sua capacidade de compreensão de si mesmo como homem integrado ao universo e individuo com algumas independências preservadas.

De que lado você está

Estamos numa guerra,
Eu preciso saber de que lado você está.
Não existe mais esse negócio
De um pé aqui e o outro lá.
Se você é cidadão de bem,
Se você cuida da segurança pública,
Se você cuida da saúde de seu semelhante,
Se você educa e forma cidadãos,
Se você é homem da política,
Se você é profissional de biblioteca,
Se você é atendente de loja,
Se você é motorista e transporta vidas,
Se você é cozinheiro,
Se você é açougueiro,
Se você é caseiro,
Se você é pedreiro,
Se você é coveiro,
Se você é feirante,
Se você é pintor de parede,
Molador de canivete,
Se você é estudante,
Se você ainda é caixeiro viajante,
Se você é vendedor ambulante,
Se você é cacique,
Se você é ajudante,
Se você é caminhoneiro,
Se você é padeiro,
Se você é letreiro,
Se você é leiteiro,
Se você é faxineiro,
Se você é bombeiro,
Se você é passeador de cachorro,
Se você é mensageiro,
Se você é jardineiro,
Se você é sapateiro
Se você é chaveiro,
Se você é vaqueiro,
Se você é artista,
Se você é jornalista,
Se você é frentista,
Se você é dentista,
Se você é ambientalista,
Se você é recepcionista,
Se você é maquinista,
Se você é eletricista,
Se você é esteticista,
Se você é esportista,
Se você é diarista,
Se você é da justiça,
Se você é dona de casa,
Se você é da polícia,
Se você é da ciência,
Se você é homem de negócio,
Se você é veterinário,
Se você é passador e veneno,
Se você é trabalhador de escritório,
Se você é chorista de velório,
Se você é operário,
Se você é empresário,
Se você é palhaço,
Se você trabalha com entretenimento,
Se você é trabalhador rural,
Se você e trabalhador braçal,
Se você é professor,
Se você é vendedor,
Se você é pescador,
Se você é degustador,
Se você é pesquisador,
Se você é mergulhador,
Se você é escritor,
Se você é montador,
Se você é agricultor,
Se você é pregador,
Se você é aviador,
Se você é mecânico,
Se você é metalúrgico,
Se você é esotérico,
Não importa a sua profissão,
Se você sabe de que lado está,
Você é um soldado,
E tem um dever como cidadão,
E está sendo convocado,
A fazer esse mundo melhor.
Vivemos um tempo em que os valores são confusos,
Mas os homens de bem habitam desse lado da fronteira
Onde a ética, a moral, o amor, a espiritualidade e a cidadania,
Formam uma muralha intransponível...

Octavio Guerra
J.Nunez

Poesia é Coisa da Burguesia

“Poesia é coisa da elite”, “poesia é para a burguesia” coisas ridículas assim se houve por ai.
Se a poesia pertence à elite é porque ela realmente tem uma função, ou será que os que estão no poder vão nos dar a carne para roer o osso.
Se a poesia é coisa de burguês, nos os IMPARCIALISTAS, seremos Prometeu e roubaremos o fogo dos deuses.
Se literaturas em geral pertencem à burguesia é sinal de que ela é uma arma eficaz,
Um meio de desenvolvimento, descobertas, análises, entretenimento, estudo e aprendizado, a poesia torna possível dizer o indizível, decifrar a alma dos homens, a poesia pode nos levar ao desenvolvimento intelectual e espiritual. Dante Alighieri subiu aos céus e desceu aos infernos com sua poesia. Vale lembrar que o poeta e o filósofo são os visionários da sociedade, são as antenas do mundo, se a elite dá ouvido essas vozes é porque são eles que antecipam o futuro, são eles que pensam o que ninguém ainda pensou.
Nos os pobres materialmente, e mais pobres ainda de alma e intelecto, somos incapazes de se quer suspeitar que a elite sempre ficou com o néctar; e nós com o bagaço.
A Era da informação trouxe a democracia do conhecimento, todos que tem cede de aprendizado pode ter acesso aos mais variados tipos de conhecimento, qualquer um que possui a inquietação na alma pode ter em suas mãos a cultura e o conhecimento que sempre nos negaram, ou que por motivos sociais não era possível que tivéssemos acesso a esses conhecimentos.
Este é o momento de abandonar antigas imbecilidades e buscarmos o que sempre nos pertenceram; o conhecimento pertence à humanidade e não a um grupo favorecido. Aos que criticam a poesia, porque a consideram um luxo, um capricho ou pior ainda coisa se gente sem o que fazer; digo a você que a poesia e a filosofia refletiram o que você é hoje. Sua condição social também um fato foi pensado, mesmo que você seja incapaz de entender.
A Filosofia de Carl Marx é um exemplo claro de sua condição pensada e analisada muito antes de você se quer ter nascido. Essa filosofia que foi destinada a nos operários, que não somos capazes se que de saber de sua existência, e a elite que tem acesso ao conhecimento e sabem da importância dos filósofos e poetas na construção do futuro e do presente fizeram dela uma arma contra nos, os menos favorecidos.
A poesia de Fernando Pessoa Ode Triunfal é reflexo do avanço industrial sobre os menos favorecidos, a poesia de Carlos Drummond de Andrade releva a sua alma que você desconhece.
A igreja dizia que o parvo (imbecil) herdará o reino dos céus e incentivava continuarmos na ignorância para que fossemos merecedores desse céu, enquanto fossemos imbecis era fácil nos dominar enquanto a igreja se esbanjava de poder e gloria; esse é um exemplo de sua condição pensada. Essa questão pode ser vista na barca do inferno de Gil Vicente.
A sua condição atual e a condição de seus filhos estão sendo pensadas a todo instante, de uma coisa você pode estar certo, sua condição é pensada para que continue onde está ou para que desça ainda mais em sua escala como homem participante da sociedade e de seus bens de consumo. Os poetas é os filósofos não falam contra ns, mas abrem os olhos da elite para o que virá. Se disserem a você que a poesia é coisa da burguesia, acredite, a elite sempre ficou com o néctar; e nos com o bagaço.
Será que um metalúrgico igual a mim vai ler isso, certamente não.

J.Nunez
O IMPARCIALISMO

O operário que leu Carl Marx

ESTATÍSTICA É O QUE EU VEJO PELAS RUAS

Estatística é o que vejo pelas ruas,
Pelas praças da cidade, nos hospitais,
Nas filas de desempregados,
Nas catástrofes que a televisão amansa,
Na estupidez de sermos um povo,
Nas sutilezas de governo,
Nas bobagens que cultuamos,
Nas verdades escondidas,
Nas exclusões sociais, culturais e políticas.
Eu que não sou excluído, nem se quer pertenço
A este ou aquele grupo, sou aquele sujeito fora do lugar.
Um metalúrgico filho de evangélicos, um metido e poeta e filosofo,
Um estúpido, um desclassificado...
Sou aquele insuportável que não diz verdades ou mentiras,
Diz o que vê... e isso é imparcialismo.
E o que vejo é uma mentira contada a milênios e adequada
Ao tempo em que é narrada.
As mentiras e os pretextos de salvação e civilização que cristianismo espalhou pelo mundo, foram elaborados para roubar terras, exterminar culturas, escravizar povos nativos...
Agora esse povo “civilizado” continua a mesma mentiras com outros pretextos adaptados a esse tempo em que vivemos.
Quem é que precisa de civilização cristão, qual índio ou qual negro que necessita de cultura européia. Verdade cada qual tem a sua.
Não, não descordo das mentiras, elas devem ser contadas, mesmo porque a verdade é para poucos.
Não, não descordo com as religiões, elas devem existir, afinal são elas a grande arma do governo, são elas que mantêm o povo e o indivíduo em ordem.
A verdade é para os que contam as mentiras para um povo,
O poder é para os que contam a mentiras para um povo.
Os segredos e o conhecimento são para os que contam as mentiras e sabem que são mentiras elaboradas e adequadas ao seu tempo.
Digo apenas o que vejo e isso é tudo, e isso é estatística.
Não sou de esquerda,
Não sou ateu,
Não sou marxista,
Sou um fora do lugar, uma peça que não se encaixa,
O que sei que não sou é arma do governo.
A igreja é arma do governo,
A mulata que requebra é arma do governo,
O humor e a sátira são de armas de governantes cínicos
Capazes de fazer do veneno o seu remédio.
A tolerância é arma do governo.
Podemos trocar alguns socos,
Mas saiba que não dou tréguas para as sutilezas,
Para as mentiras bem elaboradas e para os pretextos
Que sempre escondem mentiras ou verdades absolutas.
A sutileza as mentiras e os pretextos elaborados são capazes de fazer da conservação de um povo quilombola, de um cultura africana ou indígena em a conservação de seu legado de submissão, escravidão, miséria, exclusão, desfavorecimento e inferioridade.
Em nome da conservação de um povo podemos negar lhes o seu direito de progresso.
Não me venham com sutilezas, afinal sou um Imparcialista e, portanto nem se quer sou excluído, simplesmente não pertenço a nada.
Como somos vis... A IMPARCIALIDADE é também uma espécie de sutileza, de parcialidade disfarçada que se torna perseguição para atingir objetivos.

