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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 31 de dezembro de 2011

Bem-Aventuranças

BEM- AVENTURANÇA

Nunca sofri grandes frustrações
Porque não tenho as pretensões dos sonhadores,
A inocência dos iludidos,
E a ilusão dos excessivamente otimistas.
Os pessimistas realistas só agradecem as bem-aventuranças...
Eu sou destes!

Salomão Alcantra
J.Nunez

Sociedade pós-moderna - Louvor a Deus e ao Diabo

Louvor a Deus e ao Diabo

Na sociedade possibilista,
Sociedade criação de mercado
Adoramos a Deus e seu Filho Jesus
Com ritmos musicais que
Que antes adorávamos somente ao Diabo,
Com ritmo musical que antes era executado
Para embriagar, usar droga e praticar sexo.
Isso é possibilismo, capitalismo,
Deformação pós-moderna e criação de mercado.
Na sociedade pós-moderna
Adora a Deus e ao Diabo com o mesmo ritmo musical!

Albano Morais
J.Nunez

Mulher pinta quadro com os seios - esse é o possibilismo na sociedade do espetáculo




Esse é o possibilismo social de que fala a poesia Imparcialista,
Sociedade do espetáculo,
E do prazer, sexo fácil e em tudo.
Pintar  com os seios como faz Victoria Romanova
É só uma das possiblilidades de aparecer e  pintar;
Sugiro que os pintores façam de outras partes do corpo de pincel.
Logo aparece um que pinta com o pinto,
Outro que pinta com a bunda e assim vamos criando possibilismos
De aparecer da sociedade do espetáculo e sexo em tudo.

J.Nunez

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Salvos, pervertidos do fim do mundo.

 Entre salvos, pervertidos

Na possibilidade de o mundo acabar,
Surgem dois tipos de pessoas:
Os que dizem que estão salvo porque acreditam em Jesus
E encenam as virtudes,
E os que são pervertidos
E se entregam a toda forma de prazer.

Não sou nem um desses,
Sou daqueles que lutam incansavelmente
Pela salvação de mim mesmo.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Fim do Mundo em 2012 - As Entregas aos Prazeres da Carne.

Porque vai chegar um tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas, sentiram cócegas nos ouvidos, reunirão em volta de si mestres conforme suas paixões.
 Timóteo cap 4 ver 3.


Fim do Mundo em 2012

Se houvesse a certeza de que falta
Apenas um ano para o fim dos tempos,
 Os seres humanos seriam mais depravados
Que nas incertezas e nas desesperanças dos tempos guerras,
Dos tempos de frouxidão moral, relaxamento ético, destruição da índole,  
Destruição da hipocrisia necessária para a manutenção da sanidade social,
Destruição de todos os valores e virtudes humanas,
Perversões sexuais de todas as maneiras, orgias,  bestialidade, loucura, selvageria,
Entregas do corpo aos cinco sentidos e a todos os vícios,
Estupros, abusos, incestos, drogas, pedofilias, roubos, crimes, abortos...
Contrariedades as leis biológicas e espirituais,
Atentados aos valores da sociedade, da cultura e da igreja;
Tudo virtual ou dentro do consagrado mundo físico.
 Os que estão certos da salvação lutariam para conservar as virtudes encenadas
E seriam arrogantes para com os excluídos do Reino de Deus.

Não temos a certeza do fim do mundo em 2012
Porém a sociedade caminha como se não houvesse mais nada a fazer
A não ser viver os prazeres dos sentidos e dos vícios...
Deus, Deus foi moldado pelo pensamento ao longo dos tempos e ninguém viu,
Deus morreu e nasceu muitas vezes nas teorias ao longo dos tempos e ninguém viu,
O Deus contemporâneo é um Deus sem poder sobre a vida humana,
É um Deus moldado segundo os caprichos e desejos sexuais de nosso tempo,
Que é capaz de dignificar tudo com aquela frase passional, conivente,
Imbecil, tola, mentirosa, destrutiva, cínica, hipócrita, plana e frouxa:
 “O que importa é o amor”
Não importa o quando a sociedade deforma um Deus segundo os seus caprichos,
Há outro Deus que não é teoria humana,
 E esse Deus eterno e justo é senhor do universo.
   
