Pesquisar este blog

MOVIMENTO IMPARCIALISTA

MOVIMENTO IMPARCIALISTA
IMPARCIALISMO

sábado, 27 de novembro de 2010

Não existe crime organizado no Brasil

Se não houvesse o descaso histórico e a exclusão social que sempre ocorreu em nosso em nosso país, certamente não estaríamos vendo as forças armadas brasileiras invadindo favelas no Rio de Janeiro para exterminar o crime organizado que é fruto do descaso e da exclusão social. A invasão das favelas, essa que é fruto do descaso e da exclusão social histórica, é necessária para que elimine o bandidismo que também é conseqüência da exclusão e desse descaso histórico. A inversão de valores nessa geração que viu bandidos se dando bem e exibindo poder e propriedades pode ser exterminado junto com a criminalidade do Rio de Janeiro. Esse é um momento histórico para nosso país. O reflexo desse invasão nas favelas poderá ser sentido das escolas de todo o Brasil porque essa geração repensará os valores e o poder.
A idéia de crime organizado está sendo desmanchada, o que vemos são indivíduos de bermudão, camisa cavada e chinelo nos pés, porém com armas poderosas as mãos e muita maldade no coração. O que temos chamado de crime organização não passa de uma obediência as regras básicas que não os levem a uma autodestruição. O que sabemos é que na primeira oportunidade esses bandidos matam seus comandantes para tomar seu lugar. A verdade é que são incapazes de se unirem quando se trata de salvar a própria pele, isso vai ser demonstrado do desenrolar dos fatos. Não pode haver solidariedade onde só existe maldade e egoísmo. Entre criminosos não há uma verdadeira busca pelo bem comum quando estão desesperados para salvar o próprio coro. Que seja exterminada a inversão de valores junto com o crime do Rio de Janeiro, Que a sociedade de bem prevaleça!...
A violência e a criminalidade estão sendo usadas com matéria prima para a criação de filmes e difamação e desmoralização de nosso país talvez e tomara que seja o fim.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sexo, homem e mulher contemporâneos

Menu


É claro que não haverá o tinir do aço das espadas,

O zunir das balas de revolveres

Nem mesmo uma gota de sangue será derramada,

Ela apenas esticará o braço e com um dedo apontará

Quem de nós dois ela quer para esta noite.

Sou uma das opções, sou o herói picaresco,

O mais humanos dos tipos de homem.

O outro faz o tipo politicamente correto,

Tem cara de super-herói Americano

E moral patética de super-herói americano.

Talvez ela esteja mesmo é a fim de apanhar está noite,

Ela escolheu outro que não estava no jogo,

Outro que não estava no seu cardápio de mulher realizada.

Talvez ela está mesmo é a fim de apanhar está noite;

Escolheu um sujeito tatuado e cheio de bandidismo,

Talvez ele tenha dotes, ou é bem dotado,

Sabe Deus!

Abílio Santana

J.NUNEZ

Arena

Somos todos iguais

E tudo está à venda

Inclusive seu sexo

Você bebe em rodas de amigas

Em balcão de bares,

Fala alto, gesticula e diz palavrões,

A muito deixou de ser uma donzela

E é tão normal.

Do outro lado do bar

Outros olhos de fitam

Mas não estão dispostos

A derramar uma gota de sangue

Na arena dos seus olhos de mulher emancipada.

Também não estou disposto.

Pouco ou muita melanina não importa,

Deixe que os corpos se enrosquem,

Deixe à mestiçagem genética e cultural,

Mas conservemos nosso território, nossa pátria.

Pedi um café orgânico e um pão dietético,

Elas ainda falam alto e dão gargalhadas

Dopadas de endorfina.