Salomão Alcantra

J.Nunez
O IMPARCIALISMO

José Nunes Pereiras, poeta das dores clássicas

Cais de Partida

O sopro daquele vento matutino
Desviou para sempre o nosso destino.
A primeira onda de uma maré cheia,
Apagou para sempre seus passos na areia.

O mar inconstante da praia te leva,
O vento errante me deixa a deriva,
O tempo lentamente me oxida,
Deixado aqui, no cais de tua partida.

O mar inconseqüente , que tudo arrasta,
Não arrasta do meu peito esta paixão.
O vento incoerente que tudo desbasta,

Não desbasta o amor neste coração.
O tempo consistente, que tudo oxida
Me consumiu, no cais de tua partida.

Itapema 29/12/2006

JOSÉ NUNES PEREIRA
J.NUNEZ

Literatura contemporânea

Botão de Amarílis


Sobre o altar da igreja,
Sobre o caule fálico,
Um botão de Amarílis,
Flor dos bons sonhos.

Ela é esse botão na ponta do caule,
Ela é imagem de adoração.
Ela escorre sobre meu corpo,
Deixando a cor e o perfume de camomila
De seus cabelos macios,
Coisa que inebria pelo sentido do cheiro.

Ela desabrocha na ponta do caule,
Ela e deixa o pólen o vento.
E o perfume Ma Chérie Jeans,
Lembrança suave do seu cheiro.
A amor não morre nem adormece,
Nem morre o caule, nem morre a flor,
Tudo contínua em forma de rizoma,
Outra vez o caule fálico e a flor de Amarílis.

Josias Maciel

J.Nunez
O Imparcialismo

Josias Maciel é o poeta do homem idealizado, o poeta da potência, da virilidade, da regeneração do homem desmoralizado, desmotivado pelo sexo fácil e casual. Neste poeta encontramos a mulher com suas qualidades e virtudes naturais e não uma imitação do homem que é naturalmente vil. É o poeta das regenerações, da fertilidade, da virilidade sem magismo, da potência, da pureza sem puritanismos e da expressão masculina, da clareza, da concentração e objetividade masculina, das virtudes sem encenações, da linguajem solta e direta. Este poeta é a oposição a feminilidade, as vaidades do homem atual e a desmoralização do homem.

contextualização e intertextualidade

FOTOCONTEXTO NA LITERATURA IMPARCIALISTA:

É a intertextualidade e a contextualização da imagem com o texto, essa maneira de realizar a literatura é reflexo da tecnologia que atualmente busca resumir em um único objeto de consumo múltiplas funções ( celular que é maquina fotográfica, radio, computador etc) é também o reflexo da nova didática com base na lingüística, que busca as muitas possibilidades de leituras e as múltiplas possibilidades de expressão e linguagem.
FOTOCONTEXTO NA LITERATURA IMPARCIALISTA:
É a intertextualidade e a contextualização da imagem com o texto, essa maneira de realizar a literatura é reflexo da tecnologia que atualmente busca resumir em um único objeto de consumo múltiplas funções ( celular que é maquina fotográfica, radio, computador etc) é também o reflexo da nova didática com base na lingüística, que busca as muitas possibilidades de leituras e as múltiplas possibilidades de expressão e linguagem.
A contextualização e a intertextualidade na Literatura Imparcialista respeita essas muitas possibilidades de leitura, por essa razão a leitura que o poeta realiza sobre a figura está sujeita ao texto impresso sobre essa imagem. A leitura que o poeta faz sobre a imagem é apenas uma leitura que se faz diante de um fato, essa leitura pode ser modificada em outras situações que outro texto traz.
A contextualização e a intertextualidade fotografia e texto literário é uma possibilidade de expressão poética de nossa Era da Informação. Nessa associação de texto com a imagem há uma doação de significado e contexto, há uma intensificação da poética tanto no texto quando na imagem.
Essa associação leva os leitores a interpretações muito próxima. São inúmeras as possibilidade de associações texto e imagem, assim se realiza o possibilismo da literatura imparcialista e de nosso tempo; esse tempo em que não seguimos vocações e sim possilidades de sucesso, o reality show é o maior exemplo desse possibilismo de nosso tempo.

J.Nunez

O fim da família como a conhecemos

A Destruição da Familia

A industrialização e o consumismo são os causadores da destruição do planeta, e também é o causador da destruição da família, nossos filhos são reflexos dessa cultura com base no consumo.
Apesar de todos os nossos esforços,
Nossos filhos são vítimas dessa nova ordem mundial,
E a educação que busca formar cidadãos para o exercício da cidadania e das virtudes humanas, perdeu para a cultura baseada apenas no consumo e no prazer individual e imediato.
O mais grave dessa formação é o fato de essa geração não ter idéias,
Não ter participação política, é uma geração perdida em consumos de produtos que trouxeram a ilusão de progresso, ilusão sim, basta observar que os valores que realmente trazem o progresso material são os mesmos de sempre, terras e propriedades,
Produtos como celulares, computadores, dvs e muitos outros são a ilusão de progresso da sociedade moderna, basta observar que há barracos em favelas que possuem tvs e outros aparelhos são mais caros que o barraco.
O que dizer da família quando se pensa no casal, hoje o são tão parecidos em seus comportamentos que os dois parecem ser do mesmo sexo, se fossemos defini-los através comportamentos, é o fim da caracterização, que não é uma boa coisa.
A industrialização e o progresso tecnológico inseriu a mulher no mercado de trabalho, dando a essa mulher liberdade financeira, política e social, essa mulher não depende do homem para se sustentar, não são as educadoras de seus filhos, a educação dos filhos foi terceirizada e assim perdemos os valores familiares inclusive o respeito pelos mais velhos pela falta de vínculos familiares e ainda pelo distanciamento que a tecnologia deixou entre as gerações.
A mulher contemporânea é um outro homem dentro de casa ou metade homem e metade mulher, o homem contemporâneo não é diferente é também um pouco homem e um pouco mulher.
A tolerância e a dependência um para com o outro diminui muito em nosso tempo, devido o poder econômico da mulher. Se a homem perde ou piora e sua condição social e a mulher tem mais oportunidades de progresso, é quase normal que ela não suportará esse homem que é menos que ela socialmente. É desse descontentamento virá provavelmente o fim da família já constituída. Estou falando de família constituída a maneira tradicional, e não dos muitas possibilidades de associações que hoje também as denominamos de família.
Sim, é claro que o homem ainda possui o comportamento cafajeste de abandonar mulher e família quando passa a ter uma melhor condição social, é claro que isso ocorre depois de ele ser pego em flagrante.
A mulher é muito mais direta, isso porque não -acionais iguais os homens, a saída da mulher se da quando ela começa a pensar que merece muito mais do que possui naquele momento.
A televisão volta e meia da a noticia de um marido que matou a esposa e os filhos porque não suportou a humilhação resultante do fato de estar desempregado a muito tempo, portanto desmoralizado diante de sua família e sua esposa. Desse homem foi tirado o que seu instinto de macho (sem o sentido pejorativo) sempre afirmou: homem sustenta a casa e mulher educa os filhos. Hoje se fala muito em descaracterização, mas que vemos é uma enorme crise de identidade, a mulher biologicamente e na essência psicológica a mesma mulher de antes da industrialização e da tecnologia, do mesmo modo é o homem, o mesmo ser primitivo com instintos de conquistas. Será que na verdade não conquistamos nada, e tudo não passou de um processo natural, e uma necessidade de um momento, será que na verdade nós homens e mulheres não somos mais vítimas do que réus da historia contemporânea.