Albano Morais
J.Nunez


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

José Nunes Pereira - Poeta da Cidade de Marília



José Nunes Pereira - Poeta Maríliense criador da literatura Imparcialista e do Movimento Literário Imparcialismo. Esse movimento literário têm suas bases na sociologia contemporânea e no esoterísmo,
e seu propósito é a leitura da sociedade e do homem contemporâneo.
José Nunes Pereira é professor e editor do Blog Cidade de Marília e Artigos Imparcialistas onde divulga seu trabalho com a literatura para o novo contexto ou literatura e poesia Imparcialista.

BLOG DE POESIAS IMPARCIALISTAS

 Poetas e Poesias Imparcialistas de José Nunes Pereira. Poesias para o contexto contemporâneo. Esse Blog tem o propósito de organizar toda a produção da poesia imparcialista deste o seu esboço até o ano de 2014, serão milhares de textos a disposição dos leitores e de quem mais interessar. aqui: http://poesiasimparcialistas.blogspot.com.br/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Globalização e sociedade do prazer

Deformação

Levantei cedo para ir à padaria,
Cheguei lá estava fechada;
Faliu, virou igreja evangélica.

Antes do almoço fui ao mercadinho
Cheguei lá o salão estava aberto,   
Mas agora era igreja evangélica.

A noite fui a igreja Católica;
Fechou, agora funciona do local uma boate gay,
Isso é globalização, deformação, desvalorização,
Sociedade do prazer e comercialização de tudo.

Salomão Alcantra
J.Nunez

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

AMOR NA ERA DA INFORMAÇÃO.

Conexão de mundos

Tive um amor virtual,
Tudo acabou entre nós
Quando ela disse que estava grávida,
Ela esqueceu que nossa conexão não engravida
E deu essa bola fora,
Então, ela só pode ter um amante real...
Um primata que é capaz de apalpar
E se conectar feito animal
Lá no mundo de real... Onde sou virgem.

Abílio Santana
J.Nunez

Mundo globalizado e Era Cibernética..

  Cibernéticos

A Era Cibernética,
Não possui a poética do romantismo...
A Era Cibernética é oportunidades de negócios,
Grandes amores e sexo idealizado,
Tudo virtual.
Quando desejamos apalpar
E que se torne real,
Eis a grande decepção...,
Somos enganados no amor,
No sexo e nos negócios cibernéticos.

Cuba, a ilha de Fidel Castro,
Está se abrindo ao capitalismo
E a especulação do mercado imobiliário.
Cuba parece à última virgem
A se entregar ao Capitalismo.
Tudo é tão romântico quando se fala de Cuba!
Seja na resistência seja na entrega,
Tudo é tão romântico!
Até mesmo quando Cuba
Não agüenta mais e se entrega
Lentamente ao mundo globalizado.

Salomão Alcantra
J.Nunez

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Toda forma de prazer, seja vida de pecado ou vida de virtudes exige altruísmo, o prazer da alma são eternidades do homem, os prazeres do pecado é morte e insconsciencias... Francisco Medeiros - J.Nunez

Extremos do Prazer
Homens que buscam a Deus
 Silêncio, fé, virtudes e solidão,
 Sacrifício do corpo físico,
Prazer vivido na alma,
Vida em outros mundos,
Segredos, vida e morte,
A eternidade do ser  
 A intimidade com Deus...

O prazer do homem é realizado com sacrifícios...

O prazer dos pecadores,
O prazer do vicio,
O prazer do sexo,
As doenças das profanações,
A vida intensa, breve...
Sacrifício do corpo físico,
Morte anunciada na degradação,
Eterna insatisfação do vício...

Josias Maciel
J.Nunez  

sábado, 24 de dezembro de 2011

Encenação na era do consumo e do entretenimento

Encenação de Natal

Feliz Natal!
Nossa com estou clichê!
Feliz Natal com encenação natalina,
Feliz Natal sem vivencia ou ritual,
Feliz Natal com conotação sexual,
Consumismo e capitalismo...

Feliz Natal sem alma,
Espiritualidade ou vivencia metafísica...
 Feliz natal com “papai e mamãe” Noel.

