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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 18 de janeiro de 2014

Poesia Imparcialista de opinião social

Abdias de Carvalho poeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnação, da repetição angustiante, da falta de oportunidades, da linguagem repugnante, esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está. Neste poeta não há incertezas, e sim eterna imobilidade.   

Imobilidade na alma

A única coisa que espero
É que o balconista abra a minha cerveja gelada.

Outros esperam o primeiro beijo homoafetivo
Na televisão,  no horário nobre,
Outros a estrela absinto,
Outros o novo profeta,
Outros Jesus Cristo,
Outros a nave espacial,
Outros o êxodo,
Outros a sorte,
Outros a morte,
Os travestis e as putas da Rua Pinto de Azevedo
Esperam clientes,
Os viciados esperam o traficante,
Eu espero outra cerveja gelada,
Indiferente a qualquer espera dos outros...

A minha opinião sobre as coisas é igual 
A essa  poça d` água, estagnada e podre...
Para mim poeta Imparcialista 
A estagnação não é a ausência de movimento,
Para mim a estagnação é um lugar, um momento,
Um estado de imobilidade na alma.

Abdias de Carvalho

J.Nunez

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tagarelices virtuais e outras frivolidades.

Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? Eclesiastes 1:3

Tempo das Coisas Fúteis

Os meninos na calçada
Falam de batalhas e lutas virtuais
Como se fossem coisas reais...

As mulheres no salão de beleza
Falam da novela 
Como se fosse vida fora da tela.

Homens nas portas de bares
Falam de jogos de futebol como se fosse
Algo essencial para a suas vidas.

Jornais falam da vida das celebridades
Como se fosse notícia significante...,
Nas comunidades virtuais fofocas,
Ostentação, tagarelice e outras futilidades online.

Em outros tempos também ocorreram
Essa falta de realidade, consciência, verdade e objetividade;
No entanto, na sociedade dos entretenimentos
E das interações parece que extrapolamos
Todos os tempos em frivolidades e inconsciências.

Uma abelha tira o néctar de uma flor para fazer o mel.
Quem tira da vida a graça, a válvula de escape
E a razão pela qual você não se mata;

Deve dar a vida uma esperança de que a vida
É muito mais que essa futilidade de cada dia,
Por mais sacrificante e doloroso que seja o caminho...

Perdão!...mas eu não sei mais nada 
Que ser também fútil e perecível.
Na verdade, nem sei porque
Estou falando da frivolidade dos outros...

Abílio Santana
J.Nunez 




terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Esteriótipos do Carnaval e da Copa do Mundo no Brasil



Aqui no puteiro do mundo 

O Brasil é realmente muito conveniente...
Na Copa do Mundo a mulher brasileira é branca, inteligente e loira.
Na alcova  esqueça os esteriótipos de mulher brasileira. 

Quando for carnaval a mulher brasileira será morena ou negra,
Com todos os estereótipos limitadores de ser mulata:
Bunda, rebolado, selvagem e exótica...Pronta para o sexo...

Uma Vénus Noire... 
É produto de exportação,
É a nossa melhor cara, 
É a imagem que mais vende,
É o cartão postal do puteiro do mundo. 

Albano Morais
J.Nunez


O cúmulo do prazer e do desejo individualista

No ápice da sociedade do prazer

No ápice da sociedade do prazer,
Quando a ciência, por exemplo,
Conseguir transplante de útero
Em um individuo de sexo masculino,

Uns dirão que o mundo ficou perfeito,
Outros que o mundo chegou a cúmulo
Do desrespeito a criação e as leis divinas...

Eu digo que será o cúmulo da sociedade
Do desejo e do prazer,
Em que tudo é subjugado ao desejo,
Ao vício e ao prazer individualista. 

Albano Morais
J.Nunez


Sociedade da valorização dos defeitos humanos e da desvalorização das virtudes humanas

Corrente de pensamento negativo

O mundo foi envenenado
Com pensamentos de vaidade,
Cobiça, luxúria, ganancias,
Egoísmo, orgulho, ódio e traição...
O que chamamos de desenvolvimentos
São correntes de pensamentos
Que fazem da terra um inferno.

Esse tempo de bestialidade incentiva
Os defeitos humanos, o ódio e a violência;
Quando deveria seguir as correntes de virtudes humanas,
De amor, simplicidade, humildade, espiritualidade,
Abstinências, caridade e compaixão...
Que fazem da terra um paraíso.

As correntes de pensamentos involuntários,
Me levam para um mar de inconsciência coletiva.
Abandono às correntezas de pensamentos
E percebo que os pensamentos são rios exteriores
Que me levam para esse oceano de inconsciência...