J.nunez

O imparcialismo: LITERATURA PARA O NOVO CONTEXTO

A Descaracterização do homem moderno

COM BASE NO POEMA A SINA DAS AMANTES


A poesia do Poeta Imparcialista Hermínio Vasconcelos busca realizar uma análise psicológica desse homem contemporâneo com o mesmo comportamento dos homens de outros tempos antes da industrialização é dos avanços tecnológicos.
A mulher em seu poema é a mesma, sendo mulher para se casar e ter filhos ou sendo mulher que realiza os caprichos sexuais desse homem, que nesse aspecto sexual tem se mostrados atemporal.
A mulher ainda é a mesma mulher, presa a sua própria condição biológica e psicológica, presa à própria condição humana, a própria necessidade de ter filhos, marido, amigos e parentes.
A esposa desse poema não representa muito o nosso tempo, mas sim o desejo e a conduta apropriada a nossa condição biológica, espiritual e psicológica.
Essa esposa é muito bem definida, ela não é uma descaracterização da idéia que formamos sobre a mulher. Descaracterização que se dá através de conceitos que buscam justificar as condutas humanas e visam dignificar todo e qualquer comportamento humano. Esses conceitos de descaracterização rouba do ser humano o seu parâmetro do que é certo e errado. Ao descaracterizarmos homens e mulher, tanto a eles a liberdade de possuírem as características que sua psique manda, estamos indo contra as leis biológicas que determina as funções e o sexo de individuo. A descaracterização do ser humano tem a função de justificar as nossas mais degeneradas condutas. A descaracterização é na verdade a nossa incapacidade de nos aceitarmos como somos. A descaracterização busca esclarecer as nossas condutas, mas na verdade ela acaba por confundir ainda mais. Através da descaracterização tentemos formatar um homem e uma mulher que é o que sua psique manda que seja. Seria muito mais simples se ao invés de buscarmos justificativas com os mais absurdos malabarismos teóricos, aceitar e compreendermos que somos desse ou daquela maneira por algum motivo psicológico, biológico e espiritual. Não podemos roubar de nos mesmos a noção de certo e errado. É muito comum alguém dizer: quem determinou que isso é certo e aqui é errado. Ora existem leis para tudo, se não houvesse a vida seria impossível, ora até o universo obedece a lei. Não se observa planetas fazendo a órbita que bem entender, não se observa os rios correndo para cima, não é natural que não anoiteça etc, etc, etc
Não é diferente com os homem, nós somos regidos por lei seja ela biológicas seja elas universais. São as leis que nos estrutura como seres humanos pertencentes a esse ou aquele sexo. Um individuo pode sim tornar se algo que se parece biologicamente com um homem e psicologicamente com um animal, mas isso é resultado de esse indivíduos desconhecer as verdadeiras lei que o regem biologicamente e psicologicamente e se descaracteriza com essa desobediência causada pelo fato de ignorar sua própria condição de homem. Se um individuo do sexo masculino tentasse engravidar eles estaria desobedecendo as leis biológicas que deu a elas as características de homem. Resulta que é muito mais simples aceitarmos nossa condição biológica e psicológica que tentar explicar nossos comportamentos com teorias que desconfiguram a própria existência.
Não dá para negar que tudo obedece a uma estrutura é as estruturas obedecem às leis, e tudo que não esta estruturado não dá para ser identificado, imagine um automóvel desmontado, não podemos dizer que é um carro porque ele não está estruturado com um carro, do mesmo modo não podemos descaracterizar o ser humano, porque perderemos nossa própria identidade com tal.

J.Nunez
O imparcialismo


A Sina das Amantes

Agora você vai se lembrar de mim só no próximo ano,
Depois do natal e do ano novo,
É mais provável que se lembrará de mim no carnaval.
Enquanto vai tudo bem, você não se lembra de mim,
Sou seus momentos de descontração,
Sua válvula para não explodir, sou o seu lazer garantido,
O seu prazer que tem um preço,
Sou um produto com prazo de validade,
Um objeto que pode ser trocado,
Sou apenas um erro, uma grande besteira em sua vida,
Sou um lugar onde você pode ou não voltar amanhã.
Sou a única vítima nessa historia a três.
Se ela te perdoar, você vai jurar que nunca mais vai errar,
Estão me serei a única que não presta dessa historia.
Ontem à noite você não veio, apenas disse que não viria,
Eu sei, é aniversario do seu filho, é uma festa de família.
Na outra semana, na quarta feira, você também não virá,
É aniversario de seu casamento.
Outro dia qualquer haverá uma cerimônia para os amigos,
Estão você levará ela que é a mãe de seu filho
O seu orgulho em forma de mulher.
Eu estou aqui esperando você contar mais uma mentira a ela,
Que é seu porto seguro, sua moral e sua decência...
Foi ilusão pensar que eu sendo a amante
Ficava apenas com o lado bom do amor.
O que sobra para mim é ouvir os seus lamentos,
Os seus fracassos e esperar, esperar, esperar...
Sem saber exatamente o que estou esperando.
No fundo eu espero que você abandone sua família
E me tire dessas noites de solidão,
Dessa solidão de parentes, desse desamparo de amigos,
Desse desejo de ter um filho,
Dessa decadência de concubina.
Tudo era tão leve, até que apareceu o peso do tempo.
A mesma historia se repede um milhão de vezes,
E não aprendo que homens não abandonam seu lar,
E que eu sou apenas seu instinto primitiva de macho,
A suas fantasias de sexo e indecências...
Certamente quando ela descobrir,
Você vai dizer que não significou nada para você,
Mas a verdade é que sou muito mais você do que pensa,
Sou sua imoralidade, sua sujeira, sua conduta indecente ,
Sua luxúria, sua fraqueza de homem,
Seus fetiches e sua face oculta.
Olha para fora enquanto te espero,
Observo que o outono está chegando,
Você diria que é só mais um outono,
Eu digo que é mais um outono em nossas vidas,
E dessa vez ele trouxe a calma
Aos seus instintos de homem maduro,
Dessa vez ele vem disser que tudo
Foi ilusão de juventude e fúria de viver uma paixão.
O que resta para mim é o papel de Madalena,
Que deve ser apedrejada...
O que ela é, se não uma mulher fora de seu tempo,
Submissa, dependente e dedica, e com todas as virtudes cristã
Do Perdão, do sacrifício e amor.
Ela é no fundo o que todo homem deseja para ser a mãe de seus filhos.
Eu sou a devassa, a prostituta em fim de carreira,
A Madalena que deve ser apedrejada...
Você é simplesmente homem maduro que deixou as ilusões.
E no fim prevalecerá o amor e as virtudes cristã
E não o sexo e a paixão de todos os cantos escuros,
De todas as portas trancadas, de todos os quartos secretos,
De todas as escadas onde sobem bêbados e vagabundas,
De todas as ruas que eu desconhecia,
De todos as formas de mentiras...
E o que eu chamava de amor é apenas o lado depravado
De um bom homem de família.
Certamente se eu me matasse nessa noite,
Você não iria ao meu enterro amanhã
Para não ser descoberto.
No outro dia deu no jornal.
E eu não o vejo no velório dessa mulher
Com que eu também bebi, e caminhei pelas
Dentro nessas noites secretas para os hipócritas.