Encenamos viver o natal
E vivemos o consumo,
Encenamos viver a espiritualidade
E vivemos o entretenimento,
Encenamos viver os valores humanos
E vivemos as ilusões de valores humanos.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Sociedade encenação de tudo...

Encenação de amor, orgasmo e vida

Depois de uma suposta noite de amor:
Foi bom para você?
_Não, esperava mais!
_Quem espera mais sempre frustra,
Quando tem orgasmo, quer mega orgasmo...
_Quem disse que eu tive orgasmo?
_Então o que foi àqueles gemidos!
_Encenação de sentir orgasmo!
_Meu Deus!Essa é a sociedade
Que encena muito mais que vive de fato,
 Esse é o tempo dá encenação de tudo.

Abílio Santana
J.Nunez

Coragem Jornalista fala no ar toda a verdade sobre o carnaval

Artigos Imparcialistas: Futebol, mulheres, álcool e carnaval conservação dos esteriótipos brasileiros

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A Era do consumo, do entretenimento e do prazer

A Era do Prazer

A filhinha mimada do Doutor fulano,
A filhinha criada sem valores espirituais e humanos,
A filhinha que freqüenta baladas de riquinhos
Desde os quinze anos,
Onde rola álcool, funk,  
“Cultura de favela”, cocaína e sexo
 De todas as maneiras imagináveis.

A filhinha mimada do senhor milionário
Perdeu a virgindade  
De todos os orifícios aos catorze anos,
Em uma única noite regada a tudo que vicia.
..
A filhinha formada para servir à Era do Consumo,
Dos prazeres e entretenimentos de todos os modos.
A garotinha mimada é a geração
Da superficialidade frívola, bestial e diabólica.

O Doutor fulano foi morto
Pelo namorado da filhinha mimada.
Os namoradinhos estão torrando a grana do Doutor fulano
Enquanto esperam sair à sentença.

Albano Morais
J.Nunez


Choro pelo Ditador Kim Jong il



Choro Coletivo

Choro por Kim Jong il
Lágrimas de crocodilo?
Amor verdadeiro?
Medo, dissimulação de sentimentos?
Porque o país mais fechado do mundo
Liberou o choro coletivo?
Patético aos olhares ocidentais.
Não tenho resposta, só tenho perguntas
Que o tempo se encarregará de responder.

J.Nunez

O amor contemporâneo

Amor e coceiras cognitivas

As músicas comerciais
Causam coceiras cognitivas.

O amor contemporâneo é jingle
Que passa depois da compra.

O sentimento na geração imediatista,
Também não passa de uma coceira cerebral,
Que acaba com o fechar do zíper.

O amor é ainda mórbido  
Em regiões intimas do corpo,
Que também passa
Depois de um esgotamento de energias...

Salomão Alcantra
J.Nunez

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Geração que destrói a vida com o dinheiro do papai rico...

Eu sou status

Chego perto da garota,
Faço minha dança do acasalamento na balada
Ela sabe, sou geração imediatista e sem altruísmo!
Mostro a chave do meu Porsche,
A garota fica molhadinha só de ver a chave
Girando em meu dedo indicador.

Ela sabe que não tenho tempo
Para conversinhas e formalidade;
Por isso chega  beijado, uivando
E mordendo meu queixo másculo.

Ela não perde tempo;
Pede um champanhe Möet et Chandon.
Mercenária, sabe que sou status...
Sou filho mimado da elite,
Ofereço ecstasys,
Conheço muita Lolita Pille
Sou geração sexo fácil,
Geração superficial e sem limites,
Sociedade do prazer,
Do entretenimento e do espetáculo...

Ela sai comigo da balada
Para ser minha prostituta,
De mais três amigos e quem mais vier
Para nossa noite regada à cocaína e álcool...

A noite era para ser perfeita;
Mas atropelei um favelado,
Que morreu ali mesmo atrapalhando minha noitada.
Falei para o guardinha que meu pai é milionário,
Mas o infeliz cheio de moralidade de pobre
Me fez perder à noite
E pagar uma fiança de quinhentos reais...
Está amanhecendo!  Só me resta dormir...

