Pesquisar este blog

MOVIMENTO IMPARCIALISTA

MOVIMENTO IMPARCIALISTA
IMPARCIALISMO

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

TRIBUTO AO ÍNDIO BRASILEIRO




Tributo ao Índio
Tributo ao índio
Que índio?
De que tribo?
Daquela que exterminamos!
Salomão Alcantra
J.Nunez

sábado, 27 de dezembro de 2014

Da primeira vez que eu vi o mar

Poema ao mar

Da primeira vez que eu vi o mar
Meus olhos se encheram de alegria de contemplar,
Como se um dia eu tivesse deixado esse lugar,
Como se eu voltasse para o meu lar...

Me vi bem perto do criador,
Calei as preocupações do dia,
Meu coração transbordou amor,
O meu peito respirou alegria.

Lavei o corpo e a alma no sal do mar,
Compreendi a grandeza de amar,
A nobreza de minha insignificância
E que toda a minha importância
Esta no amor, na contemplação
E na humildade diante da criação.

Nesse instante de integração com a natureza,
Diante dessa  embriagadora  beleza,
Compreendo que sou criatura,
Criador, e que na essência e no coração
Sou essa pessoa de alma pura
Diante dessa manifestação
De amor, reverência e candura.  

Francisco Medeiro
J.Nunez

27-12-2014
Itapema


Parâmetros de igualdades e diferenças

Parâmetros de Igualdades e Diferenças

Nesse sistema que trata a mulher e o homem,
Apenas como indivíduos, sociais e consumidores,
Com seus direitos sociais e de consumidores.

Faz dessas questões parâmetros de igualdades e diferenças;
Ignora as dimensões espirituais do ser humano,
Desvaloriza o princípio masculino e feminino,
Joga um contra o outro e se beneficia dessa disputa.

Esse sistema criou uma eterna guerra entre os sexos,
Agora quer parar a guerra com leis,
Porém, sem parar a disputa que beneficia o sistema.

Octávio Guerra
J.Nunez

Itapema 27-12-2014



Igualdade

Igualdade de Sexo

Com mais igualdade de sexo
O país progrediu muito...
Em número, gênero e grau.

Agora temos bandidos e bandidas,
Bandidinhos e bandidinhas
Ladrões e ladras...

Salomão Alcantra
J.Nunez

Itapema 27-12-2014

sábado, 20 de dezembro de 2014

A sociedade dos prazeres, Dos desejos, dos vícios e dos entretenimentos Ignora a ação e a reação
































Ação e Reação

Duas faces
Tudo respeita a dualidade
E tem pelo menos duas faces...

Ação, reação, julgamento;
Prazer, vício, consequência;
Desejo, escravidão, dependência;
Opinião, oposição, reação.

A sociedade dos prazeres,
Dos desejos, dos vícios e dos entretenimentos
Ignora a ação e a reação,
Como se fosse possível à existência
E a consciência de existir sem a dualidade.


Octávio Guerra  
J.Nunez

domingo, 14 de dezembro de 2014

Por medo de voar

Profundidade

Apegados à superfície,
Por medo de voar
E distanciar de nossa condição humana,
Não descemos as profundezas
Nem subimos as alturas...
Onde podemos, realmente, ser felizes e livres...

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

CNVO COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA

CNVO COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA

VERDADE OMITIDA

Comissão da Verdade,
Depois da Ditadura Militar no Brasil
Já aconteceu tanta atrocidade
Que a tal Comissão Nacional da Verdade
Perdeu a força e o sentido diante da omissão
De nossas verdades e atrocidades atuais.

A comissão da verdade deveria
Se estender até o governo atual
Que se coloca apenas como vítima,
Quando na verdade era oposição
Querendo derrubar o governo
Fosse ele Militar ou não.

CNVO Devemos fazer agora a 
COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA. 

Octávio Guerra
J.Nunez


11-12-2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Sociedade dos prazeres, da prisão, da ditadura das liberdades e dos direitos

Contra-senso

Tempo de tirania que não aceita dualidade.
Tirania das liberdades e dos direitos.
Não aceitamos a contrapartida
Não aceitamos a oposição;
Queremos guerra sem guerra e paz sem paz;
Queremos atos sem consequências;
Queremos a guerra sem reação do inimigo!
Queremos direitos sem ponto de vista contrário;
Queremos um paraíso de relativismo absoluto e impossível;
Queremos condenar, ofender, julgar sem ser julgado...
Queremos prazeres sem limites;
Ignoramos a escravidão e as consequências do vício,
Queremos equilíbrio na balança sem o contra peso,  
Construímos discursos e terminologias para santificar tudo.