HERMINIO VASCONCELOS
J.Nunez
O IMPARCIALISMO

Industrialização, capitalismo e consumo

o capitalismo é cínico e pouco se importa com as ideologias,


A mulher não é somente livre economicamente e socialmente, ela é muito mais que isso, é inteligente, participativa, filosofa, poeta e pensam uma nova sociedade. Essa mulher evoluída em todo os sentidos e também degenerada em todos os sentidos, incomoda o sexo masculino e o deixa insegura para se relacionar com essa mulher, seja socialmente, seja intimamente. Essa mulher que pensa e participa conscientemente da sociedade são muito atraentes para os homens que amam a cultura o intelecto e a inteligência.
A liberdade dessa mulher só não e mais digna porque é espelhada na liberdade do homem que chama de liberdade de seus instintos mais baixos, seus vícios e suas depravações sexuais, quando a liberdade parte de uma alma livre de sua própria inconsciência.
Essa liberdade com base em nossas índoles negativas e deficiências morais e éticas são daninhas para a existência do sexo masculino, e mais nociva ainda para o sexo feminino que deseja a descaracterização de si mesmo, quando na verdade sua condição biológica e psicológica indica que são elas sublimes e portadoras da luz. Sinceramente acredito na liberdade da mulher, mas em uma liberdade a maneira feminina de liberdade, e não em uma liberdade finda de inveja e cobiça da liberdade masculina que nada mais é que degeneração do corpo da alma, que nada mais é que uma autodestruição com sexo depravado, vícios desenfreados e vida desregrada.
A felicidade, a liberdade masculina e feminina deve dar a ambos os sexos um final feliz, não é o que vemos nessa liberdade com base em nossa estupidez internas, seja psicológicas, seja de alma. A liberdade deve ter sua base na vida regrada, equilibrada, seja do corpo, da alma, da conduta e dos costumes. Liberdade com base em nossas virtudes garante nos uma vida inteira feliz. Para comprovar o que digo basta lembrarmos dos jovens dos anos sessenta, se tais jovens continuassem naquele ritmo louco de vida (viva intensamente) o que seriam hoje, se que viveriam tanto tempo. A filosofia da minha liberdade segue o principio: Devagar se vai muito mias longe, quando se viver intensamente, se vive menos, porque se desgasta logo.
Para que eu estou falando, será que estou falando para uma geração que não virá porque o fim esta a nossas portas será, que estou falando para uma geração que vou educada para o consumo no natal e no ano novo, uma geração que tem possui valores que não seja comercial e consumista que são valores universais.
Será que estou falando para uma sociedade em que até mesmo o padre é um objeto moldado pela máquina do consumo e do comercio, será que estou falando para uma grupo social que nem se quer é contato, devido ao tempo em que esse grupo esta desempregado, se eles não aparecem nas estatísticas podemos dizer que o país vai muito bem, será que estou falando para uma geração que lê mal e escreve pior, uma geração que daqui a pouca tempo será contata nas estatísticas com homens letrados e alfabetizados, porque concluíram o segundo grau, motivados pela bolsa família, essa geração não é capaz de participar da sociedade e pensa-la. Essa é a geração formada para consumir, consumir e consumir...Essa é a geração resultante da industrialização e do consumo, essa é a geração que não possui valores religiosos, familiares e sociais, o consumo tomou o lugar de tudo. Observe as propagandas na TV, observe que a cerveja não é só um liquido que deixa bêbado, elas são os valores humanos de coragem, vontade e luta, observe que o refrigerante, não é só um líquido, ele é juventude, alegria e liberdade. O produto de consumo é o nosso padre, os nossos pais, nossa mães, nossa filosofia, nossa família, é tudo que precisamos para viver em uma sociedade que está perdendo a alma e possuído em seu lugar o hábito inconsciente, uma conduta robótica de consumir e por conseqüência se auto destruir. A auto destruição de nos mesmo não só vem do fato de consumirmos absurdamente, isso é na verdade é muito pior, porque a nosso auto destruição também esta relacionada com o aniquilamento, através cultura do capitalismo, das virtudes e dos valores humanos. A destruição de nossos valores nobres nos impossibilita de contribuirmos uma sociedade em que o homem e sua própria condição de ser humano com alma, coração e virtudes seja a base da sociedade.
As virtudes humanas e a alma humana sempre foi a salvação do homem, seja ela individualmente, seja ela coletivamente. Observe os desenhos na TV ele alguns deles já estão representando essa geração que não possui respeito por nada, nem por professores, pais, avos, idosos, desconhecidos etc, essa geração foram criadas para consumir, não para possuir virtudes, moral, ética. Essa geração não possui limites porque perderam a ligação com o distanciamento culturalmente e pelas perdas de valores humanos que a industrialização, o consumo e o avanço tecnológicos trouxeram. A família foi objeto nas mãos no capitalismo no começo da industrialização, foi criada ao seu modo, e de maneira mais favorável ao consumo, família padronizada pelo sonho americano. Essa mesma industrialização que estruturou a família a sua a maneira, a levou de maneira inconsciente a sua destruição, porque proporcionou a mulher à liberdade social e econômica, a mulher passou buscar sua liberdade espelhada na degeneração do homem, ou de maneira positiva, buscam sua liberdade usando suas virtudes intelectuais e criativas. O maior exemplo da liberdade feminina imita a liberdade masculina que é quase sempre depravação, sexual são os clubes das mulheres, e as bebedeiras das mulheres. Não é uma critica ao comportamento das mulheres é uma constatação da realidade.
O capitalismo e a industrialização estão se moldando a nossa auto destruição com seres humanos nos vêem como novas possibilidades de grupo de consumo, o capitalismo criou o público gay, o padre lindo e malhado e vaidoso bem diferente dos santos da igreja católica, o público evangélico, o sincretismo religioso que amplia o mercado consumidor, eu aconselho que a igreja católica lentamente a Mãe de Deus para que possa ser igual às igrejas evangélicas, que é uma herança da inquisição, para que aumente ainda mais o público consumidor. Há muitos evangélicos consumindo os livros e os CDS dos padres católicos, cantores que não sabemos de que público pertencem se católicos se evangélicos. Se acaso chamarem isso de sincretismo religioso eu direi que é apenas uma criação de um enorme público consumidor. O capitalismo não terá um fim porque ele não possui outra ideologia que não seja criar públicos e produtos para serem consumidos, o capitalismo é cínico e pouco se importa com as ideologias, ele apenas se molda a elas para que sejam favoráveis ao seu propósitos, o capitalismo moldou até Jesus cristo. Essas declarações me levam a acreditar que o capitalismo não terá um fim, a não ser que ele destrua o ser humano e o planeta como está fazendo. O modernismo também não terá um fim, enquanto ele estiver relacionado apenas com o progresso tecnológico.
O Capitalismo se molda as condições humanas, portanto não terá um fim. Se nos tornarmos vegetarianos a indústria se adaptara a nova realidade do mercado, se nos tornarmos budistas ou mulçumanos a industria se adaptará a nova realidade socioeconômica.
J.Nunez

O IMPARCIALISMO

A desconstrução da arte a desconstrução do homem

A desconstrução da arte / J.Nunez


Um louco no hospício afirmando que ele é Napoleão, não o faz um Napoleão, essa insistente em afirmar que ele é Napoleão, apenas nos dá mais razão para que o olhamos como um louco que afirma se Napoleão.
Um urinol não é arte só porque Marcel Duchamp afirmou que tudo é arte se a considerarmos arte. Quando consideramos que um urinol é arte passamos a descaracterizar e a desconfigurar a arte. Essa desconstrução da arte através de teoria que contextualiza objeto, desclassifica e descaracteriza com malabarismos teóricos absurdos, é de fato um destruição de tudo que está estabelecido, ignorando os milhões de ano que a humanidade precisou para atingir o grau de evolução de conhecimento que vemos nos grande Mestres da arte. Considerar um urinol obra de arte é fazer se de louco, compara-lo a Monalisa estão, é o cúmulo da estupidez teórica. Os malabarismos teóricos não fazem de um urinol arte, se assim fosse podia tornar a mosca uma vaca, e comer a mosca e não a vaca.
A arte de Duchamp é fruto da incapacidade de produzir arte, da ira, da inveja e da cobiça das virtudes e dons dos grandes Mestres da Arte. Pior que o urinol é o bigode que Duchamp colocou na Monalisa.
Muito da arte moderna pode ser considerada arte subjetiva porque não possui propósitos elevados, às vezes não possui propósito algum, não possuem a consciência da alma, a clareza psicológica, a filosofia, a ordem, a mística, a ciência e o conhecimento dos grandes mestres clássicos.
A arte subjetiva é fruto da mente moderna iludida e identificada com a modernização, o avanço cientifico, o materialismo e a industrialização que roubou do artista moderno a alma, o coração, a consciência de si mesmo, e do homem.
O resultado dessa identificação é a desordem e o desencontro consigo mesmo que vemos refletido na obra arte. O resultado dessa ilusão e dessa identificação com a industrialização e o consumo é a destruição do planeta e a descaracterização do homem.
A desconstrução da arte é reflexo a própria desconstrução do homem. É preciso considerar que a existência de qualquer coisa está sujeita a lei de estruturação, o que não é estruturado e não pertence a um contexto não pode ser considerado, objeto identificado.
O urinol de Duchamp não se torna obra de arte simplesmente porque esse objeto está em uma galeria de arte. O urinol de Duchamp é considerado objeto identificado porque o conhecemos como urinol com função de urinol, se não o identificássemos com objeto identificado e com essa função, não poderíamos chamá-lo de objeto identificado, e o urinol de Duchamp seria apenas um objeto com formado estranho e função não identificada, ainda assim poderiam chamá-lo de arte, apesar de não corresponder aos critérios da arte, afinal, estamos na era das teorizações.
Se não conhecêssemos o objeto urinol, ele não era nem se que objeto identificado que dirá arte, o fato de esse objeto estar contextualizado não o torna arte. Se a contextualização é capaz de transformar os objetos e suas funções, podemos estão servir nossas refeições em pinicos que um dia exerceram a função de pinico. (Isso não é uma idéia para artistas modernos)
Nessa era de teorizações precisamos saber que essas teorizações não pode ser substituir a realidade, o bom senso, a consciência e as leis que estruturam todas as coisas, essa tentativa de justificar e dignificar tudo, além de ser obra de nossa falta de aceitação de nos mesmos, gera uma inconsciência de ser e existir nunca vista antes. Essa inconsciência vai à contra mão da função elementar da arte que é a construção do homem através de sua consciência de si mesmo.
As teorizações de nosso tempo são capazes de dignificar qualquer coisa e qualquer atitude, e essa tentativa de explicar a desconstrução da arte é mais obra de arte que a própria arte a qual a teoria se refere. A desconstrução do homem se dá através das teorias de descaracterização do homem. É preciso recordar que nos identificados como homem ou como mulher por nossas próprias características biológicas, psicológicas etc. qualquer coisa desestruturada e descaracterizada não pode ser identificada, então podemos edificá-la penas como objeto não identificado. É o que esta ocorrendo com o homem contemporâneo, está começando ficar difícil saber psicologicamente e em caso mias raro fisicamente o que é um homem e o que é uma mulher. A mais grave da descaracterização é a inconsciência de nós mesmos e a falta de parâmetros do que é certo e errado, parâmetros sabiamente previsto pela natureza. Quem determinou o certo ou errado? Você me pergunta a própria natureza que obedece às leis biológicas e todas as leis que estruturam todas as coisas. Se acaso nascesse uma criança com os braços na cabeça e as pernas no lugar dos braço diríamos que a criança é um monstro. Então porque estamos querendo desestruturar tudo para dignificar nossas condutas mais repugnantes e nossas incapacidades mais insuportáveis.
O urinol possui uma função, portanto, a arte tem que exercer uma função e a função da arte é despertar o homem para si mesmo, para sua própria realidade física e espiritual, a função da arte é revelar o homem a si mesmo.
A desconstrução da arte e a desconstrução do homem é produto da própria inconsciência do homem, que está sendo piorada com os conceitos que desconstroem o homem.
A arte de Duchamp se afirmou porque não a critica não teve coragem de dizer que um urinol não é arte, isso é similar àquela historia da roupa invisível do rei que estava nu, e ninguém teve coragem de parecer ignorante. O pior é ver que ainda estamos tentando entender ou justificar nossa estupidez chamando de leigos em arte qualquer um que considera ridículo esse auto-engano.

