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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A Grande Convulsão



Um mundo em convulsões

Em um mundo a beira de um colapso social e financeiro,
Em um planeta em convulsão,
Em uma sociedade em profunda crise
De identidade,de valores e de espiritualidade;

Estamos deixando de contar nossos mortos,
Estamos ignorando nossa bestialização,
Estamos fingindo não ver o abismo,
E a noite que se aproxima...

Espero a grande convulsão do planeta, da social e das financeiras.

Albano Morais

J.Nunez 

domingo, 29 de dezembro de 2013

A grande ilusão de progresso no Brasil dos assistencialismos

Ilusão de Progresso

Compras com cartão de crédito,
Assistencialismos,
Produtos tecnológicos,
Políticas improvisadas,
Invenção da Classe C;
São as grandes ilusões de progresso no Brasil.

Octávio Guerra

J.Nunez

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Vídeo - O Sensacionalista: fantástica leitura da mulher contemporânea.

 

Mulher comete crime só para passar um tempo sozinha


Mulher Policrônica
Mulher moderna
Mulher policrônica
Mulher “dona de casa”
Mulher profissional
Mulher mãe
Mulher esposa.

A mulher moderna se tornou escrava de uma suposta liberdade.

Mulher sobre carregada
Mulher feliz
“Mulher livre”, supostamente
Mulher escrava
Mulher estressada
Mulher frustrada.
Octávio Guerra
J.Nunez

Escolha


Dançamos,
Exibimos a plumagem,
Ela escolheu um macho,
E foi criar os filhos sozinha.

 Abílio Santana
 J.Nunez


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Ativista do Femen fica de topless dentro da catedral de Colônia, na Alemanha

AgNews, Foto Rio News, AgNews


26.dez.2013 - Ativista do Femen fica de topless dentro da catedral de Colônia, na Alemanha. Josephine Witt, 20, saltou sobre o altar, gritou lemas contra a posição contrária do Vaticano em relação ao aborto e exibiu pintura no corpo que dizia "eu sou Deus"Elke Lehrenkrauss/AFP
Leia mais em: http://zip.net/bclV9c




Estamos criando uma sociedade fragmentada em grupos radicais... 

Para manter seus direitos de crença e fé,
 Para manter seus princípios, cultura,
 Estrutura e salvar a própria existência;
 Será necessário que as instituições, como a igreja Católica,
 “Sai de cima do muro” E fale abertamente o que não aceita,
 E que não vai se autodestruir em prol de grupos
 Que desejam subjugar todas as suas tradições, valores religiosos e culturais,
 Aos seus prazeres, vícios e desejos de grupos.

 Estamos criando uma sociedade fragmentada em grupos radicais
 Com suas bases nos prazeres, nos vícios e nos desejos.

A sociedade contemporânea
Está a caminho de criar grupos radicais
Que não aceitam, abertamente, as imposições de outros grupos.
Estamos a caminho da exclusão da exclusão:
Grupos que se formarão a partir de uma suposta exclusão,
Criando outra forma de exclusão, muito mais complexa e perigosa.

Octávio Guerra
J.Nunez

Poesia esotérica imparcialista



Pégaso
A mente é Pégaso,
O cavalo alado,
Que nunca deve ser desarreado.

Sem arreios ele dispersa e foge...
A noite,  quando precisar,
Não conseguirá montá-lo.

Meu cavalo de asas
Conhece o caminho para os céus...
E me levará até os Deuses.

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Padrão de Beleza Globalizado



Padrão de Beleza Globalizado

Somos a sociedade que glorifica
A liberdade e a diversidade,
Porém presa e escrava dos padrões e dos vícios...

Um Cristo de beleza caucasiana,
Uma cantora linda e negra americana
Querendo a beleza caucasiana,
Uma modelo chinesa perfeita
Querendo o padrão 
De beleza globalizado...;
Criando a beleza artificial,
Alimentando o racismo
E o preconceito histórico.

São as incoerências desse tempo
Em que vivemos nos labirintos
Redundantes das teorias...

