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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 18 de setembro de 2010

Retrato de homens iguais mim...

O que eu poderia chamar de meu primeiro amor,                

é hoje uma prostituta de esquina, e das mais baratas.
O que a vida faz com a nossa nobreza!?
Quanto a isso...,não tenho ressentimento sou quaisquer sentimentos, isso me serve apenas como exemplo, que a vida da volta imprevisíveis... e alem do mais..., também não me criei um santo...,na verdade não me vejo diferente de meu primeiro amor,
Também tenho me vendido de alguma forma, e bem baratinho!...

                                                        02/09/04

Basta mencionar a palavra "querer" que tudo fica sobre bases vulneráveis.
A base sólida de ser é ser sem culpa.
O segredo de ser é ser de dentro para fora.
O que é uma vida estruturada?
Se não uma base sólida, uma terra boa para que germine o espírito.
Somente o espírito tem bases sólidas e suspensas.
Amo esta minha voz sem corpo, esta minha existência sem forma...,
Não existe base mais sólida do que existir assim: voz sem corpo  

                                                     02/09/04

É natural que os rostos tenham hoje esta suave expressão de tristeza, tristeza de uma despedida, afinal é Domingo, e o Sol já caiu atrás das casas.
Por estes dias..., não me é natural este sorriso,
Este sorriso é uma necessidade de autocura.
Por estes dias, nem por dias nenhum...,me é natural este sorriso, naturalmente e sem incomodar e sem ninguém, sou pessimista e triste, minha tristeza  é de não me ver com bons olhos.

                                              09/09/04

 Não me lembro mais de quantos tombos conotativos levantei-me,
e de quantos atropelos figurados  sobrevivi.
E a vida termina em reticência; porque nada se explica, ou porque somos de certo modo eternos...,
ou ao menos diferentes das coisas, somos feitos de substantivos concretos e abstratos.

                                                09/09/4

Salomão Alcatra
J.Nunez

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Entre outras coisas, falarei de amor....

Entre outras coisas, falarei de amor, apesar de não saber como falar de amor, apesar de não saber o que é amor.

Olho para dentro de mim, ou para dentro de qualquer ser humano, e vejo o amor, coisinha  minúsculo entre outros milhões de sentimentos conflitos e pensamentos que damos  a eles o nome de razão, e esta maldita razão, e estes malditos sentimentos com muitas direções, sufocam o pouquinho de dignidade e nobreza que temos, e nos deixam embaraçados por dentro e indignos por fora.Talvez outro dia qualquer falarei do amor sem este embaraço de sentimentos, neste dia o amor será um Sol sem nuvens escuras no meu peito.
Deixe como esta, e o amor assim me basta, me sacia os sentidos, e o resto do tempo que me resta, exerço minhas virtudes e guerreio com meus sentidos.
Deixe estas nuvens escuras passar para que brilhe o amor, ai então, não direi nada sobre o amor porque não encontrarei as palavras...sentirei o amor como sinto o vento...,
Eu o procuro além da margem de tudo que é humano, desta vez não terei dúvidas, eu o reconhecerei, daremos as mãos, e caminharemos em silêncio, entre tanta outras coisas que não se explicam.

                                                                              19/09/05
J.Nunez

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Artigos imparcialistas, conceitos de imparcialidades

Conceito de imparcialidade


O imparcialismo é um movimento literário que nasceu do conceito matemático de par e impar. O conceito imparcialista vem da observação que se formarmos pares através dos números impares sempre sobrará um que não se associou, esse um que sobra é o imparcial, o imparcialista, o imparcialismo o obervador, a auto exclusão. Se pegarmos o número três por exemplo, e fazermos dele um par, sobrará um, esse um que sobra é o imparcial, o observador. O conceito de imparcialismo é uma observação de que na natureza há uma união entre duas forças que pode formar uma terceira, essa terceira força é imparcial a duas forças que a criou. O imparcialismo é a união entre o abstrato que são os pensamentos, as sensações e os sentimentos do poeta imparcialista e os acontecimentos da vida dentro desse novo contexto estudado pelo poeta imparcialista. Os artigos, os poetas, as poesias e tudo que se refere ao imparcialismo é fruto dessa observação e desse contexto observado que resulta na obra imparcialista. A vida é formada de parcialidade e o imparcialismo é a observação e a leitura da vida.

J.Nunez

PORQUE OS HOMEM MENTEM E AS MULHERES CHORAM?

Porque os homens mentem para as mulheres?

É óbvio, eles são racionais,
Sabem que a verdade não é para ser dita
Quando essas verdades vão contra seus objetivos.
Porque as mulheres são tão difíceis de compreender?
É óbvio, elas são sentimentais,
E os sentimentos não muito mais dinâmicas e muito mais  mutáveis que a razão.
A prova de que elas são sentimentais e, portanto
São mais difíceis de compreender que os homens,
É quando elas assistem a um filme romântico
Em que o galã faz uma gentileza para a mocinha
Ela olha para o marido e diz: _Você nunca fez isso por mim!
A resposta do marido será bem racional.
A vida não é um filme, querida...
No subconsciente esse marido sabe muito bem
Que ele seria capaz de fazer aquela gentileza
Se aquela gentileza levasse a atingir o seu objetivo, o sexo...
E a vida segue muito bem com os homens omitindo as verdades
E as mulheres acreditando nas mentiras que põem gosto na vida.
Nunca espere que um homem diga que percebeu
A moça linda que passou a sua frente,
Se você perguntar ele dirá: Não reparei!
Porque ele sabe se falar que reparou,
Você vai bombardeá-lo com palavras
E depois ainda fará greve de sexo...
O homem nunca está disposto a perder o conforto e o espaço já conquistado.
Por que os homens mentem e as mulheres choram?
Porque os homens são racionais e as mulheres são sentimentais
E assim eles se completam com todas as qualidades e imperfeições.