Salomão Alcantra
J.Nunez

Inspirado no texto:

BALADAS DAS MENINAS RICAS....
 Ecstasy, cocaína, maconha, champanhe, sexo grupal e muita arrogância. A reportagem da AOL acompanhou uma balada da Geração $, formada por filhos da alta sociedade paulistana
Por Rodrigo Brancatelli
A estudante Nicole, de 21 anos, estará daqui a algumas horas desmaiada no quarto 231 do Hospital Alvorada, na zona sul de São Paulo, com a sua calça Gucci suja de vômito e com um cateter na veia por meio do qual ela receberá altas quantidades de glicose para rebater o efeito do excesso de álcool. Nicole mal irá se lembrar de, no espaço de horas, ter fumado dois cigarros de maconha, tomado um ecstasy na forma de coração e outro na forma das orelhas do Mickey Mouse, bebido uma garrafa inteira de champanhe Möet et Chandon e ter feito sexo com dois garotos que nunca viu na vida.
"Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos", diz a garota, filha de um conhecido empresário do ramo têxtil. "Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar cocaína até meu nariz sangrar. E não me importo com a sua opinião moralista típica da classe média. Tenho dinheiro suficiente para não me preocupar com você ou com mais ninguém. A minha felicidade está na minha conta bancária", diz ela ao repórter enquanto se prepara para a balada.
Nicole faz parte de uma geração escancaradamente frívola e preconceituosa, formada por filhos de gente muito rica. É a "Geração $", como eles gostam de se definir. Têm a vida inteira pela frente e nenhuma preocupação com assuntos que assombram outras pessoas, como falta de dinheiro ou necessidade de escolha de uma profissão para ganhar a vida. O que mais querem é curtir a juventude com o que acham que têm direito, incluindo drogas, sexo e uma boa dose de sentimento superioridade. Não há limites para eles. Escravos da estética, preocupam-se apenas com a próxima balada ou com a próxima compra. E a decisão mais importante que precisam tomar é qual dos cartões de crédito usar na hora de pagar a conta.
"Eu sou o tipo de pessoa que os pobres e a classe média odeiam porque posso torrar R$ 5 mil em um vestido para usar apenas uma vez e depois encostá-lo no armário", diz Nicole ao repórter. "Não consigo ficar assistindo tevê em casa ou trabalhando em algum escritório estúpido na frente de um computador. Estou acima disso tudo. O dinheiro dos meus pais me possibilita curtir a vida sem preocupações e sem falsos moralismos".
Enquanto fala da vida, Nicole manda o motorista do seu Mercedes preto se apressar. O relógio Armani no pulso, avaliado em R$ 2 mil, avisa que já passa das 23h e todos seus amigos devem estar esperando furiosos na frente da Disco - conhecida como a balada mais cara e restrita de São Paulo, no bairro de Vila Olímpia, zona Sul da cidade. É sábado à noite, e a noite de São Paulo nem imagina o que Nicole e seus endinheirados colegas vão aprontar.
"Demorei porque a besta da empregada esqueceu de passar a minha calça Gucci", brinca a garota com os amigos ao descer do carro. "Definitivamente não dá para confiar em pessoas de cabelo pixaim." Fernanda, filha de um banqueiro que mora no Rio de Janeiro e que mantém apartamento em São Paulo para temporadas, ri escandalosamente da observação da amiga Nicole. Além de compartilhar da visão do mundo, as duas são fisicamente parecidas. Morenas, baixinhas e superproduzidas. "Empregada é uma droga mesmo", diz a carioca de 20 anos, vestindo um modelito exclusivo assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch. "Todas são ignorantes. É por isso que elas têm de ganhar salário mínimo. É o valor da suas mediocridades."