Francisco Medeiros
J.Nunez


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Sociedade e família

Gente Evoluída

As tardes depois do expediente
Sempre pede um gole, um cigarro
E aquele papo filosófico...

O que puxou a conversa
Foram os ciclistas pelados
Que passaram na Rua do Carmo,
Ainda não sei por qual motivo,
Talvez não precise uma causa
Para justificar sair pedalando pelado. 

Quando o homem branco chegou por aqui,
Andar pelado era coisa de selvagens;
Agora que somos moderníssimos
Ficar pelado é coisa de gente evoluída,
Ficar pelado é arte,
É liberdade
E sensualidade...

Ah! Fumar erva,  
Partir para outra,
Abortar um filho,
Passar a perna...
Também é coisa de gente evoluída.

Graças à supremacia feminista
Ela me pede o divorcio,
Fica com a casa, com os meus filhos
E dá a eles um padrasto quinze anos mais novo que eu.
Fico com os filhos nos fins de semana,
Ela aproveita para passear com o namorado.

Você não perguntou
A estatística também não perguntou,
Mas digo que as mulheres pedem mais divórcios
Porque ficam com tudo...
Ela também quis um fôlego novo...
O meu foi consumido pelo cigarro e o álcool. 

Abílio Santana
J.Nunez


As prisões das liberdades...

A Ilusão de liberdade

Ela respondia as perguntas da reportagem
Com um sorriso que esconde a frustração de quem sente na alma
Que o trabalhar fora de casa não é o paraíso propagado
Por aquelas feministas a mais de meio século atrás...
De todo o modo, com ou sem feminismo,
Á vida é feita de frustração e desencanto...

O que vale a pena na vida
Não é o fato estarmos na vida,
Mas no que a transcende...

Acontecerão outras lutas,
Outras frustrações e outros desencantos,
No entanto há uma consciência
De que somente o que não é perecível,
 O que está mais além da vida
 E suas circunstâncias, é o que de fato,  vale a pena.

Jonas Correa Martins
J.Nunez





domingo, 12 de janeiro de 2014

Geração "rolezinho" ou geração entretenimentos, ilusões de facilidades e imediatismos...

Geração entretenimento e sexo fácil

Formamos uma geração para a sociedade do consumo,
Para o sexo fácil, as liberdades sexuais, os divertimentos,
Que também é mercado e produto de consumo.

Formamos indivíduos prontos para aceitar
As praticas de liberdades sociais e sexuais...
Para tanto, formamos uma geração
Sem limites, sem fronteiras, sem parâmetros,
Sem virtudes, sem educação, sem elegância,
Sem altruísmo, sem ritual de vida, 
Sem valores de família, sem responsabilidades,
Sem comprometimentos, sem os valores do trabalho;

Sem a importância de sermos adultos, homens e mulheres;
Sem os valores do sacrifício, sem os valores da cultura,
Sem os sentimentos e a consciente de dignidade e valor humano,
Sem os valores e os sentidos abstratos da vida,
Do coração e da alma;
Sem a noção de que existem coisas muito sérias,  
Sem valores éticos, espirituais, culturais, morais e religiosos.

Nivelamos, reduzimos pais, mães, avós, adultos, professores,
Polícias, lideres religiosos, e tudo mais, a uma única coisa:
Indivíduos ou grupos que consomem produtos e serviços.

Agora que está formada a geração sexo e entretenimento,
E tudo começa a sair do controle,
É preciso dizer que a vida é muito mais que as ilusões de facilidades...
Que decepção!

Octávio Guerra
J.Nunez


Rolezinhos: “Eu não quero ir no seu shopping”

A ideia de que os rolezinhos são “protestos” e de que seus integrantes querem invadir os “shoppings dos ricos” é de quem não conhece a periferia. Os rolezeiros querem é se divertir, namorar e comprar roupas de marca. Tudo bem longe da “playboyzada”


