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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 11 de agosto de 2012

A literatura Imparcialista e o conceito de Imparcialismo


Olhar Imparcial

O Imparcialismo não existe...
O que existe é o jogo de tolerância social,
Contudo o Imparcialismo poético literário
Está disposto a observar
A sociedade por todos os ângulos...
E compreender o seu contexto histórico.

Meus olhar imparcial
Enxerga melhor com esse olho,
Por isso posso às vezes ter propensão
Para esse ou aquele lado,
E ainda dependo muito da distância
Entre mim e a coisa observo...

Aqui entre nós!
As coisas são certas ou erratas,
Dependendo de que lado você está,
Quando somos favorecidos, é tolerável
Há sempre pecados permitidos...
Salvo aqui nesses versos
O imparcialismo comigo mesmo...

Salomão Alcantra
J.Nunez




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

José Nunes Pereira poeta do amor clássico Imparcialista













Sublimação

Nuvens cor de sol anunciam a chegada das manhãs
Nessa paisagem de paraíso
A neblina ainda paira sobre as águas e a pastagem
Feito um fantasma que assombra minhas noites de solidão
Eu a amo e vivo amores mundanos ao alcance de minha mão,
Eu a amo como um cão fiel ama seu dono,
Eu a amo sem esperar nada por isso,
Eu a amo sem pretensões e sonhos,
Eu a sirvo com o silêncio de um mordomo discreto,
Eu a amo sem desejos e sem erotismo,
Eu amo com a abstinência de um padre,
Eu a amo como quem dá a vida por uma causa,
Eu a amo como se ama tudo que está nos altares,
Eu a amo como quem não é digno de levantar o seu véu,
Eu a amo como quem não ergue o olhar diante de sua figura sublime,
Eu amo com um amor de entrega da própria vida,
Eu a amo com toda a sublimação na alma e no coração,
Eu a amo sem medidas humanas e sem razões humanas,
Eu a amo sem pecado e sem desejos,
Eu a amo como se ama o que é intocável por ser puro e sagrado,
Eu amo e desejo a ela toda a felicidade sem mim,
Eu amo como quem está pronto para morrer,
Eu amo como uma brisa que não se prende, por isso, não a desejo comigo,
Eu a amo como quem tem sempre a ânsia de mais vida quando a morte chega,
Eu a amo com uma angústia serena de amar sem medida,
Eu a amo sem razão para isso, amo como quem ama e se basta por amar,
Eu a quero como quero os pássaros, os rios e as árvores que é de todos,
Eu amo com um coração sincero de menino,
Eu a amo como um soldado pronto a morrer por sua rainha,
Eu a amo como uma mãe ama sua cria,
Eu a amo sem os labirintos de sentimentos confusos, simplesmente a amo,
Eu a amo e tenho apenas duas certezas: a morte e o amor,
Eu a amo sem as dores do amor, porque a amo sem cobiça,
Eu a amo como uma viúva que não encontrou um novo amor,
Eu a amo e estou a seu dispor como um serviçal,
Eu a amo como um pai que se anula para viver por seus filhos,
Eu a amo como um irmão sempre pronto a se reconhecer no outro,
Eu amo sem lágrimas de tristezas e sem rompante de alegria e de amor,
Eu a amo com a serenidade e o equilíbrio de um velho monge,
Eu a amo sem pudores e sem libido,
Eu a amo e encho meus olhos de alegria de contemplação,
Eu a amo e a entrego ao escolhido, e rodo a casa como um cão fiel,
Eu a amo como quem sabe que não é digno do seu amor
Faça-a feliz, porque eu a amo e estou pronto para servi-la.

José Nunes Pereira
J.Nunez

POETA DO AMOR CLÁSSICO.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Poetas e Poesias Imparcialistas


Poeta José Nunes Pereira 


Conheça a Poesia Imparcilista do poeta José Nunes Pereira e seus 18 pseudônimos 


Cantina da Viúva

Desse lado da rua na Cantina da viúva,
Como um "prato feito" enquanto observo
Um desenho infantil, feito uma pintura falsa do Picasso 
Enfeitando a parede de azulejo sujo e desbotado.
Do outro lado da rua o bar do Arnaldo
Camufla o puteiro da Marina;
Ela não me fez o convite que ela faz a todos os homens 
Que passam pela calçado a porta do boteco,
Talvez eu esteja abaixo 
De seus critérios de prostituta...
Veio a conta, e de graça ganhei
Um olhar da viúva que pretendia seduzir...
Um embriagado tomou para si o olhar da viúva, 
E roubou a minha vez.

Abdias de Carvalho
J.Nunez


Abdias de Carvalho poeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnação, da repetição angustiante, da falta de oportunidades, da linguagem repugnante, esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está. Neste poeta não há incertezas, e sim eterna imobilidade.  

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Poeta e professor

José Nunes Pereira

Poeta e professor mariliense,  escreve no blog Artigos Imparcialistas, Blog Cidade de Marília e Citações para Trabalhos acadêmicos.



Contatos:

José Nunes Pereira – Artigos Imparcialistas  -  Blog Cidade de Marília 


Twitter 

twitter.com/jnunespereira





















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domingo, 5 de agosto de 2012

Poesia Imparcialista


O Espírito Gregário

O vento assopra,  ajunta, espalha e leva,
Quero ajuntar o canto, a ferramenta, o artista,
A palavra e a tinta num único ponto de referência;
Seremos assim a multiplicidade com unidade de ser.

Quero ajuntar a família,
Os ideais, o partido, os filhos e os amigos...
Quero ajuntar tudo em um só sopro
Como eu me junto aqui dentro
Em uma noite de mistério e silêncio.

Ajunto-me num canto escuro ao pé das escadas;
Ganho unidade na multiplicidade de ser eu.
Sou da solidão com a humanidade aqui na alma,
Sou da humanidade aqui dentro
E sozinho como todos os seres humanos.
Sou à força do amor que uni
O pacto do amor que ajunta, sacrifica, sofre, crê,
Chora em silêncio e vence.

Saturnino Queiros
J.Nunez
  

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