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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 4 de dezembro de 2010

Chego à escola e um aluno pós-moderno e com toda a sua educação....

Professor? Eu!...


A estrada que passa acima da neblina

No vale da morte me faz saber o que é nuvem,

Nuvem é coisa vaporosa feito nosso amor pós-moderno.

Cronopoema imparcialista é assim mesmo,

Começa como quem não quer nada

Para depois te dar uma paulada na idéia...

Bem que eu!... falei que vivemos uma ilusão de progresso

Quando pensamos que estamos ficando ricos só porque

Compramos nas casas Bahia em muitas vezes para pagar...

Vem ai novas medidas do governo!...

A serra dos veados tirou a sintonia do meu rádio na estrada...

Eu nem bem comecei a brigar

E já me perguntaram: _ O que você veio fazer aqui...

Dar aulas é coisa de louco... Eu ainda nem deferi meu primeiro soco

Nessa briga e já me aconselharam:

_ Vai fazer outra coisa! Educação é coisa de doido!

Eu sei, o salário é pouco, mas a briga é muito boa!

Eu estou a fim de briga feito mulher barraqueira e homem valente...

Talvez eu me canse dessa briga...,

Mas o orgulho não vai me atrapalhar a sair dessa...

Espero que eu não me acostume a apanhar da policia do José Serra.

Para quem não sabe aqui que escreve é o poeta e professor

J.Nunez, o pretensioso Poeta Imparcialista

Que se acha da estirpe de Fernando Pessoa e Walt Whitman...

Chego à escola e um aluno pós-moderno e com toda a sua educação

Da era do consumo e da formação de mercado me pergunta

_ O que você veio fazer aqui!?. Quero aula vaga!...

Salomão Ancantra

J.Nunez

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Poesia de amor contemporâneo...

Um amor igual ao seu...


Eu queria um amor assim

Igual a você, igual ao seu...

Um amor para amanhecer ao meu lado,

Um amor de causar inveja,

Um amor que eu não saberia viver,

Um amor tão puro, tão doce que enjoa...

Um amor para eu ficar tediado de rotina e de amor assim...

Eu queria um amor igual ao seu para me sentir preso,

Para eu ter para onde votar,

Para eu saber que sou de você.

Eu queria um amor assim

Só para saber o que é ter um amor assim...

Depois ficar tediado e dizer te Adeus,

Indiferente a esse amor tão puro, tão doce que enjoa...

Experimentei o seu amor para saber

Que amor equivalente ao meu amor, é amor leviano....

Hermínio Vasconcelos

J.Nunez

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Solidão, desencontro e silêncio

Descontentamento


Talvez você não tenha notado:

Tenho asas, que não podem se batidas

Entre estas paredes.

Não sou anjo, na verdade

Sou bem oposto disso.

Tenho asas e o canto doce de um pássaro.

Danço embriago de solidão e silêncio

E invoco espiritos livres.

Há meus amigos!...,

Almas que repudiam a tudo que esta estabelecido,

Escutem o meu canto solitário

E venham me resgatar.

Sim... sei que nos alimentamos de solidão,

Mas por um intante,

Rompamos o véu da distância,

Sejamos soprados pela intuição

E guiados por nossas almas afins...

Sente-se a mesa, acompanhe-me

Em alguns goles de um bom café.

Falemos de assuntos que não seja esta rotina,

Que não seja nada

Que esta estabelecido como certo...

Se seres estranhos como nós, pairam no ar,

É porque não temos chão,

E não aceitamos bases falsas.

Enrosquei minhas asas na rotina

E sem alimentar, minha alma

De silêncio e solidão, padece.

Herminio Vasconcelos

J.Nunez

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A cultura do criminoso...

O crime e a formação cultural.

As invasões nas favelas do rio é uma cruzada contra o crime,
mas o crime nas favelas está dentro de um contexto,
o crime não acontece sem que influencie a cultura, o pensamento e os costumes.
Muito dos costumes e da cultura das favelas do rio de janeiro foi usado
Pela televisão sem se importar que essa cultura vai na contra mão dos princípios de uma sociedade que vive em equilíbrio e resguarda a formação de uma cultura de elite,
Que sempre foi o que há de mais refinado na cultura de um povo.
A televisão e a indústria da música trouxe a baixeza cultural que sempre vem associada ao sexo as drogas, ao crime, as apologias ao crime, a inversão de valores, as influencias dos criminosos sobre a população especialmente sobre crianças e adolescentes.
As baixezas culturais das favelas do Rio de Janeiro, com aquelas danças e aquelas músicas associadas ao sexo são o que a de mais baixo no ser humano se tornou a cultura dos jovens de nosso país, e essa influencia está forma indivíduos irresponsáveis, incapazes de pensamento critico, incapazes de ações políticas e sociais, incapazes de qualquer tipo de senso, incapazes de assumirem nosso país num futuro próximo.
O crime é no Rio de Janeiro é uma fachada de uma questão socioeconômica, de uma questão histórica de exclusão social e formação cultural.
As meninas e os adolescentes de nossa classe alta e média que são os futuros pensadores de nossa sociedade estão sendo influenciados pelo que a de mais baixo no ser humano e na cultura, essa cultura que segue os instintos sexuais e toda a bestialidade produzida Lea inconsciência.A mídia brasileira trouxe o puteiro, o lixo e os instintos bestiais para dentro de nossas casa e fez desse lixo os formadores de uma geração que não tem a hipocrisia vital para discernir onde é a casa da luz vermelha e onde é a casa de família onde se educa indivíduos que serviram para a elevação cultural, moral, espiritual e física de um país.
O crime está dentro de um contexto e o contexto está dentro do crime....

domingo, 28 de novembro de 2010

Literatura Esotérica

Porque vai chegar um tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas, sentiram cócegas nos ouvidos, reunirão em volta de si mestres conforme suas paixões.
 Timóteo cap 4 ver 3.


É madrugada em minha vida,

Todas as portas estão trancadas,

As luzes das casas se apagaram

E só me resta voltar para a solidão.

Vou caminhar mais um pouco dentro da noite,

Vou resistir mais um pouco em voltar para casa,

E quando a amanhecer a solidão,

Feito menino desamparado,

Se perderá de mim na multidão.

Quantas vezes amanheceu em minha vida,

Quantas vezes deixei a madrugada,

E me tornei mais um na multidão

Onde eu tentei me abandonar

Igual a qualquer coisa que não sabe que existi.

Mas o fato de me sentir,

Destacava-me a mim mesmo

Como se eu fosse o único a vestir essa pele.

Estou me rendendo feito um boi

Que lentamente se entrega a morte.

Quando eu desisto, escuto o chamado,

Que vem das montanhas silenciosas,

Das profundezas do meu ser,

Das cavernas escuras feito a noite,

Das sensações de existir...

Quanto eu me entrego, escudo o chamado

Que me mostra o único caminho

Que meu ser deseja caminhar,

Então, sinto o silêncio e a solidão,

Que feito à morte, me envolvem em seus braços.

Você que canta, dança, sonha, vive,

Não sabe nada da solidão do caminho

E do chamado para as noites de tormentas,

Para os precipícios da alma,

Para o silêncio e a solidão nas montanhas,

Para os desertos onde uivam cães famintos...

Não sabe que deve deixar o seu primeiro amor...

Jonas Correa Martins

J.Nunez

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