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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sexta-feira, 2 de maio de 2014

ídolos e idolatria moderna.

Ídolos e idolatria moderna
Os ídolos e as idolatrias primitivas
Eram religiosas e espirituais.

Os ídolos modernos são celebridades
A serviço do capital e do materialismo.

Idolatramos, rendemos sacrifícios
E cultos a ídolos celebridades.
 Octávio Guerra

J.Nunez

Sociedade dos direitos e das inclusões impossíveis.

Inclusões de peças que não se encaixam

É impossível o mesmo molde pra todas as pessoas,
No entanto, a sociedade dos direitos e inclusões quer o impossível.
As peças não se encaixam,
Mas todo mundo quer ser incluído!

Eu não encaixo, porém não quero ser incluído em nada!
Quero continuar sendo a peça que não encaixa,
Alguém que não se encaixa,
Alguém que não é aceito por todos:
É assim que eu sou interessante.
Se eu for aceito por todos cairia
Em um relativismo, em uma inconsciência,
Em uma ausência de significado destrutiva.

Não preciso ser aceito globalmente, prefiro estar entre os meus,
E respeitar os que não podem ser incluído entre os meus amigos.

A sociedade dos direitos e inclusões é cheia de peças que não se encaixam.
Queremos o encaixe como se o mundo fosse uma reprodução do mundo virtual 
Onde cabem todas as coisas em um mesmo espaço online. 

Abílio Santana

J.Nunez

Sociedade consumista e criação de ídolos, mercado, produtos e comportamentos...e seus ídolos modernos.

Endeusamento

Somos todos iguais, sem ser macaco, é claro.
Somos todos iguais,
Só eles que são endeusados,
Celebrados e criados como ídolos e heróis
É que não são iguais.

Eles são gente para fazer dinheiro,
Lançar moda, criar estilo,  criar comportamentos, inventar notícias,
Fazer mercados, públicos e produtos...
Eles são os agentes do sistema das coisas perecíveis e descartáveis

Nossos heróis são outros,
Gente que não precisa de endeusamento,
Nossos heróis estão em casa,
São nossos país que nos criaram,
São nossos amigos que nos estendem as mãos,
É a nossa família que sempre podemos contar com ela,
São as pessoas com quem vamos de mãos dadas...

Os heróis criados pela fantasia das televisões
São produtos e mercadorias descartáveis.

Albano Morais

J.Nunez

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Fim dos tempos

A Morte dos Impérios
Os grandes impérios nascem,
Crescem se alimentando de exploração humana,
Chegam ao ápice, e morrem de depravação e crise de consciência...

Temos o grande império, porém dentro de um contexto global,
Logo, temos a morte de um tempo em escala globalizada.  

Octávio Guerra

J.Nunez

Caracteristica da sociedade contemporânea: nivelamento, relativismo, destruição dos parâmetros, desvalorização humana, destruição das virtudes,exploração de tudo como mercado, produto e público consumidor, sociedade do entretenimento sexual, sociedade do prazer, sociedade do desejo, sociedade em que tudo está subjugado ao prazer e o desejo, sociedade sexo fácil, sociedade dos descompromissos, sociedade virtual, ilusão de progresso, sociedade das liberdades sem parâmetros....

Nivelamentos Sexuais 
A diversidade sexual
Os direitos sexuais
Começou com muito “amor”,
Muita dignidade, muita santidade...
Passado essa fase,
A diversidade sexual
Está partindo para o vale tudo,
Para suruba bissexual,
Com muita santidade...
Justificada com a suposta sexualidade romana e grega,
Porém o cristianismo ainda está vivo,
Tentando salvar o mundo de uma suruba globalizada,
Que já acontece online.  

Não podemos mais usar a palavra depravação;
Essa definição perdeu o sentido.
Perdemos a definição de pecado;
Não temos mais parâmetros para quaisquer definições:
Relativismo e nivelamento absoluto.
Estamos no tempo da sexualidade homossexual, bissexual e heterossexual;
Não há espaço para uma interpretação superior para o sexo.
Albano Morais
J.Nunez
  


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Poesia de amor imparcialista

Frívolos
Quem ama não mata,
Mas o que é o amor?
O amor é pano de fundo
Para o desejo e a personificação,
Em um corpo.
O amor é sempre fachada
Para o desejo.

Ela sempre carinhosa e linda...
Entre quatro paredes uma doida...
Ela ferveu de desejo,
Caiu nos braços do primeiro que apareceu,
Caiu nos braços do segundo que apareceu,
Caiu nos braços do terceiro que apareceu...
Caiu nos braços do quarto e quinto que apareceu,
Começou a cobrar, virou puta de vez. 
Foi morta, pelo primeiro, na esquina do Canto do Galo
Que matou por amor, ciúmes, traição e desejos.
Diziam nas ruas: _Quem ama não mata!
Mas o que chamamos de amor não anda sozinho,
Anda de mãos dadas com o ciúme, o ódio, a cobiça...
Não somos puros para ser todo amor.

O pensamento sobre o amor moderno é plano,
Nivelado e relativista...
Eu não matei ninguém, fui apenas um entre muitos,
Eu não mataria por amor, meu amor não é tão valente,
E nem dura tanto...
Meu amor é de desejos frívolos.

Outra flor se abriu.
Dinorá, Diná
Ainda tem pernas para caminhar
Pelas ruas do centro velho,
Ainda tem corpo para vender,
Aos bêbados e aos viciados.
Dinorá, Diná
Já foi cara, muito cara!
Seu corpinho era vendido
Aos homens de negócios, aos políticos
E aos grandes contrabandistas e traficantes.
Dinorá, Diná
Tinha um sorriso encantador,
Era charmosa com seu cigarro entre os dedos,
Com seu vestido que delineava seu corpo
E seu olhar que oferecia muito mais
Do que Diná está disposta a dar.
Abílio Santana 
J.Nunez  

  

Marília na poesia e poesia na Marília.

Marília na poesia  
Minha Marília
É Marília de Dirceu,
Marília de Gonzaga,
Marília de São Paulo, Brasil.

Marília é o meu lugar no mundo,
O meu espaço geográfico.

Marília moderna,
Marília do Arcadismo,
Marília do Imparcialismo.

Marília da minha poesia
Nascidas de suas ruas,
De suas pessoas,
De seu tempo;
Dessa gente
Que é para mim,
Um espelho do mundo,
A dimensão humana contemporânea.

Marília é o meu mundo 
Na poesia Imparcialista.  
Octávio Guerra
J.Nunez   

Os protestos na Copa do Mundo no Brasil




O Som das Trombetas

Um dia o gigante acordou, no entanto,
Sua capacidade de reação foi subestimada.

O Som das trombetas na Copa 
Despertará o gigante, outra vez.
Agora com muito mais ódio do descaso,
Agora muito consciente da verdade.

A trombeta na Copa do Mundo
Será o som da trombeta de nosso apocalipse...
O gigante furioso está despreguiçando,
Ainda está sonolento,
Mas despertará furioso,
Quando ouvir o som das trombetas do descaso.

Nas ruas de um país subjugado,
Nas ruas de um país menosprezado,
Nas ruas de um país ridicularizado,
Nas ruas de um povo estereotipado,
Nas ruas de um povo subestimado
Ouviremos o som das trombetas
Que despertará um povo.
 
O mundo inteiro escutará a grito do gigante,
O mundo inteiro verá a fúria do gigante.

Octávio Guerra

J.Nunez

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Fique por perto!

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O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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