Fernanda está acompanhada de mais três meninas que aparentam ter a mesma idade) e dois garotos já mais velhos, de mais ou menos 25 anos. Todos têm pais ilustres - duas são filhas de empresários bem sucedidos, a outra é herdeira de um fazendeiro do interior paulista, o garoto loiro é filho de político. Apenas um deles é uma incógnita. Seu nome é Carlos, e sua origem nunca foi colocada em discussão pelos colegas. "Um dia apareceu do nada em uma balada, dirigindo um Porshe Boxter e com muitos ecstasys no bolso. Não precisou explicar de onde vem para ser incluído na turma" explica Nicole.
A fila na frente da Disco quase dobra o quarteirão, mas uma nota R$ 50 na mão do segurança é o suficiente para que Nicole e seus amigos a furem. A entrada custa R$ 70 para homens e R$ 35 para mulheres, mas eles desembolsam mais R$ 100 cada um para ter direito a entrar no camarote. "Somos VIP's, merecemos tratamento diferenciado", diz Fernanda, enquanto abre uma garrafa de champanhe Möet et Chandon - a primeira de sete que serão consumidas na noitada, ao custo de R$ 120 cada.
No camarote, fica mais fácil para Carlos disfarçar uma carreira de cocaína que prepara em cima de uma mesinha de madeira. Os amigos brincam que ele tem o nariz nervoso, não consegue ficar um dia sequer longe do pó. Fernanda percebe o gesto e corre para filar um pouco da droga enquanto Nicole, do outro lado do camarote, amassa a roupa cuidadosamente escolhida com um rapaz mais velho que acabara de encontrar. Dias depois, procurada pela reportagem da AOL, a direção da Disco diria que os clientes pegos com drogas ilíticas no interior da casa são colocados para fora.
Depois de duas horas e R$ 890 gastos em bebidas, o grupo decide deixar a balada e procurar algum outro lugar para terminar a noite. Ou melhor, para começá-la de fato. "Vamos para a minha casa, hoje não tem ninguém lá", sugere Fernanda. "Podemos comprar umas bebidas, ligar para uns amigos e fazer a festa lá mesmo. Com quantas pessoas será que eu vou transar hoje?"
A idéia de Fernanda até que foi comportada para os seus padrões. Da última vez que convidou os amigos para ir até a sua casa no Jardim Lusitânia - uma mansão na zona Sul de São Paulo com três salas, sete quartos e duas cozinhas -, ela pagou três prostitutas e dois garotos de programa para animar a reunião. De outra vez, fez uma vaquinha e comprou 100 gramas de cocaína. Tudo foi consumido na mesma noite. Os amigos da garota contam que ela, numa das baladas que deu, fez sexo com três amigos de infância na piscina, ao mesmo tempo, enquanto os vizinhos viam e ouviam tudo.
São quase três horas da madrugada e as Pajeros, Mercedes e BMW's começam a se enfileirar na porta do número 482. Todos da turma são muito parecidos - os garotos vestem camisa de algum estilista famoso e caro, Herchcovitch, Sommer ou Haten, e calça jeans igualmente exclusiva, mas que pareça estar bem suja. Já as meninas só usam preto, sempre de marca estrangeira, e não desgrudam de suas bolsas Louis Vuitton abarrotadas de ecstasys, maconha e, eventualmente, camisinhas.
A festinha particular começa a esquentar com uísque 12 anos misturado com energéticos. Fumaça de charuto e música eletrônica tomam conta do ambiente. Para deixar as meninas mais "soltinhas", os garotos preparam um drink especial com vodca, suco em pó light e comprimidos de ecstasy picados em pedacinhos microscópicos. Quando elas se derem conta, já estarão dançando coladinhas sem as blusas e dando beijos calientes umas nas outras para delírio dos caras.
Para a maioria delas, não faz a menor diferença saber se tomaram drogas misturadas à bebida porque a intenção é ficar doidas mesmo. "Essas garotas aí estão loucas para dar", aponta Thomás, herdeiro de um médico famoso e amigo de longa data de Fernanda. "A única coisa que elas têm para fazer na vida é gastar o dinheiro da família. As mais novas, aliás, são as mais danadas. Eu, por exemplo, transei com muita menininha filha de 'sei-lá-quem' dentro do meu Civic ou em banheiros de baladas. Já 'tracei' muitas Lolitas Pilles por aí.
Balada na Disco em São Paulo