Abilio Santana

J.NUNEZ

O IMPARCIALISMO: POESIA PARA O NOVO CONTEXTO

O HOMEM MODERNO ESTÁ PERDENDO SUA IDENTIDADE DE HOMEM NO SENTIDO MAIS BRUTO DA PALAVRA, TEMOS HOMENS COLOCANDO SILICONE ATÉ NA BUNDA. CERTAMENTE ESSE HOMEM É O REPLEXO DO PODER DA MULHER.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Raça simplesmente não existe....

Raça simplesmente não existe,

O que existe é a repetição de característica

Que vão configurando os indivíduos;

Filhos de pais com características semelhantes.

As características físicas repetidas configuram um indivíduo

E os estereótipos os delimitam com preconceitos....

Mesmo que eu não tenha o sangue de negro,

Eu sou mulato ou negro em qualquer lugar do mundo;

Então eu sou mulato, essa é a cor da minha pele.

Embora eu prefira o orgulho de vencer

Sem precisar de um dia que celebre a consciência negra,

Um dia que represente uma auto – afirmação,

Esse dia faz com que o negro sinta que ele não é semelhante

Aos que não precisam desse dia para lutar por igualdade...

A auto – afirmação pode ser entendida com uma forma

De racismo e inferioridade por necessitar de auto – afirmação.

Embora eu prefira o orgulho de vencer em silêncio e sorrateiramente,

Embora eu prefira o orgulho de não precisar

Do dia 20 de novembro

Embora eu prefira ir comendo pelas beiradas,

Embora eu prefira disfarçar a escalada,

Embora eu finja displicência e pouca importância,

Embora eu me faça finja contentamentos e gratidões

Enquanto estou pegando tudo que é meu por direito,

Embora isso tudo ;

Sei que esse dia 20 de novembro

É uma maneira de unificar a luta pela igualdade social.

J.Nunez

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Poemas de amor, perdão, reconciliação e separação

Desvalidos

Conheço seus caminhos, e seus passos pela noite.

Você anda por todas as ruas onde impera os desejos,

Onde afoga e esquece as dores do mundo,

Em conversas vazias e goles de absinto.

Quando todas as portas se fecham, só te resta

Voltar para casa e dormir enrolado

Em qualquer trapo, feito um cão faminto.

Depois de rondar mais um pouco, tentando

Resistir o desejo de me ver , você se rende...,

Pela centésima última vez; e vem subindo á escada,

Se enroscando nos passos e trombando na parede.

Você vem quando já estou cansada

E não espero mais ninguém.

Você bebe de mim, o último gole que resta,

Esquece o mundo em meu peito;

E não me pesa nada...,e ainda tenho a palavra certa,

E mais o sorriso compreensivo de mãe,

E as mãos delicadas de esposa carinhosa.

Você se deixa iludir, e nada mais te falta.

Refeita a sua auto-estima, você me recompensa,

Sem precisar deixar o coração.

Pela centésima ultima vez, você desce á escada,

Disposto a conquistar o mundo,

Como todas as outras vezes, que você saiu por esta porta.

Continuo ali onde você me deixa; adormeço sem culpa,

E amanheço outra vez, Deusa de vagabundo e desvalido.

Espero por você até o próximo fracasso,

Até que se renda de vez, e se entrega feito um animal abatido;

Então compartilharemos da mesma alma,

Do mesmo fracasso, sem a hipocrisia das palavras certas.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Essa casa acolhe anjos...

http://literaturaimparcialista.blogspot.com/


A Espada de um Anjo

Suas roupas foram caindo no chão do quarto
Feito pétalas de rosa branca desnuda.
Seu corpo nu é ainda mais perfumado.
Sem pétalas ficou a mostra sua pele de cor rosada
E sua pelugem de pêssego maduro
De relva ou saliva de língua áspera
Ficou umedecida sua pele macia de maça
Nunca antes mordida .
Brincando de bem-me-quer com seu corpo
Arranquei sua uma pétala ,
Rompi seu único véu ou membrana
Ela desfaleceu feito um passarinho abatido,
Gemeu e sentiu o espasmo de morte
Ou de Santa Tereza transpassada pela espada de um anjo erótico,
Agora me olha agradecida, e como se eu fosse o Senhor
A vida e da morte, ela me pede um filho.