J.Nunez
O IMPARCIALISMO

Contextualizações da literatura

Ingratidão

O mundo desfez por mim
Seus sonhos e sua ingratidão,
Fez você voltar assim
Com lágrimas nos olhos pedindo perdão

Você foi embora para viver
Outra vida, outro amor,
Ingrata, sonhou demais,
Mas o mundo te fez sofrer
Por isso voltou, mesmo sem querer,
Pois sua intenção era não voltar jamais...

Eu até te perdoei sem rancor
Pois ainda não morre
Meu antigo amor
Mas não posso te aceitar,
Sabendo que você si perdeu,
que voltou, mas já me esqueceu.



José Nunes Pereira poeta das dores clássicas, em sua poesia o homem é o mesmo e padece das mesmas dores que padeceram nossos antepassados, poeta da tristeza dos amores impossiveis, poetas das partidas, das perdas e dos sentimentos que machucam, das classicas dores de cotovelo. Nesse poeta somos mais humanos e sofremos de amor, esse poeta revela que em nosso interior, apesar do modernismo e do sexo casual e dos relacionamentos desassociados de sentimentos, no fundo de nossa almas somos os mesmos e padecemos de amores impossiveis. O seu sentimentalismo e seu sofrimento por amor revela que ainda temos muito de Romeu e Julieta em nós.
Quando pensamos em contextualização da literatura não é possível ignorar que mudamos muito, e somos os mesmos, apenas muito mais complicados e confusos. Se observarmos os temas dos romances, das novelas e do cinema que fazem mais sucesso, ainda é dos amores não correspondido, dos amores impossíveis, dos amores idealizados, contudo, o sexo fácil e a mulher emancipada ainda é uma temática contemporânea. Essas mulheres são realmente muito mais confusas, porque elas guardam em sua essência de mulher os amores românticos, lindos...Enquanto que seus comportamentos imitam os homens, seu instinto sexual, sua liberdade libidinosa.

O que é felicidade...

“Mortificais, portanto, para sempre os vossos membros terrestres:”
Carta aos Colossenses (cap 3 ver, 5)

O que é felicidade se não querer que as coisa funcionam ao nosso modo.
O filósofo Sêneca disse que somos muito otimistas,
Quando pensamos que tudo deve se adequar a nosso favor,
Certamente esse otimismo vem de nosso egocentrismo.
Hora!..Precisamos aceitar que se as coisas não dão certo
É porque em todo os acontecimentos a uma possibilidade de dar errado,
É simples assim, é apenas lei de causa e efeito.
Quando alguém diz que está possuído de ira,
Diz a verdade, está realmente possesso de si mesmo.
Cansamos de ver homens no transito ficarem possuídos pela ira,
Essa ira surge desse otimismo do egocentrismo de que fala o filosofo Sêneca,
De desejo constante de que as coisas caminhem a nosso favor.
Se digo estou possesso, é porque estou possesso de mim mesmo,
Muitas vezes possesso de demônios que eu desconheço.
O que são demônios se não a manifestação do mal em mim,
Se digo que o sujeito que comente uma atrocidade é um demônio,
Estou dizendo que esse homem está possuído pelo mal,
E o mal não vem de fora,
O mal está em nós e se manifesta nos momentos oportunos,
Naqueles momentos em que nos desconhecemos.
Como diria o santo monge, o diabo está atrás da porta.
Se me conheço um pouco posso aceitar essa realidade,
Quando eu tenho os desejos e os pensamentos mais libertinos
Não posso dizer que isso vem de fora se não de mim mesmo,
Negar essa realidade é construir uma muralha
Que nos impede de ver a nós mesmo com realismo.
”Donde vêm os conflitos entre vós?
não é precisamente de vossas paixões
que lutam em vossos membros?” (Tiago Cap 4 ver,1)
Não existe outro modo de conhecermos o céu se não observando-o,
Não existe outro modo de nos conhecermos se são observando-nos.
Quem observa o céu pode conhece-lo, mas não podem alterar
Nada apenas com o ato de observa-lo.
Quem observa a si mesmo pode conhecer a si mesmo,
Porém conhecer a nós mesmo não altera muito pouco em nós.
Um jardineiro deve conhecer o que são flores,
E o que são plantas daninhas, e arranca-las...
Para que possa formar um lindo jardim,
Do mesmo modo temos que nos conhecer
E arrancar de nos o mal que nos possui e que possuímos.
Um jardineiro usa as mãos ou uma ferramenta apropriada
Para arrancar o mal de seu jardim,
Do mesmo modo temos uma ferramenta apropriada
Para arrancar de nos o mal que é a oração penitente,
A oração que não seja voltada para o ego,
Ou seja, essas orações de pedidos materialistas.
Se pedirdes, que seja a mortificação de si mesmo.
Porque está escrito na Carta aos Colossenses (cap 3 ver, 5)
“Mortificais, portanto, para sempre os vossos membros terrestres:”

Salomão Alcantra
J.Nunez

O IMPARCIALISMO

O PAI DA MENINA PIANISTA

Nada mais hipócrita que a eliminação da hipocrisia."
(Friedrich Nietzsche)

Na praça publica um homem
Vende a salvação aos berros,
Bem, na verdade não é salvação
Que se vende atualmente,
O produto certo é prosperidade felicidade.
Duas esquina depois,
As meninas vendem a perdição de seus corpos,
Vende com olhares e gestos provocantes.
Salvação deveria ser engarrafada
E com rótulo igual ao meu whisky.
A menina diz que por alguns trocados
Diz que sou um animal.
Concordo com ela sou um animal abatido.
Um homem sai de cabeça abaixada
Para que o chapéu encubra seu rosto,
É um hipócrita, gosto muito dos hipócritas,
Porque são elas que conservam
A ordem e a moral e deixam a depravação
Longe das portas de suas casas,
Onde sua filha toda piano.
Gosto muito dos homens religiosos
Porque são eles os responsáveis
Por manter a ordem do mundo,
E a imundície de seus corações
Bem longe dos olhos de seus irmãos.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez
Jogos de Pervertidos


Ir embora, desta vez
Numa madrugada silenciosa e fria
Ou fazer jogos de pervertidos,
Fazer amor com o inimigo,
Talvez não seja esta a melhor solução
Para nosso caso de amor.
Esconder á aliança entre os anéis
Inventar outro sonho louco de amor,
Ou de propósito fazer se livre,
Talvez não seja está a melhor solução
Para o nosso caso de amor.


Ir embora, desta vez
Embaixo de uma chuva fina,
Ou desfigurar as palavras
Antes ditas com tanto sentimento
Talvez não seja está a melhor solução
Para o nosso caso de amor.
Deixe á chuva passar,
Deixe que ela esfrie e acalme nossos instintos,
Assim você não terá o trabalhar de voltar,
Como tantas outras vezes que você foi embora.
O tempo me ensinou à ciência de viver,
Mesmo que a custo de muito sofrimento.
O melhor a fazer é rever a nosso história,
Olhar em seus olhos e recomeçar
Todas as manhãs a nossa caminhada.