Octávio Guerra
J.Nunez
  



Poesia e holística



A Essência da Vida

Contemplando um filhote no ninho 
Esperando ser alimentado...
Compreendi que
A vida em sua essência
Tem seu alicerce nos valores cristãos,
Ou de qualquer outra religião
Que possui  sua base
Na  humildade
No amor,
Na caridade,
Na compaixão,
Na contemplação,
E na interdependência...
Que nos dá a consciência
De que todas essas virtudes
É o alicerce e a essência da vida.

Saulo Menezes Castro
J.Nunez

Natal à moda possibilista



Natal á moda capitalista 

Antes de qualquer coisa o Natal 
Deveria ser uma vivencia mística;
Um novo nascimento na alma. 

O Papa disse que Natal
Não é festa, barulho e compras...
Muito menos coelhinha da Playboy nua....

Sociedade do relativismo, do nivelamento, 
Do possibilismo, da exploração de tudo
Como sendo produto, público e mercado consumidor. 

A sociedade consumista
Coloca tudo na mesma bandeja
Para ser servido como produto e serviço.

Tudo se desvaloriza com o nivelamento
Em prol do capitalismo,
Do mercado, do público consumidor 
E da sobrevivência do sistema capitalista.

O Cristianismo é servido na bandeja 
Como a cabeça de João Batista 
Em um banquete diabólico.

Octávio Guerra
J.Nunez  



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Poesias espiritualistas

O Coveiro

Meu Deus, nesse dia
Me ajude a ser justo e verdadeiro
Como a pá do coveiro
Que enterra pobre,
Que enterra rico,
Com igualdade.

Se tu queres justiça entre os homens
Espere a morte, que chega a tudo e todos
Inevitavelmente.
                                                    Salomão Alcantra

                                                      J.Nunez


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Sociedade e submundo

O Fazedor de Luz

"Como caíste do céu, ó Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão brilhante?"  Isaías 14:12

Natal rima com capital – ismo, disse o filosofo de taberna.
O Papai Noel, a Coca- Cola, aparelhos eletrônicos embrulhados para presentes
E fantasias sexuais de natal,  tomaram o lugar do Nosso Senhor Jesus Cristo-
Disse o filosofo de taberna.

Um Cristo empoeirado acima da porta,
O vento varreu as ruas feito uma senhora zelosa com a casa,
Em frente à porta do comércio, escorado na placa de proibido estacionar
Fumo maconha, passivamente, ou por tabela.
Ela pomba gira, suja e bêbada, ainda desperta em mim desejos lascivos,
No banheiro dos comércios arruinados,
Nos hotéis de quartos para putas e outros depravados,
Nos clubes sociais de fracassados, entregue aos bêbados e viciados,
Nos fundos,  um canto mais discreto
Para algo mais que os beijos de bocas imundas...

Com o bom cristão que não sabe que sua bondade está vestida de orgulho e vaidade,
Entre os porcos de estimação que são porcos e não sabem,
Entre essa gente que consegue ser mais sujo,  mais degradante que eu,
Por aqui eu sou rei dos espíritos imundos...

Foi aqui que descobri algo extraordinário:
Descobri que aquele outro em mim, sou eu mesmo...
Caiu do pedestal, está aqui entre gentes degradantes por afinidade,
Aquele espirito, aquele ser abstrato
Que se negava estar aqui, caiu do pedestal,
Agora somos um em uma só carne,
Agora estamos muito mais lúcidos...

Aquele e esse que fala com as pessoas, têm amigos,
Esconde segredos, luta, ama e odeia... É a mesma pessoa.  
Odeio textos abstratos aos olhos dos outros,
Mas não tenho outro modo de dizer, aquele sou eu mesmo.
Aquele é Lúcifer, o “fazedor de luz”

No canto da taberna uma árvore de Natal amarotada...
Com luzes queimadas.  

Abílio Santana 
 J.Nunez

domingo, 22 de dezembro de 2013

Marcha pelo seu direito de peidar em público...




Marchas

Marcha pelo seu direito
De peidar em público
Sem que sofra preconceito,
Sem que seja apontado como um peidão...

O slogan da nossa marcha é
Peidar é lindo e  faz bem à saúde...
Que se dane o nariz alheio.