A paz feita em contratos e palavras adequadas
Está com os dias contados, 
Não dão mais conta de manter a paz;
É o fim do discurso!

Otávio Guerra

J.Nunez


Parafrasendo 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A Sociedade do Prazer subjuga tudo ao desejo e ao vício....

Poliamor

A sociedade do prazer,
Dos discursos mirabolantes,
E dos entretenimentos sexuais
Com seus termos “politicamente corretos”,
(Como se um termo correto estivesse acima da realidade)
 E pudesse santificar, estruturar e dignificar tudo;
Agora inventou o poliamor,
Que não pode ser confundido com polisuruba ou polisexo,
Com nada que avilta o poliamor.

Temos que parecer dignos!
Mas aos olhos de quem?
Se a sociedade do prazer está construindo  
Uma sociedade sem conceitos de pecados e sem abstinências.

No fundo ainda temos medo da bestialidade e da insanidade social...
Apesar de toda a nossa frouxidão entre as pernas,
E da permissividade em nossos vícios e desejos,
No entanto, termos politicamente corretos, não nos salvará de sermos depravados.

Albano Morais

J.Nunez  

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica: . Um fantasma patético... Preso dentro de uma parede densa Colidindo em uma multidão de átomos Feito um fantasma tão compacto Qu...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Poesia Imparcialistas

Duas Caras

Se a pessoa tem duas caras,
Não confie em nem uma delas,
Porém, seja tolerante com a cara
Que lhe parece mais próximo da verdade
Sobre aquela pessoa.

A muita coisa estranha nesse mundo relativista,
Porém, o que mais me assombra
É o descontentamento da mulher
Com poder do princípio feminino,
Impossível aos homens.
Elas ainda cobiçam e conquistam o poder masculino...
Depois imitam as degradações e os vícios masculinos
Como se fossem livres dentro das prisões humanas.

Dentro e fora de mim, eu me dissolvo em Deus.  
A minha religião é holística, interior e interiorizada.
Minha religião e meu Deus
É de dentro para fora,
Sem padres, não precisa!
Confesso a mim mesmo; o perdão pertence a Deus.
Meu coração é o templo,
A morada de Deus e do meu guia espiritual.

Salomão Alcantra

J.Nunez 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Fim da poesia Imparcialista de leitura do contexto histórico.

Fim do engajamento na poesia social Imparcialista

A leitura do contexto contemporâneo 
Fica para quem quiser!..

Deixo essa poesia mundana...
Deixo o contexto histórico;
Houve mais perdas do que ganhos,
O trabalho está feito, 
compreendi  o nosso tempo!

A poesia engajada na leitura desse tempo
Consumiu minha alma,
O meu espírito místico e devoto 
E meus olhos para o altar do crucificado. 

Deixo o pensamento!
Quero o  silêncio e a contemplação 
De Deus em todas as coisas!
Meus olhos se voltam para  os iluminados.


José Nunes Pereira 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As premissas contemporâneas apontam para a conclusão do relativismo absoluto...

Premissas Contemporâneas

Le Brésil n’est pas un pays serieux” 
O Brasil não é um país sério
Seja de quem for, de Charles de Gaulle
Ou de Carlos Alves de Souza Filho,
Embaixador do Brasil na França,
Tanto faz, é obvio que o Brasil não é um país sério.

O Brasil nunca foi sério.
Talvez o mundo não seja mais sério,
Talvez o mundo ainda seja sério
Segundo as conveniências do lucro...

A nossa seriedade
Está sendo moldada pelo interesse pessoal.
Certo ou errado, justo ou injusto, sério ou não
Agora é uma questão de conveniência...

Enquanto escrevo um homem pede uma bebida:
Sem que ninguém o pergunte, começa a falar da sua vida:
_ “Perdi todos os princípios e toda a vergonha”
Pensei:
Se ele pagar a bebida
É porque não perdeu, ainda,
 Todos os princípios e toda a vergonha.
Ainda lhe resta o princípio de não apanhar...

As nossas premissas apontam
Para a conveniência e os relativismos niveladores.

