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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 11 de setembro de 2010

Saído da casca do ovo...
















Saído da casca do ovo


Uma vida nova se inicia quando quebramos a casca do ovo.
Romper com essa barreira é uma necessidade
Para que haja renovação e vida nova.
Novos desafios, novas descobertas e outras aprendizagens
Se iniciam após sairmos da casca do ovo,
A nossa iniciativa em mostrar nosso potencial e talento
É romper com uma vida e iniciar outra,
Os talentos são outras formas de vida latentes em todos nós,
Contudo é preciso coragem para novos rumos...
Se os filhotes de pássaros não romperem a casca do ovo,
Se não tiverem coragem para uma nova vida,
Certamente morreriam sem saber
O que há mais além daquele mundo.
Esse projeto é um incentivo para que deixemos a casca no ovo...

J.Nunez

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Ritual e Magia

Ritual e Magia

A Potência de amar
Está em meu corpo e em minha alma,
Que realiza todos os dias um ritual diferente
Para te amar outra vez como se fosse à última
A única e primeira vez.
A potência de amar é acumulada
Nessa fome que não sacio ao te amar,
Te amo mais a medida que te amo...
Te quero mais a medida que de quero.
Teu corpo é a personificação do meu desejo,
Teu corpo é a síntese do que é amar.
Teu corpo adormece e me acalma
E meu desejo ganha essa serenidade esses tom e essa luz
Do abajur que ilumina seu corpo
Quase que deixado sobre o meu.

Josias Maciel
J.Nunez

Josias Maciel é o poeta do homem idealizado, o poeta da potência, da virilidade, da regeneração do homem desmoralizado, desmotivado pelo sexo fácil e casual. Neste poeta encontramos a mulher com suas qualidades e virtudes naturais e não uma imitação do homem que é naturalmente vil. É o poeta das regenerações, da fertilidade, da virilidade sem magismo, da potência, da pureza sem puritanismos e da expressão masculina, da clareza, da concentração e objetividade masculina, das virtudes sem encenações, da linguajem solta e direta. Este poeta é a oposição a feminilidade, as vaidades do homem atual e a desmoralização do homem.

http://literaturaimparcialista.blogspot.com/

Amor cristão

Personifique o amor
Sintetize a paixão,
Canalize o desejo,
Em um único corpo,
Em uma única alma.
O cristianismo é equilíbrio Budista
Apesar de o cristão não saber disso...
Só é possível ser cristão
Se personificar o amor
Sintetizar a paixão
Canalizarmos o desejo
No corpo de alguém do sexo oposto
E tornar-lo um patrão
De todos os outros corpos de sexo oposto,
O bom cristão tem que olhar com todo o seu potencial
De amar carnalmente e espiritualmente
Um único corpo que em si mesmo
É a síntese de todos os outros corpos
Que seus olhos vierem a cobiçar...

Murilo Santiago
J.Nunez

Imparcialismo é comigo mesmo...

Na imensa paisagem seca á beira da estrada os ipês de flores amarelas e as flores de maio nas janelas põem cores em duas estações. Eu também poderia por cores em dias de inverno, eu também poderia debruçar na janela de minha alma e comtemplar dias de Sol e chuva, eu também poderia sentar a sombra confortável de mim mesmo e deixar a vida passar sobre meus olhos,
Eu poderia aquecer-me ao Sol, banhar-me na chuva e ver o dia amanher em teu sorriso.
 
06/08/06 
Aprumo meu espirito alinho a minha conduta,
igual ao execultivo que arruma a gravata e alinha o paletó enquando atravessa a rua e entra no prédio de escritórios em frente ao Roma café bar.
De ontem para hoje o dia amanheceu configurado da mesma maneira; eu é que amanheci sobrando pontas para todos os lados, eu é que amanheci configurado de outra maneira. Ainda não acordei por inteiro por isso não sei o que em mim sobra neste instante, porem suspeito que seja o antigo descontentamento de ser eu. Sou crítico ou sou gato velho rabugento, e meu senso crítico nada mais é que ódio do mundo e uma forma de ser furioso; minhas palavras é valvula de escape. 
Não sou de cobiça ou inveja mas gostaria de ter esta sua gargalhada gostosa...debochada e germiniana como se fosse uma exaculação da alma
Um suspiro, uma válvula que não te deixa assim: a
ponto de uma erupção de fúria.

26/08/06
                                   
J.Nunez

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Agradecimento ao Lampião Atômico

http://lampiaoatomico.blogspot.com/2010/09/por-jose-nunez-publicado-2092010.html

J.Nunez e o MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO E SEUS CATORSE POETAS IMPARCIALISTAS AGRADECE IMENSAMENTE AO LAMPIÃO ATOMICO PELA DIVULGAÇÃO DE NOSSO TRABALHO LITERÁRIO.
É realmente gratificando quando percebemos que alguém assimilou e compreendeu o nosso trabalho...