Você que é um  peidão
Se junte a nós pelos nossos direitos de peidar
Sem ser desrespeitados...

Salomão Alcantra
J.Nunez


Poesia mineira?

Comer pelas beiradas

Minha poesia imparcialista
Tem um pouco de mineiro:
Come pelas beiradas,
Porque o meio é sempre mais quente...
Aprendi cedo!


José Nunes Pereira 

Sociedade dos nivelamentos, do narcisismo e do relativismo avacalhador...


Da inversão de valores ao relativismo avacalhador

A sociedade e os grupos espiritualizados cuidam da alma;
A sociedade materialista narcisista cuida, ou destrói o corpo...

Não existe mais  nem Socialismo, nem Capitalismo...
O que existe é relativismo...
Os dois agora são a mesma coisa:
Consumismo, exploração e capital.
O Socialismo que não é assim se tornou aberração política.

Tudo é a mesma coisa:
Homem é mulher, mulher é homem...
A sociedade das teorizações é redundantes, exploradora e possibilista:
Faz a exclusão da exclusão,
A prisão da liberdade,
A hipocrisia da hipocrisia
A exploração do explorado,
A desinformação da informação,
O sexismo do sexismo,
O preconceito do preconceito...

Na inversão de valores, o errado era certo,
Agora avacalhamos com tudo,
Não temos mais nem certo nem errado,
Tudo é equivalente...
A inversão de valores não deu conta  de se impor,
Estão foi preciso avacalhar, cair no relativismo absoluto...

Octávio Guerra

J.Nunez

Cronoconto ou cronopoema: Arrastão dos Zumbis e Guerra de Mamonas...



Arrastão dos Zumbis e Guerra de Mamonas

Zumbis materialistas, consumistas e informatizados
Fazem arrastão no Shopping Center da cidade.
São viciados em produtos industrializados,
Desejam possui-los a qualquer custo...
Zumbis não gostam de lojas de livros...

No estabelecimento da ruela estreita, 
Alguém começou uma briga,
Aos gritos dizia: _ Seu vagabundo!
Tive de rir com o pensamento:
(A quem ela se refere?  Aqui todo mundo é vagabundo! )

No estabelecimento da ruela estreita,
Entra uma senhora virtuosa e cristã evangélica,
Olha para o rosário e diz com muita fúria:
 “_ O senhor está crucificando o Cristo!”
O balconista responde com toda paciência:
_ Minha senhora! Temos aqui  beijo gay em público,
Casamento gay em massa, muita fumaça de maconha,  
Mulher transformada em homem gestando filho,
Mulheres imitando homens desajustados,
E a senhora ainda está nessa de implicar com crucifixo e rosário na parede!

Lá na calçada os meninos que não tem o que comer amanhã,
Falam de lutas, batalhas, metas, honras em jogos de computador.
E de como é que  mata polícias e professores em jogos virtuais...
No meu tempo fazíamos Guerra de Mamonas 
E não matávamos policias nem professores. 

Salomão Alcantra
J.Nunez



sábado, 21 de dezembro de 2013

Mulheres Imitações de Homens na sociedade do prazer.

No Divã do Sociólogo

Não vá ao psicólogo,
Vá direto ao antropólogo, ao sociólogo:
Perguntei a ele:
_Doutor antropólogo
 _ A mulher luta pelo seu direito,
Ou luta pelo seu direito de imitar homem
Em estado deplorável;
Com toda a sua depravação e inferioridade...
Pelo direito de imitar tudo que no homem sempre foi reprovável,
Até mesmo para os homens,
Mais elevados em espirito e índole?

Ele respondeu:
 _ Assim é a sociedade dos direitos,
Do prazer, do entretenimento sexual e dos desejos,
Tudo isso está acima da tradição religiosa,
Dos preceitos, dos dogmas, das leis, 
Dos princípios, da ordem, do sagrado, do profano,
Da estrutura, da cultura, da  espiritualidade etc.

Tudo está subjugado pelo prazer e pelo desejo;
Portanto, só levamos em conta o nosso desejo e o nosso prazer,
Ou o desejo e o prazer de um determinado grupo de pessoas.
E mais....