Darci Costa
J.Nunez

domingo, 12 de setembro de 2010

As portas do mistério....

Manhã de julho, não sei se me levanto e preparo um cafezinho forte, ou um veneno fatal.
A felicidade era a ilusão de grandeza, seguida de desilusões e crise existências, tudo é crime, ainda tudo é crime...,e todo o crime me traz gosto pela vida.

Logo tudo são remorsos, depois crise e moralismo cristão e superficial, que aceda a vida, circulo vicioso que não para de girar, o que antes chamei de camaradagem agora chamo de covardia e conivência com os erros, e esta imparcialidade  que eu a tinha como minha maior virtude a denomino, covardia, servilismo, medo e frouxidão moral.
Sinto as contrações, estou preste a gerar um poema.
Feito um ladrão a procura de algo de valor na casa em que arrombou, farei vir tudo a chão, procuro a verdade, não quero a verdade dos outros, quero a minha própria verdade, não quero a verdade dos padres, das igrejas, dos guias da humanidade, ou a verdade das beatas, que não suportam nem a si mesmas.
Se me servisse a verdade de todo mundo, eu nãos sofreria tanto...Sou criança não sei da verdade, colocarei "a mão no fogo" para saber se queima.
Nada ficará estabelecido, tudo virá ao chão, nada está definido, tudo são possibilidades, tudo são meias verdades, não existe teorias sólidas tudo é miragem...possíveis verdades, e é isso que tenho como crença.
Não quero nem uma religião, filosofia, teoria, sociologia que venha pronta, tudo é novo, tudo esta em face de experimentação.
Já temos fábricas de tudo, veneno em tudo, terceirização de tudo, padronização de tudo, quero ao menos pensar e sentir como um ser único...
Estou começando a engatinhar e quero minha verdade, não quero a verdade dos outros...

                                                                        24/12/04

 O sono vinha chegando incontrolável, decidi ir para casa dormir, até a hora que me desse vontade, em casa retirei os racunhos do bolso e os joguei na velha caixa sapatos, agora caixa de racunhos, no outro dia acordei disposto, tomei o café forte e puro que eu mesmo preparei. Escutei um barulho no sotão, desci até lá para ver o que estava acontecendo, notei que uma gata branca, feito um urso polar, estava morando ali.
A gata têm olhos azuis, linda!...ficou brava quando aproximei de uma caixa de papel que estava no canto mais escuro do sotão, escutei um miado de gatinho novo, cuidadosamente aproximei-me da caixa, vi três gatinho, sendo dois deles todo branco e um branco e preto. A gata cotinuou a me espreitar brava e temerosa. Deixei-os em paz, e quando cheguei na parte do sotão mais iluminada pelo Sol, uma borboleta da cor do medo entrou e pousou nas máquínas abandonada no sotão.
Subi de volta para a parte de cima da casa, enquanto voltava pensei: quanto tempo será que vive uma borboleta, sendo ela  tão bela e fragil. Sentei-me ao computador e voltei a escrever e a organizar os textos que ficaram tanto tempo esquecido na caixa de rascunhos.Paguei um rascunho para escrever; notei o quando eu sou frio como um assassino, e sincero como uma criança:
Há maldita onipresença de ser!... e estar espalhado em tudo que penso e sinto, estou transitando num ponto estratégico de mim, e vigio tudo que sou, tudo que supostamente  acredito que sou, tudo que almejo ser.
Meu ponto estratégico é ser o que realmente sou, e buscar o que realmente quero.
O que penso e sinto é Deus e diabo, não gosto do Deus e do Diabo das religiões,  são muito autoritários..., prefiro ser eu mesmo o Deus e o Diabo.
O correto pensar e o correto agir, de acordo com o que vivo, é meu ponto estratégico para que possa me ver, para que não seja arrastado por esta correnteza de pensar e sentir.
Diria então que me agarro a moral; esta que esta a margem da vida, para que eu não vá na correnteza de existir, existir imóvel feito pedras, há!...mas será que as pedras imóveis não ocultam mistérios... Como as casas velhas, vazias e mal assombradas?...Sei que de baixo das pedras existe um minúsculo universo!...Porque eu também existo, minúsculo, imóvel e assombrado!...
Se conservo vazio este espaço no meio da sala  porque tenho que preenche este espaço  dentro de minha alma, com virtudes e pecados; isso é não saber estar imóvel e silencioso.
É necessário que o centro da sala seja vazio, e o conservarei sempre vazio, é assim que ele me é útil, como é necessário que este tempo e espaço seja simplesmente vazio na minha alma para que assim as portas do mistério se abram. 

                                                       13/07/04
Salomão Alcantra
J.Nunez

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