Josias Maciel

J.Nunez


Essa Casa Acolhe Anjos

Não esqueçais a hospitalidade; alguns as praticaram, tendo a sorte de,
sem o saberem acolher anjos.   (Hebreus 13 v 1)

Na casa em que os móveis
Cheiram perfume de lavanda,
O ar é perfumado de incenso de cânfora,
Entoam um mantra que invoca a pureza
E a música clássica ecoa,
Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que os raios de sol
Matutino invade, se ouve
Os sussurros de amor, dois corpos
Se enroscam em um arrebatamento carnal,
Num êxtase de alma,
Essa casa, acolhe anjos.

Nas casas em que corre a energia telúrica
E a hospitalidade e o amor são praticados,
Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que une a potência do homem
E a entrega da esposa, essa casa, acolhe anjos.
Na casa em que os elementais brincam no jardim,

Um deus fálico e uma deusa de seios fartos
São idolatrados e a palavra é o verbo sagrado,
Essa casa, acolhe anjos.
Na casa em que em que impera silêncio
Sobre as coisas, o pó não assentar
E os sorrisos e as palavras são sinceras,
Essa casa, acolhe anjos.

Nas casas em que se adora o Cristo,
Compreendem a sabedoria de Buda,
Os conhecimentos de Maomé,
O Pentagrama protege as entradas
E São Francisco está nas imagens e nas orações,
Essa casa, acolhe anjos.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez


MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Equidade no amor

Equidade no amor


Equidade em nosso caso amoroso

É tudo que eu te peço!

Não, não é misericórdia, mas equidade...

Não, não é pena, mas equidade...

Tudo que eu peso é que me ame um pouco

Já que eu te amo tanto,

Me queira um pouco, mesmo que seja essa noite,

E só por esse noite...que mal há em amar uma única noite,

É assim que o amor fica eternamente no coração,

E não se desgastas em noite de sexo comprometido.

Me queira um pouco já que eu te quero só de você me ver,

Não, não é olhar, olhar exige um pouco mais de atenção...

Não estou pedindo muito... só que me queira!...

Não é asssim.... querer..., querer para sempre!

Mas querer por uma noite, essa noite talvez.

Não é assim querer com beijos de tirar o fôlego,

Querer de ter lágrimas nos olhos,

Na disso... é apena querer não mais que o suficiente para um noite,

Eternidade é só na alma...

Aqui dentro do meu coração você sempre esteve

De uma maneira tão gostosa... que penso que amor

É uma espécie de amizade e gratidão...

Há essa noite!...

Talvez meu coração viva eternamente dentro dessa noite.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

domingo, 21 de novembro de 2010

Amor, paixão e vida louca

Paixão e vida louca


É verdade que ninguêm pode ter tudo;

Minha vida esta longe de ser perfeita,

Mas tudo estava sobre controle,

Tudo estava abaixo de meus pés.

É verdade que não havia

Grande paixão, loucura de amor

E brilho no olhar; até que você chegou,

Feito um vendaval repentino

Arrasando minha vida

De paisagem bucólica,

Com manhãs de outono e tardes de inverno,

Robou minha felicidade,

Entorpeceu meus sentidos,

Pôs um brilho estranho em meu olhar,

E um sorriso tolo em minha boca,

Depois me tirou o chão.

É verdade que ninguêm pode ter tudo,

É certo que eu tome uma decisão,

Entre a frieza segura de meu lar,

E a vida louca imprevisível ao seu lado.

Salomão Alcantra

J.Nunez

Postagem em destaque

Fique por perto!

Volte logo, Não demore muito, Fique por perto! Eu te esperarei dentro e fora do tempo. Sua alma é nobre, Fique no sangue do meu sangu...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

MOVIMENTO IMPARCIALISTA