Octavio Guerra
J.Nunez


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O sexismo na sociedade relativista...

O Sexismo Sexista

Homem, educado, criado, formado
Segundo a tradição e a cultura de ser homem,
É sexismo...

Mulher criada, educada, formada 
Segundo a tradição e a cultura de ser mulher
É sexismo...

Formar homens como mulheres
E mulheres formadas como homens,
Ou nada disso,
Não é sexismo!?

O sexismo
É o absurdo da sociedade relativista e niveladora.
A sociedade relativista  caminha em círculo com suas teorizações,
E cai na incoerência e na mais completa confusão e redundância...

Octávio Guerra

J.Nunez

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

https://www.facebook.com/poetajosenunespereira/

        




Sobre

José Nunes Pereira - poeta criador do Movimento Imparcialismo: literatura para o novo contexto, com seus dezoito poetas imparcialistas (ficcional)
Biografia
Poeta, professor e editor do Blog Cidade de Marília. Poeta e pesquisador criador da poesia Imparcialista e do Movimento Literário Imparcialismo.

http://literaturaimparcialista.blogspot.com.br/
Descrição
José Nunes Pereira (J.Nunez) também é pesquisador, criador do Imparcialismo, integrante do Movimento Artístico, intelectual e literário Os Imparcialistas.

AlôArtista - Qual foi o ´click´ que despertou a sua arte? Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade?
José Nunes Pereira - Meu gosto para a poesia e a arte se despertou com a leitura de poetas brasileiros, especialmente com o poeta Castro Alves. Depois vieram muitos outros poetas brasileiros e estrangeiros, até que cheguei a poesia Imparcialista.

AlôArtista - O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?
JNP - Escrevo há muitos anos, porém a minha razão para escrever é a poesia Imparcialista, que resultou em um trabalho acadêmico chamado O Novo Contexto para a Arte e a Literatura contemporânea. O Imparcialismo é o trabalho na construção da literatura para o novo contexto e o estudo desse contexto para que os artistas de todos os ramos da arte possam trabalhar partindo dessa pesquisa.

AlôArtista - Qual é a principal ´mancada´ no Brasil, em se tratando de incentivo ao artista? É difícil ser artista neste país? O que poderia ajudar?
JNP - É difícil ser artista em qualquer lugar do mundo, quando o artista não está fazendo a coisa “comercial”. Talvez no Brasil seja ainda mais difícil porque não temos público para a cultura intelectualizada, mais refinada, bem elaborada ou ainda engajada em alguma questão realmente significativa. Muito diferente das conotações e do sexo na música. A maior mancada do Brasil é a falta de público para a cultura que não seja a de consumo e modismo.

AlôArtista - Conte um pouco sobre carreira e onde deseja chegar.
JNP - Escrevo há muitos anos e criei o Imparcialismo em 2008. Meu desejo é um dia ver o Imparcialismo sendo praticado por outros artistas, de todos os ramos. A função da arte pode ser revelar o homem e a sociedade a si mesma, deixando de ser mero reflexo de seu tempo, passando a ser o espelho onde o homem e a sociedade possam se ver e se transformar partindo dessa consciência. Talvez a arte possa ajudar o homem a encontrar o equilíbrio que ele tanto busca nesse tempo de labirintos.

AlôArtista - Como um site como o AlôArtista pode contribuir para ´os artistas´, na sua opinião?
JNP - Creio que o AlôArtista já está fazendo muito pelo artista, por ser esse espaço de divulgação da arte e do artista.

Blog literatura imparcialista
Informação Geral
Poeta José Nunes Pereira, poeta criador do Movimento Imparcialista, editor do Blog Cidade de Marília, Blog Artigos Imparcialista, entre outros. Comerciante no Marília Doces e Salgados.

Informações básicas

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O relativismo é o fim do modernismo e as consequências dele...

O Relativismo  

Fomos modernistas,  de tão modernos
Caímos no relativismo, agora somos relativistas.
Primeiro santificamos e dignificamos
O que antes era promiscuidade e depravação.
Agora relativistas, tornamos tudo a mesma,
Logo, podemos ser abstêmio ou promiscuo, 
Que é a mesma coisa...