Para Aristóteles:
1ª premissa, 2ª premissa = conclusão.
Para a Sociedade dos Prazeres:
1ª premissa, 2ª premissa = relativismo.


Ele é cristão fervoroso,
Ele é insuspeitável
Logo ele é criminoso...

Ela é mãe de família,
Não é prostituta
Logo, ela é igual à prostituta.

Ele é menino,
Não é menina
Logo, ele é bissexual.

Um homem diz que Deus não existi,
Ele é contra Deus
Logo, Deus existi para que ele seja contra.


As premissas contemporâneas
Apontam para a conclusão do relativismo absoluto...

Albano Morais
 J.Nunez 

domingo, 23 de novembro de 2014

A Igreja na sociedade dos entretenimentos.

Igreja diversão

Nada mais é sério...
Igreja entretenimentos.

Ritmos, pastores e padres
Para todos os gostos
Frouxidão dos princípios.

Quebra da pedra fundamental,
Criação de um deus deformável,
Destruição da estrutura,
Morte da verdadeira religião.

Albano Morais

J.Nunez   

sábado, 22 de novembro de 2014

Poesia religiosa.

A presença da Mãe de Deus

Mãe Divina bondade,
Mãe Divina compaixão,
Mãe Divina caridade,
Mãe Divina criação,
Mãe Divina amor,
Mãe Divina labor.  

A presença da Mãe de Deus é de amor e mortificação.

Mãe Divina castigo,
Mãe Divina castidade,
Mãe Divina fogo,
Mãe Divina morte,
Mãe Divina purificação,
Mãe Divina regeneração.

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Juscelino Andrade: poeta da dualidade da vida, do fim do relativismo em si mesmo, da estrutura, da deformação em si mesmo. Poeta que se relaciona com o mundo a partir de seus próprios conceitos e julgamentos de certo e errado.

Espelho da Vida

Olhei para o espelho da vida,
Ri com simpatia para menina que corre
Para acompanhar os passos dos pais;
Outra criança menor, vai no colo.

A mãe,  uma mulher muito bonita,
O pai, certamente um guerreiro
Igual a tantos outros homens, pai de família. 

Eu, que observo essa imagem
Refletida no espelho da vida;
Um covarde, um egoísta que abandonou
A vida que poderia ser sido.

Observo sem intenção de observar,
Sem qualquer intenção...
Vou morrendo aos poucos,
Me envenenando em doses homeopáticas.

Pareço amargo?
E sou, amarguradamente amargo,
Como que chegou ao vim da vida
E errou em todas as escolhas que não fez;
Apenas entrei no barco da vida
E deixei-me, ir na correnteza.

Juscelino Andrade
J.Nunez


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Juscelino Andrade, poeta da dualidade da vida, do fim do relativismo

Equivalência

Sou inferior e superior de alguma maneira;
Depende muito de que ângulo se é olhado.
Prevalece a lei de equivalência e funcionalidade.

Ela é feia, muito feia...
Mas cozinha muito bem,
Não sobra para ela muitos pretendentes,
Porém de amigos a casa anda cheia.
Prende as pessoas pelo paladar.
As cozinheiras é uma espécie de feiticeira.

A outra é linda, muito linda...
Porém é difícil achar nela um talento...
Restou a ela ser um cabide de moda e beleza;
Um tanto parnasiana.
Feito abre alas, sua imagem se impõe na entrada da festa,
Depois que a festa descamba para a informalidade,
Sua imagem desaparece e dá lugar aos piadistas.

A cada qual um brilho em dado momento.
É feia mais suga todas as atenções
E até um grande amor.
É feia e causa inveja e ciúmes;
O quanto é amada de verdade.

Seu marido tem aquele mistério e charme
Que o impede de ser simplesmente feio.
Ele, uma figura que se impõe a si mesmo
E aos outros, porém a simpatia e a gentileza
Salva o ar de consciência e superioridade.

A poesia se faz em um rascunho abstrato na cabeça.
Depois desce para o papel.
Agora saboreio os quitutes da festa.

Juscelino Andrade
J.Nunez


 Juscelino Andrade, poeta da dualidade da vida, do fim do relativismo  em si mesmo, da superioridade e da inferioridade das coisas, da estrutura e da deformação. Poeta que se relaciona com o mundo partindo de seu julgamento de certo e errado, sublime e degenerado.