Salomao Alcantra

J.Nunez

A METAFÍSICA

A METAFÍSICA IMPARCIALISTA

O TEMPLO DA MORTE

Na cidade espectral, procuro por um templo,
A senhora com uma delicadeza de avô e mãe,
Indicou-me o templo da morte,
Indicou-me um velho sacerdote
Sujo de alma e corpo...,
O sacerdote me indicou uma casa,
Da qual eu me lembrava...
Quem me atendeu nesta casa,
Foi um jovem que não quis dizer onde estava o templo,
Por mais que eu apelasse...
Abandonei a casa quando avistei algumas jovens,
Contra as quais pensei que podia usar
Alguns artifícios e apelações,
Sem esforço, sem resistência alguma,
Elas me indicaram o caminho
Para o templo da morte.
O caminho embrenhou-se em um bosque
Com ares dantesco, o caminho embocou,
Numa extensa valeta de mais o menos
Três palmos e meio, ou seja,
A metade de uma cova...
A valeta provavelmente levava ao templo da morte.
Caminhei por ela,
Até que senti minhas pernas travarem,
Apesar da valeta ainda possuir a mesma largura.
Pensei em desistir de chegar ao templo da morte,
Mas olhei acima da valeta, havia um caminho,
Foi por onde cheguei ao templo da morte.
De um lado da estrada estava o salão dos decapitados,
Do outro lado da estrada
O salão dos objetos de finalidade erótica
E as insinuações libidinosas dos manequins,
Que à primeira vista pensei que fossem humanos.
Não era essa minha idéia de templo da morte.
Caminhei decepcionado pela estrada,
Encontrei pessoas a caminho do templo,
Passei em alertá-las de que não havia ali
O tal templo da morte que elas procuravam,
Mas logo pensei, que talvez o que aquela gente procurava,
Fosse exatamente o que encontrei ali.
Já distante, li a linguagem dos símbolos
Que ficaram em minha mente, e compreendi....

Jonas Correa Martins

J.Nunez

O imparcialismo
Jonas Corrêa Martins é o poeta do misticismo, do ocultismo, da experiência consciente em metafísica e da vivencia da espiritualidade. É o poeta deste tempo de liberdade religiosa e de cultura globalizada, tempo de multiculturalismo em que as religiões se fundem no conhecimento esotérico. É poeta sem corpo físico e suas vivencias são metafísicas. Poeta da subjetividade objetiva e do realismo abstrato consciente, sua poesia em nem um momento é fluxo inconsciente de pensamentos e por mais abstrato que possa parecer, neste poeta existe a vivencia desta realidade metafísica. Não se deve confundir sua experiências fora do corpo físico com meras construções e malabarismos semânticas, é ainda mais grave confundi-lo com subjetivismo inconsciente.

O Imparcialista

Salomão Alcantra é o mais imparcial

Salomão Alcantra poeta da crueldade consigo mesmo e com a sociedade em geral, da crueldade imparcial e da auto análise.
Neste poeta não há crítica, e sim relatos e constatações imparciais, nele ainda vemos qualidade ocidentais como: objetividade e praticidade. O poeta segue a imparcialidade jornalistica e a ética de nossa era da informação que se exige em nossa era da informação.
Sua franqueza, crueldade, IMPARCIALIDADE e força vem seu lema: encarar-se a frio.
Os Poemas para Gente Suja é um exemplo das caracteristicas desse poeta.
Aqui escrevo um poema com um poucos dessas caracteristicas:


Ornamentos

Trouxe rosas vermelhas

E um verso doce e emprestado

Do poeta Francisco Medeiros :

“O acaso deixou para nós dois a noite mais linda que houvera.”

Meu verso não é tão clichê .

Se eu falar de amor

Será sem figuras de linguagem,

Será sem metáforas,

Será um pouco mais diet.

Meu amor é na verdade

Uma tormenta entre as pernas,

Um olhar guloso e incontido,

Um remexer de quadris.

Meu amor é sem ornamentos,

Meu amor não é de sonhos,

Meu amor é necessidade dos instintos,

Meu amor carrega o peso morto da vida.

Ela ainda quer um príncipe,

Então, preciso de ornamentos e um verso

do poeta Francisco Medeiros.

Não importa os meios, tudo tem o mesmo fim.

Salomão Alcantra

J.Nunez

O fim do modernismo

De que céu estamos falando!
Apesar do céu ter amanhecido azul na cidade de Marília,
Definitivamente é o fim dos tempos,
haja igreja para tanto gente desejando o céu...
já não pasta o clima agora os cientistas
dizem que um meteoro pode colidir com a terra em 2014
Um céu como recompensa é o que espero,
mas que céu é esse,
se o céu do qual eu tenho direito é patronizado pelo cristianismo
com um felicidade e um monotonia insuportavel.
Como podemos patronizar o céu e a felicidade,
se o nosso céu é um inferno.
O meu céu não pode ser igual ao de todo mundo,
Cá entre nós, queremos ir para o céu, mesmo que seja esse cristão,
com tudo que nós condena ao inferno, não conseguimos desapagar..
O céu de um carnavalesco deveria ser feito
de mulatas rebolando eternamente e samba a eternidade inteira,
o céu de um banqueiro deveria ser de muito dinheiro e muito,
mas muito consumo,
o céu da socialite não pode ser igual ao meu,
eu não suportaria tanta superficilidade,
e ela não suportaria todas as pesteiras que falo sem pudor,
o céu das funqueiras deveria ser um proibidão,
o céu de um jogador de futebol deveria ser de loiras mulatas, outras,
mais carros e música de mau gosto,
o céu na verdade deveria ser o Inferno de Dante,
sem diabo e muito fogo, é claro!
Esse céu patronizado não serve nem para as mais beatas das beatas
com seus sonhos eróticos e absolutamente molhados.
Que céu você está esperando,
um céu de música instrumental e anjos gordinhos tocando a eternidade inteira,
isso seria um inferno em forma de monotonia.
Passamos a vida inteira desejando um céu
que no fundo de nós mesmo sentimos que seria uma tortura infernal
ter que suportar anjinhos fofinhos tocanto eternamente,
e nós lá escutanto feito um gato gordo que se deixa no sofá da sala,
na verdade o que desejamos mesmo é o inferno,
mas sabemos que o diabo é malvado
e não nos deixará em paz para curtir nossa devasidão eternamente.
O diabo sempre vem com aquela história de fogo eterno.
Cá entre nós, não somos cisnes brancos!...
Se não fosse esse medo da morte trazidos pelas castastrofes,
o mundo é um céu para muito de nós.
Em fim não é que desejamos o céu; é que borramos de medo do inferno.
Acretido na espiritualidade em que a entrega é total
e a felicidade e a segurança vem dessa entrega...
Criamos um deus moldavel e mais o menos,
um deus simpatizante a tudo que é podre em nós...
Há! como eu amo a entrega a DEUS de Santa Rita de Cássia,
Os estigmas de são Francismo de Assis,
Esses santo de penitências mortificadoras, são os escolhidos de DEUS.

Salomão Alcantra J.Nunez O IMPARCIALISMO

Quem são os meninos e meninas que marcam brigas pela internet

Filhos da Industrialização


São os filhos da industrialização que terceirizou a educação de nossos filhos,
São os sem voz nessa sociedade que os defende tanto que rouba delas sua individualidade, rouba deles o seu papel de individuo em formação, rouba deles a escola da vida, rouba deles o crescimento, as virtudes, as responsabilidades humanas e social, e as responsabilidades por seus próprios atos. Essa e a geração dos adolescentes que possuem responsabilidades apenas em teorias, porque na prática são os seus pais que respondem por eles.
Essa geração só não e considerada indivíduos em formação quando se trata de suas liberdades sexuais e sua sexualidade imatura e perigosa, porque os deixa desmotivado para o exercício da vida. Isso porque o sexo é o fator que motiva o homem em suas conquistas.

São os filhos dos pais sem tempo para seus filhos, ou de pais que tem a ilusão de que são pais presentes só pelo fato de irem nas reuniões escolares de seus filhos ou olhar para o rosto de seus filhos duas vezes por dia.

Pais presentes eram aqueles que seus filhos os imitavam porque seus pais eram o mais próximo referencia de homem, a maior influencia que os filhos recebiam, isso porque esses pais tinham tempo livre e ainda podiam levar seus filhos para ajuda-los em algum trabalho.

Os pais modernos têm que trabalhar muitas vezes aos sábado e domingo e ainda estudar para que consigam se manter no mercado de trabalho, essa é a geração de pais que com mais de quarenta anos tem que estudar para se manter no mercado de trabalho e assim conseguir manter sua condição social.