J.Nunez

Artigos, poetas e poesia imparcialistas

Os artigos imparcialistas é a estudo para a literatura para o novo contexto, porém esses artigos transpassam a idéia de estudo, e se torna a própria obra literária enquanto que é o estudo para a própria obra, e obra que se desenvolve a em si e a si mesma.
Os poetas imparcialistas são pseudônimos, portanto não existem sem a pessoa de J.NUNEZ que é o escritor do Movimento Literário Imparcialismo e seus catorse poetas imparcialistas.
A poesia imparcialista suas caracteristicas e suas variações como: o cronopoema , métrica e o bucolismo urbano a cosmoplolitismo virrtual, o multiculturalismo, o possibilismo etc é a própria poesia, mas, não deixa de ser um estudo de si mesmo.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/46288/1/Artigos-poetas-e-poesias-imparcialistas/pagina1.html#ixzz0yvqlPib8

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Sobre a beleza, a feiura, o talento e a pobreza.

O conforto psicológico e físico do feio é dizer que a beleza está sujeita ao tempo, contudo é melhor ser feio por um determinado tempo que ser feio a vida inteira, mas quem se importa com as beleza dos gênios.
É uma crueldade o que fazemos com as pessoas belas quando não vemos seus talentos, mas que culpa eu tenho se a beleza dessas pessoas ofusca seus talentos!
Eu que sou um intermediário, pelo menos é o que penso de mim mesmo, não sou lindo mas também são sou horroroso, estou ali na media, eu que sou assim, penso que assim é melhor porque ninguém nota minha pouca beleza e nem minha pouca feira, estão sobra espaço para o talentos, mas onde estão meus talentos!... Eles devem estar no sótão feito coisa Guardadas com pouco zelo....
Eu estou guardado no sótão das memórias. O conforto psicológico do fracassado é dizer que do mundo nada se leva, contudo é melhor ter não mais que o suficiente que viver a vida inteira na penúria e desculpá-las com frases cristãs e hipócritas que defende a pobreza enquanto ela a come vivo.
Não pensem que sou materialista porque aprecio muito a pobreza objetiva de Francisco de Assis... Aprecio a penúria como forma de mortificação dos pecados... Isso é pobreza voluntaria sem desculpas de cristão fracassados e hipócritas. Se bem que as igrejas estão mudando o discurso, agora oferecem prosperidade e felicidade, a salvação cai de moda na sociedade do prazer.

Salomão Alcantra
J.Nunez

domingo, 5 de setembro de 2010

Sobre todos os signos do zodiacais...

Neste tempo nem mesmo as quatros estações do ano são estáveis, muito menos eu, humano e sujo, amigo do Pessoa e de Walt whiltmam e ainda nascido sobre todos os signos zodiacais.
Acho que é natural, que ainda eu não saiba se penso que sou eterno como todas as coisas em eterno estado de mutação, ou se de fato existo assim.
Este dia se resume em resfriado, catarro e decomposição de mim largado ali num canto do sofá, resistindo a todas as vontades de fazer qualquer coisa, a não ser saborear um café forte e amargo, como o agora.
Quero olhar para alem das paredes que não vejo, e simplesmente, saborear um café, como se a vida se resumisse neste ato irresponsável e distraído, porem o silêncio é fecundo e me fala segredos aos ouvidos, me diz que, definitivamente o tempo não existe, o que existe são as coisas oxidáveis dentro da eternidade. O que chamamos de tempo são canseiras, esgotamento e decomposição, que aos poucos nos sucumbe, e passamos a existir apenas espectral.
A rotina existe porque somos seres esgotáveis e necessitamos de nos recompor, como qualquer outra maquina que não resiste ao movimento perpétuo dentro da eternidade.
Meu coração, pedra ao relento em lenta decomposição, sabe, que o que tenho chamo de vida, é rotina, canseira e relógio com seu tic tac insuportável, ou com seu despertar de galo mecânico desesperado em madrugadas de inverno.
21/05/06

Caminhando displicente na superfície de pensar, tropecei em pensamentos despropositais e soltos no relevo da consciência, cai no mais profundo do meu interior, numa queda de estrela cadente ou de anjo caído, para lá de onde tudo é esquecimento.
Quando me falta o amor, perco a mística e tenho a frieza dos ideais e da técnica, que seca o sal dos meus olhos e estanca a hemorragia da minha alma.
Queria sangra na alma como Tereza Wilhman sangrava em seu membros estigmatizados, queria arrepender-me feito belzebu nos mundos infernais, estar em sintonia com o eterno como
São Francisco de Assis, estender a mão ao ser humano como São Vicente de Paula e ter o dom do verbo como São João.
Depois do ideal de ser me resta ser quem sou agora, técnico e frio como um psicanalista.
Com todas as ferramentas na memória, desbravo, garimpo as profundezas de meu ser e encontro pedras ainda brutas, que vou lapidando num processo lento, angustiante e minucioso.
Nestas camadas mais profundas de meu ser encontro o inferno do homem, de onde vem a erupção de pensar e sentir, que formam o meu céu de Pompéia, que cai e transformam o relevo de minha personalidade superficial e deixo de ser deserto onde fui Mar, e deixo de ser Terra plana onde fui montanha e sou agora indefinido e informe, sobre esta influência de maré de lua.

23/07/06

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O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

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