Imaculada concepção sem pecado

Pecado Imaculado

A Sociedade do Prazer,
Dos vícios, dos desejos e dos entretenimentos
Subjugando a fronteira, a lógica e a estrutura
E a dimensão oculta dos homens.

Liberdades sexuais:
Imaculada concepção sem pecado,
Dos nivelamentos e dos relativismos...

Enquanto escrevo
A doida do Bairro
Olhou-me sem olhar enigmático,
Sem exibição de mistério
Passou dizendo:
 _“A cada um Deus deu um destino,
Ninguém veio aqui consertar à vida de ninguém”
Nunca ouvi palavras tão sensatas
Dos que se presumem inteligentes e sábios.
Até mesmo a doida tem uma estrutura de doida.

As rodas dos carros pisam nas poças d’água
E dá um banho na Doida.
As rodas são exatas, com um martelo, não precisam ser mais,
Batam ser martelo e roda.
As rodas são o principio, o fim e a eternidade.

Chakra, mapa astral, mandala
Rodas que move à alma.
Rodas engrenagens do mundo,
Tudo se move em círculo e sobre rodas,
Mesas redondas
Rodas da fortuna,
Rodas do destino,
Rodas de cassino,
Rodas do inferno
A vida é uma roda;
Hoje por baixo amanhã por cima.

As coisas são feitas com rodas,
A natureza se faz e se renova na mecânica das rodas da vida.

Os carros pisam nas poças depois da chuva 
Os pneus contam a água e os meninos molham os sapatos.

A roda e a doida revelam uma estrutura de ser roda e doida.

Carlos Ferreira Santos
J.Nunez






  

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A morte da palavra, e por consequência, a morte do discurso

Cemitérios de Palavras
  
As palavras estão mortas;
Onde podemos enterrá-las?

Morreu a palavra arte, pecado,
Depravação e milhares de outras palavras;
Foi um massacre!

A palavra morre quando a ideia,
O conceito e a coisa que ela designa
Deixa de existir.

As palavras morreram de relativismo libertino
Na sociedade sem abstinências.  

O deboche, a sátira, o realismo,
A imparcialidade, a dureza,
O absurdo visto como normal e a ironia
É a sobrevivência da palavra.

O Verbo que é Deus e Diabo
Pode ressuscitar a palavra.

Nem o Diabo gosta do relativismo nivelador
Que os considera santificados...  

Albano Morais
J.Nunez  


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Poesia social imparcialista

Sujeitos Medianos

O Brasil se maquiou como o país do futebol,
Colocou a máscara de país do carnaval,
E por analogia, da diversão sexual,
Agora está se auto-afirmando
Com sua verdadeira cara;
País da corrupção.  

Mudança ministerial
Mudança de governo.
O que importa mesmo
É o dinheiro que você tem no bolso...
Os governos mudam
E sempre o que importa mesmo
É o que você está fazendo com sua vida...

Os governos têm propostas
Assistencialistas para os muito pobres,
Para que continuem pobres...
E conserve no poder um governo de medidas paliativas.  

O governo tem proposta
Para as minorias milionárias
Para que essas financiem o governo.

O governo usa outras minorias,
Quando é conveniente,
Para desviar focos e ganhar votos...

Para os sujeitos medianos
O governo não tem planos.
Indivíduos medianos, socialmente,
São as bases e o sustento do país;
É para isso que eles servem.

As fronteiras do país é uma ilusão,
O governo é uma criação ideológica,
O mundo funcional com o dinheiro,
Logo, o individuo abastado, monetariamente,
É um sujeito sem governo e sem fronteiras.  

Octávio Guerra

J.Nunez 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O poeta Imparcialista



O Julgamento

O Julgamento,
Vigésima carta do Tarot,
Vigésimo poeta Imparcialista.

Dentro desse contexto histórico,
Dentro de qualquer tempo que passou
Ou que ainda virá
O poeta Imparcialista,  
Nas entranhas do mundo,
Deve ser Jonas na barriga do grande peixe.

Consciente desse mundo,
Consciente de que existimos dentro das vísceras
Desse grande peixe
Que desce para as profundezas do inferno.

Aqui nas entranhas do mundo 
Eu suplico, canto e contemplo a Mãe de Deus.

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez 

Postagem em destaque

Fique por perto!

Volte logo, Não demore muito, Fique por perto! Eu te esperarei dentro e fora do tempo. Sua alma é nobre, Fique no sangue do meu sangu...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

MOVIMENTO IMPARCIALISTA