As influencia que os adolescentes recebem quase sempre não vem nem si quer de pessoas reais, essas influencias muitas vezes vem das mídias e do consumismo.

Esses meninos e meninas que marcam brigas pela internet é uma sociedade perigosa dentro da sociedade geral, formada por pais sem tempo de educar e influenciar seus filhos, é um sociedade formada a partir do desamparo e do distanciamento, da terceirização da educação, da industria do consumo, da perdas dos valores humanos, da desvalorização da alma e das experiência de vida, tudo isso foi substituído pelas máquina fabulosas e pela industria do consumo e do lucro, esquecemos que somos primitivos na alma, somos os mesmos, e devemos ter os mesmos valores que sempre guiaram a humanidade.

É incoerente o fato de essa sociedade defender tanto seus adolescestes tirando deles sua responsabilidades por sua própria formação e ao mesmo tempo os abandona a própria sorte, isso quando não estamos próximos o suficiente para influencia-los educa-los e orienta-los. Essa incoerência é fruto do distanciamento, essa incoerência busca recompensar esse distanciamento com liberdades da qual os adolescentes não são capazes de direciona-las de modo proveitoso para si e para a sociedade.

O adolescente é um individuo que deve ser educado para assumir o papel de seus pais, ou seja, dos adultos que hoje atual na sociedade. O que está ocorrendo é a criação de uma sociedade dentro da sociedade de pais e construtores da sociedade geral, essa sociedade dentro da sociedade geral é formada por individuo em fase de formação, indivíduos que não são independente financeiramente, socialmente, judicialmente, biologicamente e intimamente e, portanto, precisam ser orientados, educados, motivados, influenciados etc

Esses adolescentes que brigam na internet formaram seus valores próprios baseados nos instintos mais primitivos dos homens, a selvageria, que busca impor-se a culto de violência e provas de bravuras para que sejam aceitos pelo grupo, esses adolescentes estão colocando em prática o que é básico em qualquer sociedade, a aceitação do individuo, o pertencer a um grupo. O fato de serem essa sociedade dependes em tudo da sociedade geral, só resta a eles o testado primitivo do homem, a selvageria. Se acaso descorda desse metalúrgico petulante observe que seus filhos podem estar vivendo nesse exato momento um vida que você desconhece totalmente. Esse fato é muito mais que a individualidade de seu filho, é a criação de uma sociedade.

J.Nunez O IMPARCIALISMO

A Arte que não imita a vida

O Imparcialismo vai na contramão da concepção clássica de arte
Na literatura imparcialista não existe o terno auto-ajuda porque na literatura imparcialista todos os genêros literários estão em função do homem e de seu auto-desifrar, seu auto-conhecimento. Essa é a literatura em função do homem e não apenas em função da arte, nesse sentido a literatura imparcialista vai na contramão da concepção clássica da arte, que é a arte uma imitação da vida, a literatura imparcialista não imita a vida, nem mesmo faz patrões e ideais de beleza inatingiveis como ocorre na concepção clássica da arte.
A literatura imparcialista parte do homem para ele mesmo e nele permanece buscando decifra-lo a si mesmo, diagnostica-lo para que esse homem caminhe para o auto-conhecimento.
o ideal de ser é uma ilusão que não permite ao homem conhecer a si mesmo como ele é sem os ornamentos da arte.
Na literatura imparcialista o homem é o que é, e desse estado de lucidez de ser o homem não é mais um ideal de ser, e sim é de fato.
Na literatura imparcialista o Corcunda de Notredame não precisa se esconder porque somos todos mostruosos em algum aspecto e não há disfarce que esconda a nossa feira e não a ornamentos excessivos para a nossa beleza.
Não fazemos críticas, e sim relatos e constatações imparciais sobre a realidade.

J.Nunez

A arte clássica se desenvolveu em si mesma e por si mesma, com o objetivo de reproduzir a vida. Na contramão da história da arte o imparcialismo estuda a vida para reproduzir a vida com o propósito revelar o homem a si mesmo atraves da arte.

J.Nunez

Nossa função não é limpar a sujeira, mas sim aponta-la, mudanças cabem aos individuos.

J.Nunez

A Imparcialidade passa a ser parcialidade e perseguição depois de muito dizer o que já foi dito e mais que compreendido.

J.Nunez


Um exemplo da literatura em função do homem:

Uma Chance Para Recomeçar 2ª Edição

Sou rio que foi sujo pelo caminho
E se purificou correndo entre as pedras e as quedas,
E broto outra vez cristalino.
Saulo Menezes Castro

Não é o que os outros pensam que vai tirar
De você a chance de recomeçar,
De provar que você é capaz de vencer.
Deixei meu orgulho e minha vaidade de lado
Porque eu te amo demais para te perder assim.
Eu posso te perdoar porque já vivi o bastante
Para saber que somos feitos de ilusões.
Aprendi com meus erros,
Eu sofri meus fracassos,
Eu chorei noites de solidão.
Eu posso te perdoar,
Eu também já sofri arrependimentos
E o remorso me mastigou por dentro.
Compreendi que sou humano,
Que a vida se faz de vitórias e fracassos,
Que um dia não é uma vida, quando se quer vencer,
Quando se espera uma chance para recomeçar.
Não fui condenado à vida inteira por um erro,
Também não posso te condenar
A vida inteira por seu erro;
Quando sinto que você quer recomeçar,
E que aprendeu a lição
De que esse mundo é feito de ilusão.
Eu sei que o perdão vem da força do amor.

Francisco Medeiros
J.Nunez

Saulo Menezes Castro poeta da integração com à natureza, da ciência sem cálculos e da filosofia sem teses e teorias. Poeta do envolvimento e da dança com os átomos, poeta da fusão do homem consigo mesmo, da individualidade, da consciência de existir e da integração com o universo. O homem é apenas uma pequena parte, um único membro desse corpo infinito e universal.

Por amar demais...

o Crime de Salomé

Antes que a porta batesse
As minhas costas, e você saísse
Dizendo o seu último adeus,
Numa tempestade de sentimentos,
Num acesso de fúria, perdi toda
A minha conhecida compostura,
Entre gritos de desabafo
E palavras irracionais,
Praguejei o teu nome,
Varri com os braços os objetos sobre a mesa,
Tudo foi ao chão,
Vidros, pratos, moveis, quadros
Tudo foi ao chão,
Descabelei, rasguei cartas,
Fotos e tudo que lembrava nós dois,
Tudo que foi as tuas pegadas no meu caminho,
Lamentei o sonho perdido,
Desejei a você, toda a infelicidade possível,
Depois cai no centro na sala
Num choro desesperado,
Depois cai no centro da sala
Exausta, assassina e suicida.
Quando as lágrimas secaram,
E me restou apenas sentimentos incontidos,
Levantei-me cambaleante,
Embriaguei-me de vinho ou sangue
E dancei no centro da sala
Feito Salomé enlouquecida.
Não existi por um instante,
Acordei com o Sol da manhã,
Que atravessou a vidraça e deu na minha cara,
E com uma borboleta, num vôo displicente
E desnorteado pela sala,
Sobre a luz tímida de uma manhã de domingo.
Já era tarde para fugir,
Já era tarde para qualquer coisa,
Que eu pretendesse fazer naquele dia,
Então deixei este dia para lamentar e ser triste,
Simplesmente triste,
Então deixei-me entre os escombros.
O sol deu na minha cara,
Mas ainda não me levantei
Aos poucos estou me levantando,
Aos poucos estou sorrindo,
Aos poucos estou me refazendo,
E quando chegar a primavera,
Já terei asas, e voarei displicente
E desnorteada entre flores e outros sonhos,
Num dia de Arco-íres e Sol.
Talvez ainda nasçam flores nas janelas
De minhas casas imaginárias,
Talvez eu ainda adormeça em um peito,
Ouvido um coração, feito uma canção de adormecer.
Já era tarde para fugir,
Já era tarde para tudo que eu pretendesse
Fazer numa manhã de domingo,
E a policia estava a minha porta,
Sem reação, estendi os braços para as algemas.
Como a mansidão de cordeiro,
Que se entrega ao sacrifício.
O juiz me olhou compreensivo
E deu a sua sentença:
_Salomé é condenada... Por amar demais...
Da claridade que atravessava a janela
E caminhava pelo chão e pela parede da cela,
Fiz meu relógio de Sol,
Porem, a noite vem chegando,
A cegueira vem chegando,
E o Sol escureceu na minha janela,
Negou-me o seu brilho, vou morrendo
Feito flores em vasos, tristes e amarelas.
Nada mais me fere sou toda adormecimento.