Thomás se refere à escritora francesa de 19 anos, que chocou o mundo ao descrever tudo o que se passa no mundinho milionário de Paris no seu livro de estréia, Hell. A tradução em português chegou às livrarias do Brasil no final de 2003 e vem ocupando lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Nascida em berço de ouro e patricinha assumida, Lolita Pille passou boa parte de sua vida torrando o dinheiro dos pais nas lojas mais caras da capital francesa, desrespeitando regras de trânsito, enchendo a cara em hotéis de luxo e dançando até de manhã nas boates da moda.
Quando se cansou da farra, a garota escreveu 224 páginas denunciando a sua geração da forma mais crua possível. A galera endinheirada de Paris não perdoou. Lolita Pille passou a ser barrada nas baladas VIP's. "A 200 km/h pelas ruas de Paris, onde não é bom caminhar quando estamos no volante, misturamos álcool com cocaína e cocaína com ecstasy", escreve. "Eu sou um produto da Think Pink Generation. Minha crença: seja bela e consuma. Sou a musa do deus 'Aparência', sob o altar do qual eu queimo alegremente todo mês o equivalente ao seu salário".
Os relatos de Lolita poderiam muito bem ter sido escritos pela paulistana Nicole, pela amiga Fernanda, ou por qualquer uma das meninas que dançam e se beijam sem blusa na sala de estar da casa do bairro paulista de Jardim Lusitânia. "Entrei numa boate aos 14 anos e nunca mais sai", confessa a escritora francesa em Hell, numa de suas muitas tiradas infanto-niilistas. "De qualquer maneira, o que fazemos é vergonhoso. (...) E daí? É você quem paga a conta? Enfim, por hora está bom para mim. Minha única preocupação é o vestido que vou usar hoje..."
O uso de drogas na mansão de Fernanda é tão disseminado que até cinzas de cigarro chegam a ser confundidas com cocaína - e cheiradas sem que ninguém note a diferença. Num canto da sala, três caras fumam maconha e dividem uma pedra de ice (droga sintética, derivada da anfetamina, que parece um cubo de gelo) sem se importar com a presença de um estranho, o repórter da AOL. Noutro, duas adolescentes que não aparentam ter mais de 15 anos cheiram um vidro inteiro de B-25, ou cloreto de metileno, mais conhecido como cola de acrílico. E isso sem falar nas cápsulas de efedrina, de efeito estimulante, oferecidas como se fossem balas de goma.
Nicole, então, já usou e abusou de tudo nesta festa. E mesmo assim ela ainda quer mais. Em uma só tacada, engole dois comprimidos de ecstasy que estavam jogados em cima da bancada da cozinha - um rosa na forma de coração e outro azul na forma das orelhas do personagem Mickey Mouse. "Tô bem, tô bem, ainda tô sóbria", balbucia, pouco antes de tropeçar em uma cadeira e cair estatelada no chão.
Dois caras levantam Nicole e carregam o seu corpo praticamente inanimado para um dos quartos da casa. É o quarto dos pais de Fernanda que a essa altura está chorando copiosamente no banheiro, em uma crise nervosa causada pela cocaína. Nicole acorda e puxa os dois garotos desconhecidos para a cama, tira as calças e começa a fazer sexo sem se preocupar com os olhares curiosos dos que estão olhando pela porta aberta. O show não dura muito tempo - minutos depois, Nicole levanta correndo e tenta chegar até o banheiro. Em vão. Ela acaba vomitando em cima de um dos garotos, no piso de mármore. Vomita tanto que sai até bile.
"Sério que eu fiz tudo isso mesmo?", perguntaria Nicole mais tarde, enquanto deixava o quarto 231 do Hospital Alvorada. O braço direito até dóia de tanta glicose que foi injetada na sua veia. Com olheiras enormes, sua amiga Fernanda só tinha forças para responder afirmativamente com a cabeça. "Que saco! Eu sempre apago nos melhores momentos. Mas tudo bem, semana que vem tem mais. Fê, você tem certeza que não foi um plantonistazinho de merda que me atendeu? Porque esses residentes não sabem de nada, ganham uma merreca... Não posso ser atendida por um imbecil qualquer."