Eu sou promiscuo, promiscuo mesmo... Sem santificação.
A TV ficou ligada para dar a impressão de que tinha gente em casa.
Já passou da meia noite, na porta da pensão, as meninas e as putas velhas,
São agora profissionais do sexo, com carteira assinada.
Eu, poeta vagabundo e tradutor medíocre, não tenho carteira assinada.
Com muita dificuldade acho o buraco da chave,
Já é sexta-feira 13.

O que me chamou a atenção na TV que ficou ligada,
Foi a propaganda de uma promoção de caixão da tal loja “ Boa Morte”:
Compre um caixão e ganhe outro.
Na compra de dois caixões ganhe os serviços funerários.
Favei comigo: O que será que eu bebi...
De fato, minha vida não é grande coisa,
Mas essa promoção de caixão não vale apena!

As meninas seminuas lá embaixo; 
Para o homem digno que passa de carro,
Possivelmente, vindo de uma festa de casamento,
Com seus filhos bonitos e educados,
Com sua esposa linda, cheia de dentes e muito bem cuidada.
Para esse homem digno, 
Ela, lá na porta da pensão, é apenas um pedaço carne branca,
Doente, viciada e suja, digna de compaixão!
O pedaço de carne branca, doente e suja,  subiu para meu quarto...
É  o que tem para essa noite.

Não venha santificar esse esgoto...
Não me venha com dignidade e santificações com suas teorias de nivelamentos.
Não tire de mim as metas, os parâmetros e a consciência  de ser porco e sujo.
Quero ser restaurado, sair do inferno!
Não venha dignificar esses escombros, 
Meus amigos bêbados, e essas ruínas de gentes...
Sou digno, digno de compaixão...

Eu sei o que é uma esposa linda, discreta, cheirosa, limpa e bem cuidada...
Não a cobiço, não sou tão patético....
A ela não sou digno de levantar o olhar. 

Abílio Santana
J.Nunez







Somos modernos, ou somos os Relativistas.

Somos Modernos?

Somos modernos.
Não é o que vejo nas ruas;
No sexo virtual na rede;
Nas esquinas, nos comércios;
Nas mulheres, nos homens, nos sem gênero sexual ;
Nos que sonham que são inrotuláveis;
Nas mesas de bares, só de mulheres, mesmo que um delas grávida,
Bebe e fuma muito..., mesmo bêbada sai dirigindo o carro;
Não é o que vejo na clientela dos bares e lojas da rua São Matheus,
Não é o que ouso na conversa das clientes lésbicas na mesa da esquerda,
Não é o que vejo no comportamento e ouso na conversa de homens e mulheres;
Não é o que vejo nas crianças que desconhecem que são crianças;
Não é o que vi no beijo de língua entre sexo iguais;
Não é o que vejo nos adolescentes sem perspectivas. A sexualização, e o sexo fácil
Consome todas as possibilidades da vida;
Não é o que vejo nos velhos com a ilusão e a frivolidade dos adolescentes;
Não é o que vejo nas meninas que não são criadas para ser mãe;
Não é o que vejo nos meninos que não são criados para ser pai;
Não é o que vejo na inescrupulosa criação de público consumidor e mercado;
Não é o que vejo na venda de tudo, na exploração de tudo, no sexo em tudo;
Não é o que vejo nas teorias planas e  individualistas da sociedade do prazer;
Não o que vejo na destruição de tudo para prevalecer o desejo sexual, 
Não é o que vejo nessa geração que desconhece limites, virtudes, valores humanos,
Mundo espiritual, fronteiras,  qualquer seriedade.
Tudo deve ser feito como diversão e prazer como se tudo fosse sexo;
Não é o que vejo nesses que desconhecem o que é depravação, tudo é santificado...
Não é o que vejo na destruição da fé 
E na aculturação globalizada para a criação da cultura de consumos.  