Salomão Alcantra / J.Nunez

O Poder da mulher está em seu próprio corpo

POEMA PARA GENTE SUJA ( V )


Há muitas formas de mentiras, porém a mentira
Clássica acontece entre os sexos.
Os homens mentem sabendo que mentem,
As mulheres sabem que são mentiras,
Mas preferem acreditar, e assim todo mundo ganha;
Os homens e mulheres atingem seus objetivos.
As mulheres fazem que acreditam porque elas
Precisam mais de ilusões que os homens,
Por isso elas se pintam, contudo o poder das mulheres
É muito mais real que o poder dos homens,
Isso porque o poder da mulher está mais em seu corpo
E em sua condição de ser mulher com todos atributos,
Enquanto que o poder do homem
Está em boa porcentagem em sua condição social,
E um pouco no que ele é como pessoa.
Não importa o sexo, ambos são demasiadamente idealista no amor,
Ambos possuem um ideal de homem e um ideal de mulher,
Esse ideal está sujeito a condição social
E cultural e a idade em ambos os sexos.
Os menos inocentes, os que não são virgens na alma
Sabem que o ideal é apenas uma idéia sobre qualquer coisa
E a idéia na vida pratica não se conclui como o ideal,
Porque na vida pratica há muitas outras leis
Alem de nosso egoísmo e caprichos interiores.
Certamente as mulheres, se não odiarem os meus poemas para gente suja,
Elas ao menos não gostaram, e acho natural que seja assim,
Afinal esses poemas desbotam a vida, destruí a ilusão
Só para deixar um descampado que me leva rumo a mim mesmo.
O fato de a mulher possuir o seu poder real e corpóreo
As torna um pouco mais ressabiadas com as verdades.
Se o poder do homem está fora de si mesmo,
O homem tem a opção de tornar se poderoso no autodomínio
E na emancipação de sua alma
E isso inclui o que parece impossível,
Suportar a sedução dos corpos femininos.
A verdade é que os homens que são estimulados visualmente,
Estão sendo esganados pelas mentiras
Que elas contam com seus corpos, que são o seu o próprio ideal de corpo,
Quando saem em revistas que os homem compram para se (interterem)
E se auto enganarem porque sabem que os corpos depois que se inventou
Os recursos para configurar imagens às mulheres são as mesmas
Que são em realidade, elas atingiram o seu ideal de auto imagem.
Onde esta o direito do consumidor para esses homens enganados pelo fotoshop.
A nudez é obra de arte, a sua nudez seria obra de arte,
A minha estou certo seria uma aberração,
Estão será que não existe nu artísticos e são apenas corpos lindos e outros atributos.
O carnaval é cultura, se é cultura essa cultura está sujeita aos corpos das mulheres,
Se é o maior espetáculo da terra ele é feito com corpos de mulheres.
Qual homem escuta uma historia cantada
Enquanto mulatas, morenas, loiras e até asiáticas requebrar.
(Poderia falar mais; não vou me empolgar)
O que eu sei é que o carnaval é edificante, deixa bem ereto,
Mas depois inevitavelmente amolece.
Esse poder que a mulher tem em si mesma é dado pelo homen
Que fica entorpecidos com a nudez e a delicadeza em seus corpos,
Do mesmo modo o poder do homem é dado pela mulher
Que admira é deseja homens capazes que dar lhes tudo que merecem,
Afinal, elas são o maior e mais desejado tesouro que a terra possui,
No fim das contas às conquistas dos homens se resume nas mulheres ou na mulher.
Não vou esquecer das mulheres poderosas não só pelo fato de ser mulheres,
Mas também pelo fato de serem socialmente bem sucedidas,
Essas mulheres podem até comprar o sexo
E disserem que são felizes iguais aos homens que comprar o sexo,
Mas a verdade é que mesmo nos homens essa condição de liberdade
Se prolongada até a velhice, deixará neles uma frustração por muitos motivos.
Será que nas mulheres poderosas socialmente e livre sexualmente
Essa sensação de frustração não é rápida que nos homens,
Afinal elas são pressas a sua própria condição de ser mulheres.
Posso considerar que essas mulheres poderosas socialmente
E que gozam as mesmas liberdades do homem
Sejam parte da estruturação de uma nova sociedades
E de um novo formado de família, porém não posso desconsiderar
O que estou vendo; que são homens é mulheres desencontrados em si mesmos
E um para com o outro.
É claro que no passado à relação entre os sexos não foi exemplar,
O que se constada é que essa relação piorou muito,
Um exemplo disso são as reportagens que quase todo dia
Fala de um homem que matou sua mulher ou ex mulher
Porque não suportou a separação,
Será que os homens não suportam a separação,
Ou não suportam o fato de as mulheres terem se tornado
Emancipadas e poderosas socialmente
E precisam muito pouco de seu poder real
Que é o poder de seu corpo e de sua delicadeza que entorpece todos os homens.
O homem se torna desmotivado
Quando o seu maior estimulo para ir a luta que, é o sexo
Se tornou algo que as mulher compram ou se dão ao luxo de dispensar
Ou praticar quando bem intentem, e a sua maneira.
Nos que somos entorpecidos pelo sexo
Ficamos aqui parados olhando a liberdade que a mulher se dá,
Liberdade essa que nos desestimula
Porque para nos homens não há nesse sexo
O valor da conquista e da guerra.
Nós estamos entorpecidos se sexo fácil...
Esse que erra nossa razão de viver, lutar e vencer.
Não sei e estou certo no que digo,
O que sei é que quando eu falo de desilusões
Abro um descampado ruma a mim mesmo
E esse é meu único propósito

J.Nunez

Literatura para a Era da Informação

Literatura para a Era da Informação,

O IMPARCIALISMO: literatura para o novo contexto tem como objetivo criar a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com todas suas dores, aflições, medos dúvidas, conflitos, alegrias, sensações, comportamentos, sentimentos e pensamentos.O Imparcialismo é a poesia para a Era da Informação, para um novo contexto histórico em que um cidadão negro chegou ao poder nos Estados Unidos, para esse tempo em que há uma democratização do conhecimento, para esse de sincretismo, para esse tempo de multiculturalismo e globalização,para a mulher emancipada poderosa e engajada, para esse tempo de sexo fácil descompromissado com o coração, para esse tempo em o homem é degenerado, desmotivado pelo sexo fácil, desorientado e conflituoso, para esse tempo em que a mulher tem o poder e liberdade mas ainda assim é pressa na própria condição de ser mulher, para uma geração desorientada, sem regras e limites, para esse tempo de aquecimento global, conseqüências do capitalismo, do consumismo e da industrialização para escassez de recursos, para o possibilismo social, para virtualidade, para consciência ecológica, para o catastrofismo, para esse tempo conservadorismo cristão em oposição as novas idéias de humano, para esse tempo em que tudo é moldável e está sujeito ao gosto das multidões, em que tudo é moldável inclusive as idéias de um Deus, para um tempo de frouxidão moral e ética, para um tempo em que tudo está a venda e tudo é adaptável, temos tudo para todos os gostos, para esse tempo de experimentações genéticas, homens metrossexuais resultados do poder e da liberdade da mulher etc etc

A idéia de imparcialidade está mais ligada a idéia de número impar do que a idéia de imparcialidade no seu sentido denotativo. O imparcial é aquele que sobra depois que se forma pares ou parcialidades, os que sobram são os poetas imparcialistas que podem olhar o mundo que nos rodeia sem identificações que não nos permite olhar sem distanciamento histórico. A exclusão tem uma conotação positiva quando olhada por esse lado.
O modernismo é medido pelo avanço tecnológico sendo assim, não terá um fim.

J.Nunez O IMPARCIALISMO

A Métrica, a temática, a forma e a estética do poema Imparcialista

A Serpente e o Cisne Branco

Ela também têm pálpebras,
Mas não se engane,
Ele é uma cobra,
Com todo os atributos...
Ela não tem veneno
Mas não se engane
Ela é uma cobra,
Ela serpenteia para seduzir,
Se enrosca para esmagar,
E engole sem mastigar...

O Homens ainda e o mesmo, oscila entre santas e libertinas.

Outra me promete amor,
Amor de cisne branco,
Amor de vida inteira,
Somos dois, somos um
Vivendo em dois corpos.
Nos amamos assim: carnalmente
Sem saciar o amor,
fogo não apaga fogo,
E adormecemos assim:
Um dentro do outro.

Octávio Guerra
J.Nunez
O IMPARCIALISMO

Análise do Poema
A métrica imparcialista é exposta nesses versos desse poema, nele a métrica é feita com a mesma quantidade de palavras em todos os versos, e a quantidade desses versos resulta em um número impar, sendo duas estrofes compostas por versos pares mais o verso imparcial que somado as duas estrofes torna a quantidade de versos impar . O verso impar ou imparcial abrange o ponto de vista das duas estrofes.

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

MOVIMENTO IMPARCIALISTA