Evandro Farias de Almeida é a Lala Rudge da periferia paulistana. Assim como a blogueira de moda cujo nome faz estremecer certo público — no caso dela, qualquer adolescente de classe média iniciada no tema —, Evandro é autoridade no assunto. Qual? Bem, nenhum.
Ele não canta, não dança, não aparece na televisão e é um ilustre desconhecido para a maioria dos brasileiros. Mesmo assim, Evandro não dá dez passos no Shopping Metrô Itaquera nem no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, sem ser abordado por dezenas de meninos e meninas. São seus ardorosos fãs. A notoriedade de blogueiras famosas como Lala vem de posts em que elas mostram como se vestem, se maquiam e o que acabaram de comprar. Já a de Evandro e de outros ídolos da internet na Zona Leste vem dos vídeos que eles postam na rede — piadinhas ingênuas e bizarrices como aspirar uma camisinha pelo nariz e retirá-la pela boca, raspar uma das sobrancelhas e tirar fotos fingindo-se de morto, com algodão no nariz. Façanhas como essas lhe renderam 13 000 seguidores no Facebook, além de regalias como ter o crédito de seus celulares pré-pagos permanentemente recarregado por cortesia das admiradoras. Foi para conhecê-las pessoalmente — e dar a elas a oportunidade de pedir autógrafos e tirar fotos com ele — que Evandro e seus colegas de fama passaram a marcar em shoppings da região as reuniões que, até o ano passado, chegavam a juntar milhares de adolescentes. Foram esses “encontros de fãs” que deram origem aos hoje mal compreendidos, distorcidos e manipulados rolezinhos.
Eles continuam significando encontros-em-shoppings-marcados-pela internet, aos quais continuam comparecendo centenas e até milhares de adolescentes — a diferença é que esses adolescentes agora deram para correr em bandos pelos corredores, berrando refrões de funk ostentação, assustando lojistas, frequentadores e, ocasionalmente, cometendo furtos. De tudo o que se falou na semana passada sobre os rolezinhos, o maior equívoco diz respeito à crença de que eles foram inventados por pobres jovens revoltados por sua exclusão da sociedade de consumo. Para começar, famosinhos e fãs de famosinhos — os participantes originais dos rolezinhos — são, para usar o termo tão em voga, a elite da periferia. O único problema que têm em relação ao consumo é não o praticarem tanto quanto gostariam. Conectados e obcecados por marcas e acessórios de grife, têm o hábito de gastar com eles boa parte do salário (o próprio ou o dos pais).
Evandro, por exemplo, gosta de comprar camisetas Abercrombie & Fitch e John John. O boné laranja que usava na última quinta-feira é o preferido entre os sete que possui — das marcas Puma, Mizuno e Nike. Ele compra as peças em outlets, que vendem coleções passadas e têm preços mais em conta. Mas poderia adquiri-las também em shoppings luxuosos como o JK Iguatemi e o Cidade Jardim. Evandro, no entanto, nunca pôs os pés nesses lugares — nem pretende fazê-lo. Essa afirmação coincide com a de praticamente todos os adolescentes da periferia paulistana entrevistados por VEJA na semana passada. E contraria o que foi amplamente disseminado por neoespecialistas em rolezinho: os adolescentes da periferia, conscientizados do fosso de impossibilidades que os separa dos seus equivalentes mais ricos, estariam prontos a promover invasões nos shoppings chiques — manifestações simbólicas contra os templos de consumo dos quais estariam apartados. Sobre essa possibilidade, diz Evandro: “Por que eu iria ficar duas horas dentro de um ônibus para fazer compras num lugar em que tudo é mais caro e ninguém me conhece?”.
Em junho do ano passado, o até então obscuro Movimento Passe Livre conseguiu levar às ruas uma multidão de indignados que, em manifestações multitemáticas e apartidárias, se espalharam por todo o país. O que aconteceu em seguida todos se lembram. O PT, por meio de seu presidente, Rui Falcão, tentou surrupiar para si o movimento, no que foi prontamente rechaçado pelos manifestantes. Em seguida, com intuito semelhante e abrindo alas para os famigerados e violentos black blocs, vieram os sem-teto, os sem-terra, os sem-causa. A partir daí, fim da história, os bem-intencionados acharam que era hora de voltar para casa.
O rolezinho segue caminho parecido. Na quinta-feira, sem nenhum pudor pelo oportunismo explícito, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto convocou o que chamou de “rolezão” diante de um shopping de São Paulo. O estabelecimento cerrou as portas antes que as coisas piorassem. Na quarta, foi a vez de a até agora silenciosa e irrelevante ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros (PT), tentar tirar sua casquinha. “As manifestações são pacíficas. Os problemas são derivados da reação de pessoas brancas que frequentam esses lugares e se assustam com a presença dos jovens”. A ministra — certamente não por falta de tirocínio — desprezou em sua frase duas obviedades: que não é obrigatório ser branco para assustar-se diante da visão de centenas de jovens correndo e gritando pelos corredores de um shopping e que os shoppings que foram alvo dos rolezinhos não são frequentados apenas por brancos — subentenda-se na fala da ministra, ricos —, mas pelos próprios adolescentes da periferia, suas famílias e seus vizinhos.