Artigos Imparcialistas: Poesia e mensagem de natal

Artigos Imparcialistas: Poesia e mensagem de natal: O Meu Natal O natal do meu coração ofusca o mundo As luzes que enfeitam as cidades, As portas das grandes lojas, As lendas e os propósitos ...

Poesia e mensagem de natal

O Meu Natal

O natal do meu coração ofusca o mundo
As luzes que enfeitam as cidades,
As portas das grandes lojas,
As lendas e os propósitos comerciais...

O natal em meu coração
É a família celebrando as virtudes cristãs,
É a serenidade, o amor e a fé na humanidade,
É a caridade nascida na alma,
É a religião e a espiritualidade verdadeira.

O meu natal é silêncio com Deus,
É sintonia com o coração,
O meu natal é em segredo
Com o Salvador do mundo,
O meu natal é impalpável
Porque o meu natal é verdadeiro,
É graça divina e virtudes no coração humano.

Francisco Medeiros
J.Nunez
  

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Futebol, mulheres, álcool e carnaval conservação dos esteriótipos brasileiros

Coragem Jornalista fala no ar toda a verdade sobre o carnaval




O Império do sexo e do crime

Carnaval  brasileiro,
Sociedade do espetáculo,
Sociedade do prazer e do entretenimento,
Patrocinado pelo crime organizado.

Sociedade sexo fácil,
Sociedade e família desfigurada,
Sociedade dos estereótipos do negro e da mulata.
Sociedade carnaval inclusão e esconderijo de criminosos,
Sociedade do espetáculo e do sexo
Patrocinado pelo crime...

Carnaval brasileiro destruição dos valores humanos,
Destinos de turistas sexuais depravados,
Sexo e bestialidade disfarçada de cultura,
Sujeiras sexuais, camisinhas de Vênus usadas pelas ruas,
Fábrica de filmes pornográficos,
Misérias, luxo, plumas, alegorias e fome...

Carnaval,  Brasil puteiro do mundo,
Cultura da pobreza e da conservação das misérias
Romantizadas nas mídias e nas favelas.

Império da ignorância, de todos os infortúnios
E da ilusão romântica de felicidade em quatro dias...
Carnaval brasileiro,  fábrica de famosas descartáveis,
Reflexo da globalização e do possibilismo capitalista,
Imediatismo, altruísmo destrutivo e conservador da miséria.

Carnaval,  mulheres, álcool e futebol
Conservação do patriotismo sem consciência política,
Conservação da ilusão de brasilidade,
Conservação do machismo e dos estereótipos,
Conservação do mundo bestial exótico e selvagem,
Conservação da pobreza e da falta de inteligência,
Conservação da mentalidade colonial.

Carnaval brasileiro, ilusão de dignidade
Para estereotipados e excluído
E inclusão de criminosos na sociedade de homens bem.
Carnaval, dias de pecados, hipocrisias
E destruição dos valores e da moral
Pregados  até começar os dias de carnaval.

Álcool, futebol, carnaval e mulheres matéria prima
Para a conservação do estereótipo brasileiro
Que dá tanto dinheiro para a indústria do espetáculo e do álcool

Albano Morais
J.Nunez

Há um novo contexto para a literatura contemporânea.

Poesia e contexto  

Poesia contemporânea,
Poesia abstrata,
Poesia cotidiana,
Poesia intimista.

Há um novo contexto para a literatura contemporânea.

Poesia Imparcialista,
Poesia contextualizada,
Poesia engajada,
Poesia consciente.

Octávio Guerra
J.Nunez

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Desejo de Poder

Para que saibam mais sobre sua pessoa
Fique bêbado; fale suas verdades guardadas com ressentimentos,
Conte seus sonhos pervertidos e suas ilusões de grandeza,
Seja observado em segredo...
Conte seus sentimentos e pensamentos secretos
Estão assim saberão muito mais de você!

Fique apenas bêbado!
Meu amigo ficou bêbado na festa de confraternização
E demonstrou um gosto pela autoridade, pela imposição e o poder
Que não se vê quando ele está sóbrio.
Quando sóbrio ele é submisso aos seus poderosos.