Somos modernos. Não é o que vejo,
Somos as consequências do que foi ser modernos e “livres”;
Somos a geração e o tempo  dos aprisionados no que foi ser ousado e moderno,
Ser moderno era ser livre, já fomos livres,
Agora somos presos na liberdade inventada por eles, modernos:
Presos nos vícios, prazeres, desejos, nas ilusões de facilidades
E nas consequências da exploração de tudo...
Queremos ser modernos, buscamos a liberdade dentro da liberdade que se tornou prisão;
Queremos achar a saída do labirinto dentro de labirintos.

Não somos mais modernos,
Somos relativistas, praticamos o relativismo que nivela, santifica, dignifica e vulgariza tudo...
Buscamos a destruição das ideologias, inventamos liberdades,
Consequentemente, caímos no mais absoluto relativismo.

Octávio Guerra

J.Nunez

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Poesia social imparcialista.

16/12/2013

Catástrofe social...

Os Pagadores de Impostos e Promessas

Em um país de mentira e muito distante da realidade:

Entre elas beijos de línguas e cenas eróticas no portão.
Os vizinhos, conservadores, a condenava de atentado violento ao pudor...
A polícia foi chamada.
A mulher saiu com essa:
_ Eu pago imposto como todo mundo aqui!
O policial disse para os que protestavam:
_ Ela paga imposto como todo mundo aqui!
Pagar imposto agora é alforria para todas as libertinagens sexuais.

Outros, eleitores, que são atendidos pelo assistencialismo;
Outros, que para eles foram inventados direitos, inclusões e liberdades;
Outros que são malfeitores da sociedade, e que para eles criaram salários;
Sairão pela rua reivindicado, às casas, os móveis, o carro
E os bens daqueles (outros) que não votam no partido do assistentíssimo.
(Mas esses últimos são a maioria e os mais explorados)

O país passou a ser governado pela (AAC)
Anarquismo Assistencialista Criminoso.
O grupo formado pelas famílias, equilibradas, conservadoras, tradicionais
E de culturas religiosas clássicas,
Foram jogados nas ruas e seus bens foram tomados...

As liberdades e os assistencialismos levaram o país
A uma situação catástrofe social 
Porque o grupo mais explorado, 
E que sustentava esse país, foram desconstituídos.

O grupo, antes, formado pelas famílias, 
Equilibradas, conservadoras,
Tradicionais e de culturas religiosas clássicas
Pediram a volta do governo militar ao Poder.

Preferiram a repressão de suas liberdades
Que a repressão imposta pelas liberdades,
Direitos, libertinagens e crimes
Dadas aos outros grupos,
Com o pretexto de que eles pagam impostos
E coloca no poder o partido do (AAC)
Anarquismo Assistencialista Criminoso.

Na igreja de São Francisco de Assis, em sacrifício,
Sobem de joelhos os pagadores de promessas,
Os pagadores de impostos.

Octávio Guerra

J.Nunez

domingo, 15 de dezembro de 2013

Curta minha Página de divulgação de poesia, artigos e teorias Imparcialistas.

Página de José Nunes Pereira

Conte sempre com os amigos.




Tauromaquia

Esse que sou é obra dos astros,
Eles dizem que devo ser forte nas horas extremas,
Esse que sou está escrito na palma da minha mão,
Ela diz que devo ser constante na luta.
Sou esse que está por se fazer,
Como algo começado e inacabado.

Sou este feito apenas de pequenos traços esboçados,
Porém sou nítido como a juba do leão
Que o identifica como tal
Sou nítido como a força que o touro demonstra,
Não escondo nada.

Ninguém esconde nada,
Quem pensa que oculta
É mais transparente que a casa de vidro,
Porque você é quase sempre para si
E  para o outro, casca, superfície.

A sua indiferença é percebida em silêncio,
Muito do que você é,
E pensa que os outros não sabem;
É na verdade percebida em silêncio e segredo.

As minhas lágrimas escorrem para dentro,
O meu silêncio revela mais que esconde,
Meus olhos olham mais
Para dentro de mim que para fora,
Porque minha batalha é mais aqui dentro.

Saturnino Queiros
J.Nunez

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

MOVIMENTO IMPARCIALISTA