No shopping de Itaquera, onde o fenômeno primeiro chamou atenção, apenas 8% dos frequentadores têm renda mensal acima de 2 780 reais — 33% são das classes C e D, nas quais o ganho não ultrapassa 1 120 reais por mês. Até agora, todos os rolezinhos que ocorreram em São Paulo tiveram como palco shoppings da periferia: os de Itaquera, Guarulhos, Interlagos e Campo Limpo. Fora desse eixo, o que houve foram tentativas malsucedidas de emular o fenômeno, organizadas pelos suspeitos de sempre — representantes de movimentos sociais em baixa e apropriadores profissionais de causas alheias. A convocação para um rolezinho no Shopping JK, por exemplo, não partiu de nenhum adolescente da periferia, mas de um professor de piano, morador de um bairro paulistano de classe média e apoiador do ex-ministro e hoje presidiário José Dirceu (“Condenada foi a democracia brasileira”, postou ele no FB ao lado de uma foto do petista com o punho erguido). Da mesma forma, o chamado para uma invasão do Shopping Iguatemi de Brasília, marcada para o próximo dia 25, não teve o dedo de famosinhos da Zona Leste nem de seus fãs: está sendo organizado por um estudante da UnB que participou da invasão do Congresso em junho passado.
“Rolezinho é para ver os parça (parceiros), curtir, comer lanche e beijar na boca”, define Vinicius Andrade, 17 anos, morador do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo. Filho de uma assistente de cozinha, ele trabalha como assistente de dentista, diz que chega a ganhar até 1  000 reais por mês e usa mais da metade do salário para comprar as roupas de grife que ostenta, como a camiseta Tommy Hilfiger e o par de óculos Oakley — tudo legítimo, já que a regra de ouro da ostentação na periferia é que nada pode ser falsificado (“A gente vê de longe quando uma camiseta da Hollister é colada e não costurada”, diz a rolezeira Barbara Machado, 17 anos). Na condição de famoso da internet (tem 83 000 seguidores), Vinicius já convocou dois bem-sucedidos rolês, ambos no Shopping Campo Limpo — o terceiro, marcado para acontecer no dia 21 de dezembro, foi abortado pela Polícia Militar. Além dos rolezinhos e dos passeios no shopping, ele e seus amigos são frequentadores dos “fluxos”, como são chamados os bailes funk organizados no meio da rua em torno de carrões com som potente e ambulantes que vendem bebidas. Uísque e rum são o combustível para a dança, assim como maconha e lança-perfume, consumidos por uma parcela menor do público. Uma lei municipal, sancionada em 2013, proibiu carros estacionados em ruas públicas de emitir som alto, especialmente à noite — e a Polícia Militar passou a agir com bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar a multidão. Na opinião de alguns jovens, isso ajudou a aumentar a popularidade dos rolezinhos.
Olhados como são, os adolescentes dos rolezinhos decepcionam os que tentam ajustá-los aos seus moldes ideológicos. Suas bandeiras são os bonés de marca, seu interesse é se divertir e, se querem manifestar alguma coisa com as badernas nos shoppings, é apenas o pior do comportamento adolescente: irritante, egoísta, inconsequente e que inclui, obrigatoriamente, o desafio a algum tipo de autoridade.
Os black blocs já estão espalhando nas redes que vão aderir aos rolezinhos. Movimentos sociais, como os capitaneados pela ministra Luiza Bairros, também não parecem querer largar o osso. Assim, diante da aterrissagem de oportunistas na cena e dos previsíveis excessos da polícia na hora de reprimir todo mundo, o resultado pode ser o que nem os rolezinhos até agora conseguiram produzir: tirar da classe média o espaço que ela enxerga como um oásis de tranquilidade e segurança e acabar com a diversão dos pobres de verdade, que nem bem chegaram à festa e já terão de levar a família para tomar sorvete em outro lugar.
Com reportagem de Pieter Zalis
fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rolezinho-eu-nao-quero-ir-no-seu-shopping?google_editors_picks=true

Um profeta Jonas contemporâneo



A volta do Profeta Jonas

Jonas ressuscitou no terceiro dia.
Esse profeta foi enviando a Sodoma e Gomorra contemporânea.
O homem moderno arrogante e pretencioso
Não se arrependeu...
E Deus destruiu a grande cidade globalizada.
Dessa vez não houve nem peixe gigante
Nem aboboreira...

Um homem está no meu portão
Evangelizando sua “Boa Nova”, Infantil e clichê...
Perguntou se eu aceitava.
Respondi:_ Sim, claro! Pensando, em segredo,
Qualquer coisa é melhor que essa ditadura
Das liberdades, dos vícios, dos desejos,
Dos prazeres e dos direitos sexuais...

Albano Morais

J.Nunez

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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