Murilo Santiago
J.Nunez



Sexo Fácil e filhos sem sexo

Inseminada

Foi por telefone celular que ela falou para a mãe:
_Tô grávida!
A mãe fez uma pausa, pensou e respondeu:
_Tudo bem filha!  _Você é uma mulher independente
e com mais de trinta anos!
_ Vão casar!
_Não mãe! _ Ele é gay!
_ Como você consegui engravidar de um homem gay?
pelo amor de Deus!
_Eu o conheci na internet!
_Dá para engravidar pela internet!?
_Não mãe! _ Foi inseminação artificial.
_Igual faz nas vacas!? _ Você ficou louco!
_louco não mamãe! _
_Meu sonho é ser mãe! _ E o do Tiago era ser pai, mãe sei - lá!
_Ele me fez um favor..., e eu fiz um favor para ele!
_Família e filhos agora ganhou o nome de favor!
_ A criança chamará Favor!_ Padre quero batizar o Favor!
_Não mãe!_ Não se preocupe com o padre porque o “Favor”
Ou melhor o meu filho não será batizado na igreja católica!
_Não!  por que?
_Porque a igreja do Tiago não permite!
_ Não!? _ Mas permite inseminação artificial?
_Chega mãe! Depois a gente se fala.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

domingo, 18 de dezembro de 2011

A Holística de ser homem na sociedade contemporânea

A holística de ser homem

O que somos de fato
Não existe para o mundo,
O mundo só reconhece
A encenação social...
Do homem engolido
 Pelo seu contexto e seu tempo.

Os homens interagem com a história
De seu lugar,
Com os homens  de seu tempo,
E as coisas de lugar
E se anulam dentro da holística de ser homem.
Na contemporaneidade
Os homens se anulam entre objetos.

Saulo Menezes Castro
J.Nunez

A holística das águas

A holística das águas
Uma nascente,
Um fio d’água;
Logo é um riacho
Descendo a planície
Que  deságua em outro riacho
Que se perde em um rio
Que morre no mar,
E por fim,  se perde
Dentro da holística de ser água.

Saulo Menezes Castro
J.Nunez

A Guernica de Pablo Picasso e a sociedade Pós Moderna

 
 
A holística de ser coisa

A holística de ser coisa
É perder-se  em um mundo anti-natural
E ser coisa deformada entre coisas.
O homem e a sociedade pós-moderna
é  Guernica de Picasso.

 Estar e existir não exige forma,
Sou coisa informe,  
Sem valores humanos,
Sou a silueta de homem quando tenho dignidade.

 Sou coisa, e coisa existe informe...
Na deformação da pós-modernidade.
Sou a coisa deformada
E a deformação da coisa.

Dá falta de princípios eu sou feito
E da destruição que se tornou a meta,
Mesmo ignorando qualquer propósito.
A coisa é o que existe depois de deformada
E a coisa passa a existir como coisa desfigurada.
 A pós-modernidade existe assim...

Saulo Menezes Castro
J.Nunez 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

De Lei da Palmadas à opção sexual - Sociedade, família e indivíduo

Sociedade e Individuo

A intromissão do estado na família
E na educação dos filhos
E em questões de opção sexual
Deixa claro que estamos perdendo a noção
Do que é individuo e o que é sociedade...
Questões individuais estão sendo tomadas
Como dever e direito para uma sociedade.
A obrigatoriedade em aceitar determinações
Que favorece a um grupo dentro da sociedade
E destrói o direito de manifestação da crença e da fé
E ainda obriga a sociedade e grupos dentro da sociedade
A desfigurar, moldar, aceitar e desestruturar
Para não ser condenado pela lei ditadura do preconceito.
O estado laico não pode ser absolutamente laico,
Porém a intromissão do estado em questões
Excessivamente pessoal como opção sexual
E educação dos filhos que resulta em uma confusão
 Do que é sociedade o que é individuo.

A sociedade do prazer e das liberdades criou a inclusão de tudo,
Falando de modo Metafórico;
 Estamos querendo colocar esposa e amante dentro da mesma casa;
Não vai dar certo!
Existe o mundo das hipocrisias necessárias;
Que é o mundo relacionado às nossas fraquezas morais,
E temos consciência dessa fraqueza,
Por essa razão a conservamos lá no seu lugar...,
Para que assim a ordem prevaleça,
De outro modo prevalece o caos; e o caos está prevalecendo...

Os grupos considerados excluídos na sociedade
Estão se organizado e criando entidades próprias
Para esses grupos de indivíduos que se consideram excluídos,
E assim praticamos a exclusão e a auto-exclusão,
A deformação dos valores, da cultura, dos parâmetros,
Dos conceitos, das religiões  e da moral...
A sociedade com seus direitos de liberdades e prazeres
Está criando a exclusão dentro da exclusão.

Salomão Alcantra
J.Nunez

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