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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 21 de maio de 2011

Poesia influenciada pelos astros

Lua de maio

Sou influenciado
Pela lua dos lunáticos,
Lua dos apaixonados,
Lua de maré cheia,
Lua em sagitário,
Lua dos astrólogos,
Lua de maio,
Lua negra em peixes,
Lua dos crimes,
Lua dos sonhadores,
Lua de faces
Lua dos feitiços
Lua de Benzedeira,
Lua de Wesak,
Lua de simpatia,
Lua dos plantios,
Lua cheia em touro,
Lua que se perdeu dentro da superficialidade
E o materialismo dos homens modernos...

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez

http://literaturaimparcialista.blogspot.com/



Pele de Outono - Josias Maciel, poeta imparcialista

Pele de outono


Nossos corpos, nossa pele de outono
Seca feito folhas da estação,
Nossos corpos sem os odores sensuais do verão,
Sem a umidade de corpos suados,
Nossos corpos rígidos
E levemente áspero com pele de outono.

Te umedeço com beijos e saliva,
 Te umedeço feito rio em terra seca,
Te umedeço com língua áspera e úmida,
 Te enlouqueço com minha rigidez de todas as estações.

E você se entrega com a mesma paixão
E a mesma delicadeza que domina com submissão,
Com a delicadeza feminina
Que acalma em mim qualquer fúria...
 Com a doçura de um anjo...

Sobre a cama somos homem e mulher
Na essência de sermos corpos
Que se entregam com desejo e amor,
 E reconhecemos as leis que nos regem...

Josias Maciel

J.Nunez

Josias Maciel é o poeta do homem idealizado, o poeta da potência, da virilidade, da regeneração do homem desmoralizado, desmotivado pelo sexo fácil e casual. Neste poeta encontramos a mulher com suas qualidades e virtudes naturais e não uma imitação do homem que é naturalmente vil. É o poeta das regenerações, da fertilidade, da virilidade sem magismo, da potência, da pureza sem puritanismos, da expressão masculina, da clareza, da concentração e objetividade masculina, das virtudes sem encenações, da linguajem solta e direta. Este poeta é a oposição a feminilidade, as vaidades do homem atual e a desmoralização do homem.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

POESIA IMPARCIALISTAS

Dóris

Um corpo cai,
Rompe a paisagem descontraída
De um fim de tarde.
Um corpo cai,
Justo na hora do meu happy hour
Eu sabia que ele não ia agüentar
É homem antigo, portanto, fatalista...
Ontem vi Dóris saindo de malas prontas
Eu disse a ele: _ Dóris é um passarinho,
Dóris é água na fonte,
Dóris é fruta mordida,
Dóris tem direito ao orgasmo,
Dóris tem direito ao voto,
Dóris não sabe o que quer da vida.
Ontem mesmo Dóris passou lá em casa,
Saboreei Dóris andando seminua pelo quarto.
Dóris é fruta madura, colhida e lavada.
Dóris não precisa ser conquistada.
Dóris é conseqüência do feminismo,
Dóris é sexo fácil.
Eu também sou conseqüência da liberdade sexual,
Sou bêbado, desmotivado, desvalido
Frouxo na moralidade e leviano.
O que devia me motivar viver e conquistar
Está ao meu alcance, entre as pernas frouxas de Dóris.

Abílio Santana
J.Nunez

Tudo é questionável; a única coisa intocável é a causa gay.

Tudo é permitido; menos dar sua opinião...


Poesia de amor proibido...

Que bobagem meu caro poeta!

Nada é proibido na sociedade do prazer!

Estamos formando a geração tudo é normal e permitido,

Essa geração que trocou o mestre na sala e aula pelo jogo no celular,

Temos beijo de homem com homem

E mulher com mulher... Está na moda...

Vivemos na cidade das liberdades sexuais

E das repressões de opinião e crença...

Tudo é questionável; a única coisa intocável é a causa gay.

Deus! De que Deus você está falando?

Bíblia! Qual bíblia?

Tudo foi moldado segundo os nossos desejos sexuais...

Não é por acaso que o filosofo disse:

Deus é uma idéia...

Salomão Alcantra

J.Nunez

Poesia de amor proibido

Com água na boca...


No limites do amor e do desejo...
É certo que ela não quer nada comigo,
Só deseja que eu a deseje e a olhe com água na boca...
Ela também quer me desejar, e me deseja...
Ela não me quer em ato consumado,
Ela quer que eu a deseje para elevar sua auto-estima,
Ela quer me desejar para sentir se viva,
Ela é essa mulher moderna, eu sou esse homem moderno;
Desejamos um ao outro dentro dos limites
Permitidos de desejar um ao outro,
Desejamos sem consumar o ato, sem saciar o desejo...
Desejamos para nos aliviar da vida e das responsabilidades...
Desejamos para nos sentirmos vivos...
E nos contentamos em nos acariciar com palavras e olhares...
E vivemos assim no limite do desejo e do conceito de pecado...

Murilo Santiago

J.Nunez

quarta-feira, 18 de maio de 2011

POESIA DE AMOR CLÁSSICO IMPARCIALISTA

O amor se aquece em dias frios!


Outono,
Sol que não aquece o dia,
Vento frio que deixa nostalgia
Nessa tarde sem grandes pretensões...
Seu colo e seu sorriso, é tudo que desejo para hoje...
Seu beijo e sua boca dizendo baixinho: _ Te amo!
É tudo que eu posso querer para uma vida...
Nada disso tem haver com as estações,
Mas o nosso amor gosta desses dias de calmarias,
De aconchegos, bebidas quentes e conversas à mesa...
Dias em que a cama é desfeita mais cedo
E arrumada mais tarde...
O amor se aquece em dias frios!

Francisco Medeiros
J.Nunez



Sexo na sociedade pós moderna

Sociedade pornô


Homem beijando homem,
Mulher beijando mulher,
Não filme pornô,
É a vida real...
Na sociedade do prazer...
Vai falar alguma coisa
Para você ver o que acontece!

Salomão Alcantra
J.Nunez

A nova forma de guerra dos sexos... “Dupla João Carreiro e Capataz é acusada de homofobia”




A nova forma de guerra dos sexos...
A sociedade do prazer...
Está destruindo todos os valores para
Construir um mundo onde o único valor
É a felicidade baseada no sexo gay ou não gay...

O único valor é a compra e a venda
E a criação de mercado e produtos...
Descobriremos que precisamos de outros valores
E que estamos sujeitos a leis ocultas e a leis biológicas
Quando tivermos totalmente destruídos
E desestruturados pela luxuria e o materialismo...

Estamos descobrimos que devemos reconstruir
Os valores da família, da sociedade e do cristianismo
Agora que a escola e a educação comprometem
E são uma ameaça para o futuro da sociedade,
Do ser humano e dos mercados de trabalhos...

Estamos errando de maneira absurda e inconseqüente
Quando tentamos fazer do sexo
Uma bandeira de liberdade e democracia...
O prazer pelo prazer é fruto de uma sociedade degenerada...
Que possui seus valores no prazer sexual
 E em outras formas de prazer que possa existir...
Estamos desestruturando a humanidade em nome de inclusões
Que levam em conta apenas o prazer e o mercado de consumo...

A guerra do sexo era entre homens e mulheres,
Agora existe o sexo gay e os simpatizantes nessa guerra
Essa é a nova forma de guerra dos sexos... Muito mais absurda...

Otávio Guerra

J.Nunez


Deu no Mix Brasil, ontem: “A militância LGBT não tem gostado nem um pouco da letra do sucesso sertanejo ‘Bruto, Rústico e Sistemático’, da dupla João Carreiro e Capataz.”

O assunto foi levantado ontem (2), pela ONG ABCDS*, de Santo André.

O trecho que vem incomodando a militância é, como todos aqui devem imaginar, o seguinte:

“Sistema que fui criado, ver dois homem abraçado, pra mim era confusão/Mulher com mulher beijando/Dois homens se acariciando, meu Deus que decepção/Mas nesse mundo moderno, não tem errado e nem certo, achar ruim é preconceito/Mas não fujo à minha essência, pra mim isso é indecência/Ninguém vai mudar meu jeito”.

Além do trecho acima, ainda haveria um trecho machista, que diz:

“Por me faltar o respeito, na muié eu dei um jeito, corretivo do meu modo/No quarto deixei trancada, quinze dia aprisionada, e com ela não me incomodo”.

Conversei com João Carreiro, que além de intérprete, é um dos compositores da música. O cantor preferiu não dar nenhuma declaração, pois já tratou sobre o assunto dois anos atrás, inclusive em uma entrevista ao blog, quando a música estava em evidência.

Na época, João Carreiro afirmou: “a música é só uma história, e o personagem principal é um sujeito antigo, caipira, como se fosse um avô nosso. A letra só reflete o pensamento do sujeito rústico dessa época, é só uma história, não é uma opinião minha.”

Em 2009, “Bruto, Rústico e Sistemático” foi trilha da novela “Paraíso”, da Rede Globo.




domingo, 15 de maio de 2011

Lattes C V : José Nunes Pereira, poeta e professor

José Nunes Pereira


Possui graduação em licenciatura em letras pelo Centro Universitário Euripedes de Marília (2008). Atualmente está cursando Pós Graduação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. José Nunes Pereira é pesquisador e poeta criador do Movimento Literário Imparcialismo, editor do Blog Cidade de Marília

(Texto informado pelo autor)



Última atualização do currículo em 15/05/2011

Endereço para acessar este CV:


http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4463414T7&mostrarNroCitacoesISI=true&mostrarNroCitacoesScopus=true

Poesia de amor moderno

Manual de instruções

Fiz as malas,
Coloquei algumas camisas
E mais o roteiro com as suas falas
Que já estava pronto sobre a mesa,
O manual de intruções,
Alguns pensamentos,
O cardápio com os meus pratos preferidos,
Alguns sonhos,
Algumas virtudes escolhidas a dedo,
Alguns abraços
E um sorriso seu  só pra mim...

Fechei a mala
E vim para a sua vida
E nunca te olhei,
Sem que visse o reflexo de mim,
Até que um dia despontou em você,
Uma aresta de liberdade sentimental,
Que rasgou a máscara
O reflexo de mim,
E pela primeira vez eu te vi
Com todo o realismo de ser você...,
Primeiro, fiquei assombrado!...,
Depois furioso...e desapaixonado.
E desde em tão estou te olhando
Por dentro e de perto...
Desde em tão estou te amando...

J.Nunez

Postagem em destaque

Fique por perto!

Volte logo, Não demore muito, Fique por perto! Eu te esperarei dentro e fora do tempo. Sua alma é nobre, Fique no sangue do meu sangu...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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